Posts Tagged ‘ônibus’

Como saber se você está na seca

22/04/2012

Quem nunca ficou muitos meses sem sexo e se pegou se esfregando no travesseiro enquanto dormia? Super normal, agora, quando essa seca passa a te acompanhar em todos os lugares… tá na hora de cogitar a possibilidade de comprar um vibrador:

Como disse um comentador: “E assim nasce um Transformer”. hahaha

O vídeo é de 2011 SIM, é old SIM, eu não conhecia MEISHMO, e eu vou postar nesse garáleo:

Dica do Felipe

Basfond no Transcol [2]

10/04/2012

Cô licença, moça, posso me sentar ali... no teto?

Quanto amor é o Transcol, toda semana acontece alguma situação engraçada e desconcertante envolvendo as bee’s.

Dessa vez foi no 507 hoje de manhã. O 507, como vocês sabem, é um samba do crioulo doido pela manhã, é estudante da Ufes, pedreiro, recepcionista, mãe de família (COM a família inteira), velhinhos pegando 507 achando que vão parar no Hospital das Clínicas, e gente de todo o tipo.

Hoje eu, por incrível que pareça, consegui ir sentado. E ali fiquei, com meu oclão e o carão atento a tudo… entrou uma bee pocket-trava (daquelas super descoladas que usam cabelão loiro platinado e max bag “unissex”), parou no corredor, que já estava lotado, e ali ficou.

Ai mi sóuri, leidi

Pode ser muito complicado para uma bee ser encoxada no ônibus, o heterozinho pode não curtir o reflexo de rebolada que a gay tem quando sente a virilha do boy pela calça jeans, acabar em discussão, e todo mundo sabe que nós sempre somos os errados diante do argumento do “eu sou macho, porra, acha que eu vou ficar relando em bunda de viado?”

Por isso, para evitar, a gente costuma dar aquela viradinha de lado ou uma trancada no edi, pra que nada encoste em nada. A gay fez a mesma coisa, eu a vi tentando evitar o velho tarado que se aproximava, com mais dois amigos.

Só quando tô de bom humor

Ele parou atrás da bee, com a desculpa de que não tinha como andar (e realmente não tinha mesmo hahaha), virou pro lado dela, armou a peeca, e ali ficou roçando como quem não queria nada. Até então eu pensei que ele estava super desconfortável naquela posição, incomodado.

Mas nada disso, ele olhava pros amigos e ria, como se estivesse dizendo “Tô encoxando a bichinha, olha lá ela gostando”.

E a gay começou a ficar poota na paulista, e aposto que só ficou porque o cara era mais feio que bater em mãe. Se fosse bonitinho, certeza que carimbaria o telefone do celular dela na neca do boy.

Mas o tarado não parava de se esfregar, e a fúria de Marimar começou a se manifestar na pocket-trava… a gay perdeu a paciência, virou e falou pro ônibus inteiro ouvir:

“Você vai parar de roçar esse piru nojento em mim ou não? Tá achando que minha bunda é lixa pra você esfregar até gastar, porra?!”

Eu e todo o ônibus rimos em coro, e o tarado logo deu um jeito de saltar no próximo ponto, todo envergonhado.

Sai vazado, véi!

Basfond no Transcol

07/03/2012

O sonho de consumo de qualquer bee mentalmente sã

Rá, gatas, peguei um Transcol hoje para ir à Ufes, néam? Normal, certeza que a maioria de vocês faz o mesmo diariamente pra pegar no batente.

Estava eu dentro do 501, num sol do caralho, liiiiiind… é, estava eu no 501, num sol do caralho, e quando chegamos no Shopping Praia da Costa, entraram dois rapazes:

Um bombadinho, másculo, branco, olhos claros, cabelos pretos… mas viado. Porque a gente sabe, pode ter o corpo inteiro de homem, o jeito de homem, mas se bater o olho no olho, a gente sabe que é viado. Boi preto reconhece boi preto e o nosso gaydar é tão apurado que se o boy olhar demais ele vira pedra, igual na história da Medusa.

