Talvez você já tenha visto ele por aí nas redes sociais. Fabiano Moysés é uma bee de Cariacica que tem um sonho: entrar no BBB 12, edição deste ano do reality show global.
Várias pessoas pelas redes sociais estão entrando na campanha inclusive alguns famosos como a galera da banda Uó e o Evandro Santo, o Christian Pior:
A bee é uma simpatia de pessoa, a conheço pessoalmente, faz Comunicação na Ufes – claaaaaaaro – e arrasa nos modelões (não sei se viram ela fervendo horrores no trio da Brûler na Parada de Vila Velha). Mas para conhecê-la melhor vejam o vídeo de inscrição da munitãm:
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Imagine como ia ser bapho ter uma beeloo daqui do estado fechando no Big Brother Brasil! E ele já prometeu fazer mil merchands do blog lá na casa! Nós queremos é chamar atenção do Boninho, então… GRITEM!
Sabe a novela das sete que acabou, Morde & Assopra, aquela bem bobinha de dinossauro e robô? Quem viu a novela – eu só via alguns pedacinhos en passant – sabe que havia uns personagens que rolava uma certa tensão sexual gay. Eu já estava achando tudo uó, porque pelo pouco que vi percebi que íamos para mais uma novela em que no final as beeshas viram héteros e terminam apaixonadas por rachas. LEDO ENGANO! Waldyr Carrasco sambou na nossa cara e deu um final surpreendente – e feliz! – pras bees!
A bee que ia casar abandona a noiva no altar e foge com a outra bee que vivia fantasiada de mulher! No caminho encontram outros dois personagens, uma bee e um cafuçú chucro, que durante toda a trama viviam num clima meio estranho de amor e ódio. Todos eles se juntam num fusquinha branco – com um lenço com estampa de arco-íris amarrado na antena – e vão pra onde? São Paulo, claro!
Clica na imagem para ver a cena toda:
“Eh, pessoal! São Paulo que aguarda nóis!”
Relembre algumas cenas gays da novela aqui, aqui e aqui.
A versão brasileira do programa mais babadeiro de estilismo, Project Runway, que é um celeiro de sensações do mundo do design de moda, estreia no próximo sábado (17). O programa brazuca se chamará “Projeto Fashion” (aloka!), vai passar na Band (!!) e terá a Dri Galisteu no comando, juntamente com o rodadíssimo Alexandre Herchcovicth, o Mcqueen brasileiro… quédizê.
Olha a chamadinha:
Será que vai ser bapho como o seu irmão estrangeiro? Vamos acompanhar...
Morreu ontem, terça-feira (2), aos 80 anos, o ator Ítalo Rossi, no Rio de Janeiro, reconhecido e premiado por centenas de trabalhos na tv, no teatro e no cinema . Não sabe quem é? Era o seu Ladir, do ‘Toma Lá da Cá’, um dos programas mas gays que a TV basileira já produziu. E o mais engraçado! Vamos relembrar?
Provocações sempre foi meu programa de entrevistas preferido, porque além de ter uma estética diferente (soturna), o Antônio Abujamra sempre se permite fazer umas perguntas existencialistas aos entrevistados. Vejam como foi o encontro destes dois ícones tão dispares:
A rede Globo, o ícone mor da grande mídia no Brasil, tem andado apoiando as causas LGBTT em seus programas. Na semana passada, o personagem Eduardo, papel de Rodrigo Andrade na novela Insensato Coração, revelou estar confuso com sua sexualidade e que sempre teve atração por “caras”:
Isso disparará na novela as discussões sobre homofobia. No mesmo dia, no quiosque de Sueli, mãe de Eduardo na história, que é um point gay, ela, um de seus funcionários e um cliente, ambos gays na trama, discutem a violência em razão da homofobia, inclusive dando números de assassinatos e falando da necessidade de denunciar. Veja a cena aqui.
Afora isso, a Globo lançou com o canal Futura uma reportagem especial MUITO LEGAL sobre discriminação sexual nas escolas, tão legal que merecia ser incluido no kit ‘Escola Sem Homofobia’ e distribuido pra todas as escolas, pela forma tranquila e sensível como eles encaram este tema tão difícil. Clique na imagem abaixo para vê-lo:
O programa dominical Eliana (SBT) vai investir no mundo das drag queens. A partir do próximo domingo (29), irá ao ar o Concurso Bate-Cabelo. A ideia é mostrar qual é a travesti que consegue girar mais a cabeça, deixando o cabelão balançar. A dança ousada, que se concentra em remelexer o pescoço em alta velocidade, é bastante comum em performances nas boates gays. Para apresentar o quadro, Eliana vai contar com a ajuda da drag Robytt Moon, considerada a rainha do bate-cabelo no Brasil.
Cadê Raysla Tempestade? Christinny Walker? Ryslen? Elétrika? L*ra F*ce? Vamô tirar o perucão do armário e botar na Q-Boa, gatãms? Vamô ensaiá?
Ontem, na novela ‘Amor e Revolução’, as personagens Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Gisele Tigre) deram um beijão de língua! Achei ótimo o diálogo porque parece até metalinguístico, ou seja, parece que elas falam às muitas reações que os telespectadores teriam a cena. AMAY!
Que Ti Ti Ti é a novela mais babadeira no ar não há dúvidas. Tem a Jaqueline que é uma trava louca, as bee pintosa fashionistas, viuvez gay e agora tem uma gay saindo do armário. Olha que coisa mais fofuluxa foi essa cena que foi ao ar no sábado, quando a bee no armário (ex de Jaqueline), Tales, assume sua paixão pelo Julinho.
Não sei se todos tiveram oportunidade de assistir a excelente reportagem apresentada pelo Fantástico ontem a noite (09/01):
Vocês imaginam quanto é importante esse tipo de matéria (e com esse tipo de enfoque)? Ainda bem que os jornalistas tiveram a sensibilidade de não mostrar o chamado “outro lado” e entrevistar algum neonazista dito cristão para enfraquecer as questões realmente relevantes aqui que são os direitos civis negados a uma parcela dos indivíduos brasileiros.
É imprescindível que a sociedade discuta essas questões. Não podemos ser esquecidos dentro do debate público e político, e por mais que critiquemos a grande imprensa ainda tem o poder de agendar os temas das conversas na sociedade. Que fique o exemplo.
Para quem ainda não ficou sabendo, ouça a mensagem do Arnaldo Jabor veiculou ontem, tanto na CBN quanto no Jornal da Globo. Muito enfático, ele repudia a violência contra os homossexuais recentemente mostrados pela mídia. Arrasô!
O que diz nossa TV sobre os gays? Feito para o Enuds deste ano, o vídeo abaixo mostra “reflexões sobre as representações identitárias construídas pela televisão brasileira abordando os gêneros e as sexualidades”. “O homem gay e a mídia” é de Fernanda Robusti. Vejam:
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