Não costumo assistir TV aberta, mas mesmo longe dela é impossível não ficar sabendo do que acontece dentro dela.
É um vídeo engraçado, uma cena de novela, algum quadro novo de humor, todos enchem a nossa timeline, e no final das contas ligar a televisão ou não dá no mesmo.
Agora assistam ao vídeo abaixo:
A bee fala bem, sabe se comportar, está apenas narrando a sua situação de dependência química e auto-flagelação, e a única coisa que o jornal sabe fazer é colocar esses vídeos e sons idiotas pra gongar o rapaz, só por ele ser viado.
Enfim, tirem suas conclusões, eu achei forçado, amador e preconceituoso. Confesso que o começo é legalzinho, quando ela fala os nomes, mas só isso.
Eu até imagino os estagiários desse lixo quando deram de cara com a beesha, pensaram:
Nossa, uma gay usuária! Foda-se que ela não fala nada de engraçado, é uma beesha! É só fazer comparações com mulher que o Brasil inteiro vai compartilhar!
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Porque quando uma bee quer arrasar na televisão, ela não precisa de recursos audiovisuais, bêu abôr:
O Grupo AfroReggae é uma ONG que luta pela transformação social através da cultura e da arte. O objetivo inicial do AfroReggae era a mediação e integração com a população afro-brasileira, atuando principalmente na comunidade de origem de seus membros, Vigário Geral.
Depois de ir às ruas e descobrir em meio a prostituição histórias de violência e rejeição, o grupo criou o projeto chamado “Além do Arco Íris”, que se propõe a oferecer para travestis verdadeiras oportunidades que vão desde o trabalho até o sonhado respeito à diversidade.
Hoje o Afro Reggae já atua em seis comunidades: Vigário Geral, Morro do Cantagalo, Parada de Lucas, Nova Iguaçu, Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro. Você também pode ajudar oferecendo emprego ou capacitação. Fale com Daniela Pereira e João Paulo, coordenadores do projeto, através do telefone: (021)3095-7200 ou pelos e-mails: daniela.pereira@afroreggae.org, joao.paulo@afroreggae.org ou empregabilidade@afroreggae.org
Como se não bastasse o Marcelo Antony ter defendido a proibição do beijo gay na TV, usando o argumento de que 80% dos telespectadores são humildes e sem instrução, e por isso seriam incapazes de compreender um beijo gay. Ou seja, chamou a população brasileira de estúpida e quadrada.
Que nojo, QUE NOJO que eu tô desse cara falando. merda. pra caralho. Qual a relação entre um gay masculinizado e a seriedade do papel? Agora gays afeminados não podem ser pessoas sérias?
Estou por conta do cacete já com essa máxima do “vamos fazer um gay com mais seriedade” para falar de fazer personagem masculino. Como se bicha afeminada fosse piada apenas por ser o que é.
Aliás, qual é essa medida de feminilidade ideal? Porque até agora se eu vi 5 gays completamente masculinizados foi muito, o resto todo dá algum tipo de pinta.
Por que? Porque existe de um tudo no meio gay, assim como existe de um tudo em todos os meios. Tentar separar isso no grupo “dos afeminados que só servem pra fazer piada” e o “grupo dos gays sérios, discretos, que constituem família e são normais” é ridículo e contraproducente.
Qual gay vocês acham que a sociedade vai escolher pra respeitar e qual vai rechaçar?
A gente sabe que não vai ser assim
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E ele já está igualzinho aqueles viados homofóbicos:
Sempre FUGINDO do estereótipo, ‘ele dá um pouquinho só de pinta, não pode ser catalogado como a pintosa que a gente está evitando para representar o personagem com seriedade. Ser bicha e mulher é ruim, deve ser evitado, porque homem não precisa ser afeminado pra ser gay’… o meu rabo pra tudo isso.
Cada um precisa ser o que acha que deve ser, e merece respeito por isso.
Perceberam então, né? Ou você é o homem que as pessoas falam “Caramba, não sabia que ele era gay” (elogiando, lógico, que nem falei nesse post. Porque não parecer gay é uma coisa maravilhosa) ou você é marciano.