Tente não manjar

O outro, um loiraço de 1,90m, a cara do Sawyer do LOST, sem camisa, só de bermuda cargo, cabelos curtos, olhos azuis, sonho de consumo de qualquer bee. Certeza que se você visse o boy daria “oi” de costas pra ele.

Terceira ponte vai, terceira ponte vem… e o bombado começa a olhar pra neca do loiro. Olhou, desviou o olhar, e continuou olhando pra frente. Depois de novo, e mais uma vez.

O loiro, muito do desconfiado, olhou para a própria neca e depois para o bombadinho… pensei: “Ui, vai rolar uma pentada”. E o bombado também, tanto que começou a olhar freneticamente para a neca do loiro… porque será que esses encubados são sempre passivos? É desanimador.

O loiro deu sinal e chegou ao seu destino, mas na saída…

Esbarrou no bombado com força e gritou em alto e bom som:

- Vai manjar a rola do capeta, viado!

BEESHAS! O transcol INTEIRO parou na cara do bombado, ele ficou rosa da cor do meu edi e saltou no próximo ponto, todo constrangido.

É por isso que eu digo, bee’s, pegação no Transcol é como ir a um baile funk, as chances de você foder são as mesmas de você SE foder.

NHAC!

Momento auto-promoção

04/04/2009

Ônibus lotado e passando pela Reta da Penha.No banco da frente dois rapazes conversam:

-Eu queria saber onde aqui a mulher ficou pelada!
-Alguém tirou a roupa aqui?
-Rapá (abaixando a voz),você nunca leu o
Babado Certo não?

Por essas e outras que me divirto dando pinta por aqui. Adoro ouvir comentários sobre o blog!Mesmo os mais escondidos!

-Chocada que você nunca leu o Babado Certo!

-Chocada que você nunca leu o Babado Certo!

Um bom Carão é tudo!

08/03/2009

Acredite na beleza!

Acredite na beleza!

Tem algo mais chato do que festinha de criança? Sim. Uma festinha de criança com tema de baile funk! Com uma família  excêntrica, nem questiono muito a temática de nada. Depois que um amigo bêbado, dublou a Rihanna em um aniversario meu e minha mãe arrumou um vestido para ele…Espero qualquer coisa dessa gente!  Voltando dessa festinha peguei um ônibus para casa. Estava concentrado a não ouvir os gritos do pastor que pregava no coletivo em movimento, e contava mentalmente quantas vezes ele falava que o homossexualismo era um pecado (foram 6x), quando pela porta entra duas pintosas.  O meu primeiro pensamento foi: Agora fudeu! Esse pastor vai falar até o meu ponto. Como estava atrás da roleta, fiquei observando a entrada das duas bonitas, e digo que a produção era bem popular, mas, com um certo charme suburbano.Ao chegarem na roleta, um cara que estava nos bancos da frente deu um tapa na bunda da mais novinha.Muito envergonhado ele continuou a andar e tentar passar a roleta, sem muito sucesso, já que o escroto levantou e foi atrás dele dando outro tapa. Com uma cara séria, pediu para que o babaca parasse, e como resposta teve um sonoro -“Parar o que se eu sei que você gosta!”. Eu já  puto com a situação, me preparado para entrar na briga com todo meu conhecimento de luta de reprises de Karate Kid na  Sessão da Tarde. Acha que precisou?  A gata olhou para o babaca, e com o melhor olhar de nojo, passou a roleta com passadas de deixar a Gisele bege, e sentou no seu melhor “Nem cú, quanto mais fiança pra você!”.

Lição do dia: Nunca subestime o poder do carão de uma beesha!.

Guia Vix de Pegação – Os Terminais

03/02/2009

Passe livre pra Pegação!

Passe livre pra Pegação!

