Posts com Tag ‘transcol’

Caraca, moninha, que isso?!

11/02/2012

Olha, ou eu estou muito gostoso – e nem estou em minha melhor forma, ao contrário longe disso – ou essas bees estão MUITO saidinhas – o que eu acho BEM mais provavel. Até eu ando me chocando com os flertes agressivos que elas tem dado no meio da rua com o sol do meio dia rasgando o cérebro da gente e pra me chocar é difícil, hein.

Só essa semana foram três. Numa delas eu descia do Transhca inocentemente e quando passei por um cafoo dumda ele virou e deu aquela clássica chupada barulhenta nos lábios “shhhhhhhhhh” e me mandou um olhar de volúpia! O.O Só faltou cantar ♫ “delicious delicious this way you gonna kill me...”♪

Minha cara quando essas coisas acontecem...

Bizarramente neste mesmo dia um cara (passiva, certeza!) teve a audácia de me abordar na rua e falou na maior cara de pau “Desculpa chegar assim, mas eu queria te dizer uma coisa, posso?”, pensei “lá vem merda”, e ele “você é muito gostoso sabia, adorei este seu estilo rock’nroll (?)”. Quando falei que era comprometido ele deu um mini piti ainda, acreditam?

Eu pensei que já tinha ganhado minha semana, estava com a auto-estima lá nash picash, até que ontem estava no trashca (sempre), mas dessa vez com meu boyfriend. Porém o ônibus estava tão lotado que nos separamos ele ficou antes e eu depois da roleta.

"Me dá seu corpo nu!"

Lá tinha um boyzinho – esse, enfim, bonito – que eu olhei de boa pra ele e ele já veio com aquela cara maliciosa. Disfarcei. Desci do bus no terminal e quando desceu o boy veio convicto em minha direção com aquela cara de “eu quero seu corpo nu”. Apavorado disfarcei daquele jeito…

Gente, o que está acontecendo em Vitorinha?! Dormi um década e as coisas mudaram assim? Eu que fui sonso e nunca percebi? São os hormônios que colocam no frango? Hoje, no Globo Repórter… [que piada velha, comecei o ano com piada velha]

Me respondam: elas que estão safadjeenahs mesmo ou é meu corpo evidentemente sensual que provoca este tipo de volúpia irresistível nos boy de tanta sedução, de tanto sex appeal que tenho?

quédizê.

Como tornar o transcol mais interessante

12/04/2011
Calma, deixa eu afastar pra você passar

Calma, deixa eu afastar pra você passar

Tirando as ricas, 98% das leitoras aqui trabalham ou estudam longe de casa e precisam pegar o transhca pra chegar ao local.

O problema é que Vitorinha está crescendo, a Copa tá chegando, e a gente precisar encher o garáleo todo de obras pra receber os turistas, resultado: Trânsito infernal.

Então, o jeito é fazer alguma coisa para passar o tempo… algumas lêem um livro, outras estudam pra prova que vai ter daqui a uma hora, e as mais fervidas aproveitam pra catar um bofe proletariado no balanço do busão. Mas a unanimidade é o bom e velho MP3.

As gays colocam o set do DJ Paulo Pringles e vão de casa até o trabalho dublando as divas. Só que… por que não tornar isso MAIS interessante? Cata o vídeo:

Vou te contar que eu prefiro ouvir músicas mais calmas no caminho pra Ufes, tipo uma Corinne Bailey Rae ou Carla Bruni. Mas com esse vibrador, melbeim, eu toparia até ouvir Smells Like a Teen Spirit do Nirvana.

Inclusive, eu estou pensando aqui numa série de músicas que poderiam ser agradáveis com a vibração… imagine aquelas músicas do Olodum, repletas de batucadas, menina do céu, acho que peço arrego!

SENAS da noite capixaba #7

13/02/2011

Contam que no meio desta semana estava uma bee – destas bem másculas de boca fechada que ninguém diz que é, sabe? – no ônibus municipal de Vila Velha, o Sanremo – o famoso “verdinho” -,  quando um trio de evangélicos começam a pregar. Adivinhem? Sim, começaram a meter o pau no “homossexualismo”. Vira e mexe voltavam ao assunto e a guei foi se irritando, foi se irritando… daí ela não agüentou mais!

Ela cresceu e foi pra cima deles. “Vocês evangélicos são todos alienandos“, falou gritando, “enquanto estão aqui andando de ônibus o pastor está de carro importado“. “É por isto que eu estou estudando pra ser pastor“, falou um dos homens evangélicos. “Capitalista, Jesus não pregava a humildade?!“. Os crentes com cara de “ih, deu merda“, tentavam acalmá-lo “calma, meu senhor”. E ela sem tombar pra eles “Não sei porque se preendem ao antigo testamento, já que Jesus no novo trás como base o amor e a tolerância. Se querem saber sobre a homossexualidade leiam artigos científicos sobre o tema e não criem preconceitos com base no que diz um homem ridículo e ignorante”. E a bee foi falando várias coisas e os crentes cada vez mais apavorados. Não esperavam a reação.  “Moço, vamos na nossa igreja pra conhecer nossa doutrina!“. A viada respondeu já dando sinal e descendo “Só se vocês forem na minha primeiro. Muah!