Tenho orgulho de ser marciano, seus seres inferiores.
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E se acha que eu estou exagerando, me mostra um personagem afeminado que foi tratado com seriedade nas novelas da Globo que calo minha boca.
Até mesmo aquele cabeleireiro que o Paulo Gustavo fez, era apenas um stand-up comedy móvel. A única cena séria dele foi no final quando ela se despede, e mesmo assim ele fez uma piadinha.
Ontem (20), estreou a nova novela global Amor à Vida. Todo mundo dando graças a deus por ter acabado a novela da queda livre e na expectativa do boom da aparição de Tatá Werneck no horário nobre da Gluóbo. Mas vamos falar de coisa boa?! Eu já tenho minha personagem preferida, claro:
Tá vilão, tá pintoso, tá divo, tá caricato! <3
Ele será apenas o simbolo do “Moça, seu namorado é gay!” Hauhauhauhauhuahuahuahuahua. LOOSHO.
Chicletérrima e umbandista, já consigo imaginar as entidades encostando nos viados ao som dessa música deliciosa.
Aliás, prevejo todos abdicando do cabelo alisado de Rihanna e incorporando um visual Bebe Zahara Benet, só pra condizer com a nova fase de Beyoncé.
Com licença, putas.
Porque pensem vocês, se a música já é rápida sozinha, imagine quando meterem um remix? As gays vão se rasgar ao meio querendo virar Grown Woman que nem ela, na base da peixeira.
O Brasileiro Bruno Barreto está adaptando para o cinema a história de amor entre a poeta americana Elizabeth Bishop com a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares, ocorrida entre os anos 50 e 60. O relacionamento intenso e conturbado será contado de maneira forte e delicada no filme “Flores Raras”, baseado no livro de Carmem Lucia de Oliveira.
… senti-me compelido pela história pessoal da poeta e pelo seu grande amor pela ardente Lota de Macedo Soares. Os primeiros anos da vida de Elizabeth foram dolorosamente solitários – fugindo de uma infância órfã e desolada e em constante luta contra o alcoolismo, sua vida privada era um problema mesmo quando a sua poesia começou a atrair a atenção da crítica. Duas semanas após sua chegada ao Rio, Elizabeth correu com Lota para a casa que esta construía fora da cidade, encravada nas montanhas de Petrópolis. Na década seguinte, as duas viveram em um paraíso doméstico. Elizabeth começava o que provavelmente foi a fase mais produtiva de sua carreira como escritora, que acabou lhe dando o prêmio Pulitzer.
Entretanto, para quem não sabe o caso das duas termina de forma trágica, com o suicídio da brasileira. Porém a questão, segundo as críticas, é tratada de forma potente na película, Luciano Trigo escreveu:
O significado das vidas de Elizabeth Bishop e Lota de Macedo Soares não está no relacionamento intenso mas infeliz que tiveram. Cada qual em sua área, ambas foram responsáveis por importantes realizações. Em tempos de exaltação militante da homossexualidade, não deixa de ser um mérito que o filme ‘Flores raras’ evite a armadilha de exaltar o amor homoerótico como a experiência redentora que leva dá sentido á existência e leva à felicidade. Ao contrário: ele mostra que o amor, independente do gênero, pode ser uma força destrutiva e desestabilizadora. A arte de Bishop foi transformar essa força em poesia, em versos que sempre sublinham seu mal-estar existencial e seu permanente sentimento de ser uma estrangeira em qualquer parte. Foram pouco mais de 70 poemas publicados em vida, suficientes para consagrá-la como uma das principais poetas de língua inglesa do século 20.
Deu vontade de ver, né? Segue um trechinho pra deixar com mais água na boca:
A estreia está prevista para 16 de agosto deste ano.
Há uns dez minutos um leitor me mandou o seguinte vídeo:
A gay esperou que eu morresse de rir e dissesse ter adorado o vídeo para mandar a seguinte resposta:
Ué, Max, mas não é você que critica humor homofóbico e machista no blog? Que diz que opressão não tem graça, que não devemos fazer piada?