Depois de uma longa pausa, volto com mais um capítulo do Guia mais Babadeiro que Vitória já viu! Estavam com saudades, moninhas? Pois é, como eu disse no meu texto passado, para entrar na dica de hoje só pagando – mas, nada que um cartão de vale transporte ou passe escolar não resolva! Quem nunca precisou passar por um terminal do Transcol uma vez na vida? Todo mundo passa por lá, não tem jeito. Até as finas uma hora tem que pegar um busão e sair correndo pra não perder a baldiação. O

s Terminais de Ônibus são hiper movimentados e onde tem muvuca, tem bicha causando!!! Bem, são vários terminais (Campo Grande, Carapina, Dom Bosco, Ibes, Itacibá, Jacaraipe, Laranjeiras e Vila Velha) e ainda virão mais dois novos. Por mais, que Tchynna seja uma desbravadora, nunca estive em todos os terminais e confesso que não é das pegações que mais me atraem, masssss o babado é certo.

As beeshas devem estar se perguntando: onde rola a pegação lá? A resposta é mais que óbvia: nos banheiros. Sim, todo terminal tem pelo menos dois banheiros e eles são sempre movimentados – e sujos! Ou seja, precisa de coragem para fazer pegação neles, mas garanto que vale a pena. As estratégicas são parecidas como as de qualquer outro banheiro, porém sempre tem suas peCUliaridades e é isso que vou falar!!!

Pra que ficar nessa muvuca?
Pra que ficar nessa muvuca?

Quero deixar beeeeeeeeeem claro que minhas dicas não se aplicam ao “banheiro” do “””””Terminal””””” Dom Bosco – muitas aspas. Genthy, aquilo é O erro! Quando preciso passar por ali fico com um horror! Não entendo porque a Ceturb ainda mantém aquele lugar que era para ser temporário e já dura a décadas. É uma confusão, uma sujeirada e pensem na época que não tinha roleta!!! Me recuso a entrar naquele banheiro, prefiro me jogar na Beira-Mar. Feito o aviso, vamos lá…

Como eu avisei, não conheço tooooodos os terminais e não posso dar dicas mais específicas – não vou falar onde me especializei para o povo não me identificar, haahha. Confesso que fiquei louca em conhecer o banheiro do Terminal de Jacaraipe – novinho em folha – mas, quem vai para aquele lugar, bee??? Dizem que a pegação em Campo Grande é a das mais fortes – alguém confirma? Já soube de casos de beeshas fervidas que fazem maratonas indo de terminal em terminal! Fico passada!!!

T.Jacaraipe, o mais novo point

T.Jacaraipe, o mais novo point

O lance em comum do terminal é ser discreta. O povo que pega lá é na maioria HSH e jura que não é gay (muitos nem são mesmo, só querem um bola-gato). Outra coisa, ali não é Shopping Vitória e o povo pode ser mais bruto mesmo. Além disso, a maioria frenquenta para os devidos fins, se o cara não der mole, NÃO insista!!! O melhor horário é o de pico (me controlarei para não fazer o trocadilho) e fim da noite. Já nos outros horários é beeeeeem mais difícil – a não ser que cate fora e leve lá para dentro. Enfim, é o melhor lugar para pegar cafuçus da Grande Vitória.

Dicas Certeiras da Tchynna 

- Seja discreto. Entre no banheiro e faça o levantamento de bofes os mais rápido possível. Se não tiver na interessante, finja um xixizinho e corra pro outro banheiro, mas faça o caminho mais longo porque ninguém precisa notar seu movimento.

- Caso esteja num momento de entre safra, saia e espera na fila de ônibus mais proxíma. Ficar lá dentro, além de insalubre e dar muita pinta. Na fila, ninguém vai reparar e ainda a pessoa que estiver atrás de você vai ficar feliz quando você abandonar o lugar para ir atrás do cafuçu escandalo que uma hora vai aparecer!