Não pude evitar!

30/07/2010

Lembram que em 1845, nos primórdios do blog, dei dicas de como flertar no Transhca e garantir a sua bimbada do dia? E vocês sabem como é essa coisa de hábito, né? A gente se acostuma a flertá e depois fica fazendo por esporte. Ontem, estava eu no terminal e bem saquei um cafuçú alto, peludo e aparentemente maludo, e fui ficando nervosa. Comecei a jogar todo meu charme e o cara nada de corresponder. Enfim, fique sacando ele até meu ônibus chegar. Inexperadamente ele entrou no mesmo veículo que eu. Continuei sensualizando no busú, pois não estou morrrta. E o bophe lá, impassível. Seguiu a viagem de 30 minutos e eu lá tentando. Eu estava indo numa reunião a trabalho e já estava atrasado, diga-se de passagem. Quando desci, bee, a outra desceu também, daí catei que ela estava me seguindo fazendo a discreta. Ele mega recatadamente, olhou meio de longe todo querendo, mas eu sai correndo como louca pra onde seria a reunião. Fiquei péssimo – por dentro!

Gato, se você estiver lendo aqui, desculpa, tá?

Oops!… I did it again!

Mui relevante

22/08/2009

Informação de absoluta pertinência aos nossos leitores. Gazeta OnLine:

transcol

Depois é só clicar aqui e correr para o abraço… tá! Você entendeu né!?

Histórias de Transcol #1

29/01/2009

transcolLembram quando acabava ‘Páginas da Vida’? “Vou te contar…” Falarei, como havia prometido, de algumas histórias que já aconteceram comigo no Transcol.

Essa foi há uns 4 anos, na época ninguém, absolutamente ninguém sabia sobre a minha (homo)sexualidade e começou fora do ônibus ainda.

Eu saía de casa quando dei de cara com um homem interessante: alto, bastante magro, cabelos loiros em início de calvice, olhos azuis, um lindo e largo sorriso, na faixa de uns 34 anos. Nos olhamos descaradamente. Fomos andando com ele um pouco a frente sempre se virando e me olhando (lembram da dica?) e eu correspondendo. Chegamos ao ponto e continuamos nesse processo. Nessas situações já começo a ficar excitado. Paramos um ônibus, um ônibus que em uma parte do trecho fica vazio pois ninguém pega por ser mais demoarado. O motorista falou exatamente isso quando fomos entrar. O engraçado foi que, apesar de estar claro que não nos conhecíamos, nos entreolhamos como quem diz ‘Vamos nesse?’. E fomos.

O ônibus estava absolutamente vazio, encaminhamos para o fundão do ônibus, cada um ed lado, cada um em uma janela.

Hummm, pára alguém pode ver!

"Hummm, pára alguém pode ver!"

Em tempo, eu estava usando um óculos escuros enormes e MP3 na orelha. Ficamos nessa situação, nos olhando. De repente, eu fiquei chocado: o cara tirou o pau para fora , já estourando de duro!!! Olhei para ele com cara de pavor, como quem diz “Você está louco?!” E ele, de volta, sorriu sacana. Ah, bee, o que eu podia fazer? Fiquei olhando, né?! E o cara cariciava seu pirú e me olhava provocante, eu fazendo carão olhava para ele (no fundo estava trancando de medo!), Num certo momento entrou uma passageira e sentou exatamente na frente dele. Você acha que ele parou, bee?! NADA! Ele me punha cada vez mais apavorado!!! E ele parecia se divertir! Só parou com essa sacanagem quando chegou um 4º passageiro e sentou na minha frente. Mesmo assim, continuamos nos olhando. Ele então, movendo  muito os lábios me perguntou, sem emitir som, se eu estaria no meu bairro a noite. Respondi que sim com a cabeça. Ele pegou um cartão em sua bolsa e pôs seu nome e telefone no verso e me deu.

Acabou que descemos juntos no terminal. Conversamos, rimos do que ele tinha feito e combinamos algo para a noite. Ele estava ficando no meu bairro na casa de um amigo dele que estava viajando. Nossa, gata, que sexo foi aquele!!! MA-RA! Lembro-me tão bem dele porque foi minha primeira e mais louca história de Transcol e por ter sido o primeiro a me dar muito prazer com um determinado tipo de sexo. Tanto que, na época, eu acabei ficando apaixonadinho e até escrevi poemas. Ai, que vergonha! Bem, é isso. Um beijinho doce para todos!!!