O que foi que você falou?!
Não, esse tipo de humor não está na mesma categoria do Zorra Total ou de vídeos mal-feitos como essa porcaria abaixo:
O vídeo acima mostra o Neymar corroborando o preconceito de que um homem elogiar outro homem é uma ofensa à masculinidade deste, e que por isso ele deve se afastar… ou agredir, né? Nesse caso ele não agride porque o boy é mais forte que ele.
Aliás, posso apostar que se eles dessem uma fala pro Neymar, seria: “Sai fora, tá me estranhando?”.
Enquanto isso, a Senhora dos Absurdos faz chacota do preconceituoso.
É muito fácil perceber no texto como ela exagera os preconceitos aos quais os gays, negros e mulheres são submetidos todos os dias, de modo a nos fazer rir DELA, do quão ridícula ela é por pensar assim, e não do gay que ela discrimina.
No outro vídeo ninguém ri do Neymar por ele ser machista, ri? Riem do medo dele de ser enrabado.
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Mesmo o vídeo do Grindr, que à primeira vista pode parecer cheio de body shaming e homofobia, ainda assim é uma forma de criticar a moda da fiscalização do cu alheio, típica da elite.
E não só a elite hétero, tsá? Ou vai me dizer que não existe preconceito com gordo e afeminado também entre nós?
Então, não ousem colocar no mesmo patamar um humor genial como o de 220 volts e esses lixos homofóbicos.
Leia mais sobre a propaganda do Neymar clicando AQUI
Sei que Max fica revolts com essa banalização do termo androgenia, mas eu gosto de gente bem resolvida com sua bissexualidade e faz com ela o que bem entende, sabendo os prós e contras de cada sexo. E aí, amigas sapas, quem ia?
Acho que nem precisa fazer o comentário óbvio de que qualquer um queria ser o Mickey, né? Gata, é só botar uma máscara do personagem no boy e arrasar no corpinho, catou? E a ingenuidade da Disney pedindo pra ele tirar as fotash – sim, no feminino – da internet em 30 dias. Sério que a Disney não percebe que caiu na internet NUNCA mais sai?! Ainda mais que a ameaça só fez as imagens ficarem ainda mais famosas… tsc tsc tsc…
É ou não é o casal LGBT mais amado do Brasil, gente? Muito amor, muito amor!!! <3
Desde aquele post sobre a camisinha Origami, tenho acompanhado a página deles no Facebook. E lá encontrei um vídeo (clique aqui para assistir) discutindo sobre a diferença entre camisinha Origami e a camisinha feminina no sexo anal.
Sim, também achei super estranha essa ideia de usar camisinha feminina para o sexo anal, mas lendo comentários na internet percebi que é mais comum do que se imagina.
Como eu adoro sexo e já queria saber como vai ser a sensação de usar a camisinha anal, resolvi testar a camisinha feminina ontem.
Sexta liguei pro meu pau amigo, afinal, a melhor maneira para se testar novidades é com quem já conhece seu corpo ao ponto de fazer o mesmo sexo de sempre, e assim a gente poder ter uma noção perfeita da diferença.
Sábado comecei os doze trabalhos de Hércules: Chuca, jejum de 6 horas, esfoliação, Veet nas regiões onde a gillette faria um estrago, aromaterapia anal e todo o resto que vocês já conhecem. Segundo a embalagem, a camisinha pode ser colocada até 8 horas antes do ato sexual, por isso coloquei umas 3 horas antes do bafo acontecer.
Quando você coloca a sensação inicial é estranha, dá a impressão de que tem alguma coisa incomodando e a vontade de tirar é enorme. Mas com o tempo o corpo acostuma e fica tudo bem, tipo quando a gente compra um óculos novo e ele incomoda nas primeiras horas, sabe?
O boy chegou, saí pra beber com ele, tudo com a sacolinha de supermercado dentro do edi. Quanto à mobilidade, não vi problemas, ela se manteve bem firme, mesmo que eu levantasse várias vezes para fazer xixi.
Dali fui pra um motel e começou a putaria.
Assim, esteticamente não é interessante ver aquele anel de plástico do lado de fora, mas isso não pareceu incomodar em nenhum momento. Até porque, com um corpo escândalo como o meu, quem vai olhar pra esse detalhe? Hahahaha.
Mesmo o beijo grego foi tranquilo (aliás, o lado bom de ter esse plástico pra fora é que ele também protege a parte externa do ânus/vagina, impedindo a contaminação por HPV ou outras DST’s que passam pela pele).
Quanto ao sexo: A penetração é incrivelmente mais fácil, uma vez que ela tem lubrificação interna e externa, ou seja, mesmo que eu não tivesse lubrificante à mão seria possível penetrar sem muita dificuldade. Além disso, não precisar lubrificar evita toda aquela meleca de passar KY na porta, na pica, no dedo e o diabo. Não me senti um frango de padaria besuntado de óleo.
Tudo correu bem, o sexo não me pareceu diferente. E segundo meu pau amigo, a sensação foi a mesma de fazer sem camisinha, já que não tinha nada apertando a neca dele. Nada além da minha apertadérrima kooceta, LÓGICO.
Tão apertada que se me fizer um cunete acontece isso:
Ai, tranquei com o susto, desculpa!
Outra parte boa de usá-la foi quanto aos sangramentos. Meu reto é sensível demais, então sempre que trepo sangro que nem aquelas virgens árabes. É tanto sangue, mas tanto sangue, que dá pra enganar a família do boy e mostrar o lençol depois… várias famílias.
Com a camisinha masculina eu sempre fico muito constrangido com isso, porque na hora de tirar todos eles ficam assustados pensando ter me machucado.
Dessa vez não houve contato nenhum do sangue com o meio externo, pois eu só tirei a camisinha no banheiro, depois do ato. Óbvio, a camisinha saiu toda pintada de urucum, mas só quem viu fui eu.
Ah! Isso vale também pra beesha que não se segura e passa cheque, vai ficar tudo dentro de você e a neca vai sair encerada. Eles vão pensar que você fez a chuca com Veja Multi-Uso e lubrificou o edi com Poliflor.
Bofe étnico depois de um cunete na Max
Agora, os problemas:
São dois, ao meu ver. O preço é um deles, uma camisinha dessas custa no mínimo 17 reais o pacote com duas unidades, e você não encontra em qualquer lugar. A praticidade paga por essa fortuna?
PFVR, né, Max?
E o outro, ela faz barulho! Aham, sem brincadeira, não é o tempo todo, mas de vez em quando, durante o sexo, ela fazia um barulho parecido com quando a gente mastiga bola de soprar. Certeza que vocês já fizeram isso quando criança.
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Enfim, valeu a experiência, mas esse preço não permite que seja possível se tornar um hábito.
Entretanto, pra quem faz pouco sexo é uma ótima opção, até porque não é sempre que a gente sai e pega alguém ao ponto de ir pra cama\motel\carro\muro da esquina.
Gastar 17 conto toda vez que for piranhar sem ter a garantia de que vai mamar o bonde não funciona, 17 reais paga muitas cervejas.
Acontece domingo (19/05), no Parque Pedra da Cebola, o clássico Piquenique por Todas as Cores do Amor organizado pelo Grupo CORES. Em 2012, o piquenique reuniu mais de 300 pessoas em cada edição. Pegue sua toalha, quitutes, refrescos e junte-se aos amigos, amores e família, sejam eles heterossexuais, homossexuais, bissexuais, travestis ou transexuais. Vamos celebrar juntos um mundo feliz, cheio de gente diferente e de bem com a vida. O evento se inicia às 14h. O Babado Certo apoia o evento e estará presente nesta grande confraternização.
RT @jeanwyllys_real: 1. Atenção tod@s vocês que fazem uso recreativo (não abusivo) de drogas ilegais: o projeto de Osmar Terra criminaliza …@babadocerto 3 days ago
FATO // "@rosana: no fundo o orkut no brasil se desmembrou assim: amigos no facebook, comunidades no tumblr e queixas no twitter."@babadocerto 3 days ago
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