Eu, a dama do lotação

23/01/2009

Como eu disse no texto anterior, eu já estava para escrever sobre isso a algum tempo. Ai, uma das coisas que adoro fazer, bee, é flertar em ônibus. Paquero mesmo! Mesmo hoje, casado, continuo a fazer isso como que por esporte. Além de testar minha capacidade de sedução, minha auto-estima vai lá no alto. Na minha época de solteiro, eu fazia muito a linha dama do lotação do Nelson. Como a mulher rodriguiana, já levei vários bofes para cama. Tem umas histórias muito boas que dariam posts bem legais como quando um cara se marturbou dentro do busu ou a novela mexicana que vivi com desses casos que durou muito tempo. Em breve conto tudo por aqui, ok?

Lendo os comentários do post passado (gente, eu simplesmente amo os comentários, é a melhor parte de escreevr um blog) percebi que algumas bees são meio mosca-morta, como disse nosso leitor Venus, e tem dificuldade em flertar no ônibus. Então vou dar umas diiiiicas para a senhora arrasar no Transcolzão véio-de-guerra. Lembrando que essa é a forma como eu faço, cada um tem o seu jeito, improvisem, por favor:

  1. Use óculos: escuros e grandes. Eles permitem que você olhe bem todos que estão no ônibus sem ser notado.
  2. Perceba: Olhe bem e veja se a pessoa é do babado. Quem é gay sabe quem é gay. Se não sabe tem os meios de descobrir.
  3. Deixe que ele te perceba: Mostre que você é e que está afim. Não tô falando pra você ficar toda mole, bee. Olhe para ele, dê sorrisos discretos, levante a sombrancelha, faça gestos com a cabeça…
  4. Olhe: olhar é o mais importante se você quer ser discreto. Olhar para ele o tempo todo (isso se ele estiver te dando mole) mostra que você está afim. Se ele fizer o mesmo, tá no papo!
  5. Toque: Quando possível mantenha um toque corporal. Se vocês estiverem de pé é ótimo, toque a coxa com a coxa, o antebraço com o antebraço, tudo na discrição. Se um estiver sentado as vezes rola de roçar o pirú no ombro do outro. Enfim, se tiverem distantes, quando for descer toque-o como que sem querer.
  6. Mantenha contato: Dê um jeito de deixar seu nome e telefone com o bofe. Se forem descer no mesmo ponto, ótimo, dá pra conversar, trocar telefone e tudo mais. Agora, se não, escreva num papelzinho e entregue por acaso. Já fiz também de deixar sobre o banco e dar sinal pro cara ver. Deu certo.

Daí, bee, se tudo der certo é só finalizar e isso sei que a senhora sabe fazer. Pode me chamar de beesha do Transcol que eu nem ligo, tá? Ah, e fica a dica desse vídeo de um dos nossos leitores, a Beyonda Blue, ‘A mona do lotação’:

Pederastia em ônibus

22/01/2009

"A gente adora uma sacanagem!"

Ontem, voltava eu para casa no ônibus depois de um dia duro (ui!) de trabalho. Eu estava sentado naqueles bancos que vem de costas, com óclão na cara e cochilando (inclusive tinha um homem lindo do meu lado, quase que eu cochilei no ombro dele “sem querer”, rsrs). Bem, entre uma cochilada e outra, vi que na minha frente – sentados lá no fundo – haviam um senhor, na verdade, uma bicha barroca, toda grisalha, alta, cheia de anéis e com as pernas cruzadas pintosamente e um menino de uns 15 ou 16 anos, se tanto, parecido com o Dênis, o pimentinha. Demorei, mas percebi que tava rolando algo ali, entre os dois. Gente, vocês não imaginam quanta coisa rola em ônibus sem que ninguém perceba, estava adiando uma postagem sobre isso, mas tomei esse fato de ontem como um sinal. Vi que eles deixavam o movimento do ônibus jogar-los um sobre o outro e ficavam roçando as pernas. Pareciam não se conhecer. Não sei se já haviam combinado algo ou se acabavam de se conhecer (ou reconhecer) ali. Daí passei a finjir que cochilava e o óclão ajuda a gente a ficar olhando sem parar para qualquer um, né, bee? Quase chegando no final da viagem o velho virou pro garoto e disse – deu meio que para ouvir e li o lábio – ‘vai descer na padaria?’ e o menino safado respondeu ‘pode ser!’. O velho colocou a pasta em cima do colo e teve uma hora que foi ajeitar a mala e vi que estava excitado. O garoto – não tinha nem pêlos coitado, barba, nem pensar – tava todo encolhido provavelmente pelo mesmo motivo. O velho parecia tenso o garoto-dênis sorria. Os dois desceram juntos e foram para o mesmo lugar. Daí já não vi mais nada… Não sei porque, lembrei de mim.


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