- Bill, ninguém mais acredita no truque do lavar a mão, escovar os dentes e tirar espinhas. Se ficar muito tempo, o povo já sabe: bicha pegadeira na área. Fora que quase nunca há espelho nesses lugares. Bicha, você não está no shopping!

- Tudo tem que ser muuuuuito rápido. Indentificou o bofe, rolou o olhar, tem que agir logo. Muitos só fazem a pegação no intervalo entre um bus e outro, e no horário de pico é coisa de 20 minutos, no máximo. Nada de romance, “me apaixonei no seu olhar” ou coisa do tipo. É cair de boca – ou botar pra rezar!

- Silêncio é sempre essencial. Nada de ficar miando ou se achando o leão fodedor lá dentro. Fuder em banheiro público ainda não é bem visto por essa gente careta e covarde. E os bofes no armário também fogem de bichas tagarelas e escandalosas.

- O olhar é tudo. Aprenda a decifrar olhares de “venha cá”, “entre ali”, “espere um pouquinho”, “me chupa”, “me come”, “deixa eu meter”, “vou gozar”, “na minha boca nãoooo”, “te odeioo – cospe” e “eu vou sair primeiro”.

- Pegar cobrador e motorista é fetiche, eu sei, mas a probabilidade de pegar um lá é não é muito maior que nos outros pontos. O motivo é simples: a maioria está ali em horário de trabalho e logo, vão estar fazendo uma nova viagem. Se pegar um nesse intervalinho terá que ser mais rápido ainda. Torça para pegar em fim de escala!

- Beesha exxxperta já identifica as presas ainda no baculejo do ônibus. É a melhor maneira de pegar. Rola aquele flerte no 500, 800, 600 e alguma coisa e na hora de descer é ir para o banheiro. É só esperar o momento e se jogar no reservado.

- O mictório é o melhor lugar para ver se rola. Ponha o pau pra fora e de uma olhadinha beeeeem de ladinho no pau do lado. Se ele ficar muito tempo lá, desconfie, pois geralmente quando chega outra pessoa quem não curte se apressa em sair. Agora, se a neca tiver dura… faça ela amolecer já!

- Reconhecer bem o território é a maior arma que uma bee pode ter. Saber qual torneira funciona, qual reservado tem tranca e qual parede reflete quem entra e quem sai, é fundamental! A concorrência é grande e as que já sabem os truques arrasam!

- Leve tudo que a senhora ache que possa precisar. Sabonete, camisinhasssss, KY, álcool, papel higiênico, toalhinha, base, gloss e halls preta. Nada, mais nada disso você encontrará lá. Se a descarga estiver funcionando fique feliz.

- Nunca vá de chinelo. O chão dos banheiros dos terminais estão sempre molhados e empoçados. Sempre tem um vazamento de água. Reflexo do descaso do poder público para esses espaços de socialização! Calçado fechado é a melhor forma de evitar uma micose ou uma água de chuca no seu pé!

- Tem que ter coragem. Banheiro fede, a senhora limpa, joga sapolho, candida e cloro e não adianta. Agora imagina lá, onde não dá para limpar direito? Então, queridaaaa, respire fundo antes e segure o ar lá dentro. O melhor é ir de nariz entupido!

- A senhora já percebeu que não está rolando naquele dia, então não banque a masoquista. Vá para casa e deixe para outro oportunidade. Mas, se tiver tempo, pega o primeiro ônibus e se joga em outro terminal. Afinal, você já pagou R$ 2 mesmo.

É isso!!! Agora, eu quero que beeshas se joguem nos comentários e me contem as aventuras delas! Quero detalhes! Podemos fazer um raking de qual é o melhor Terminal para se fazer pegação e quem é o cobrador mais delícia!!! Vamos lá, suas bichas, arrasemmmmm!

Beijuxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Histórias de Transcol #1

29/01/2009

transcolLembram quando acabava ‘Páginas da Vida’? “Vou te contar…” Falarei, como havia prometido, de algumas histórias que já aconteceram comigo no Transcol.

Essa foi há uns 4 anos, na época ninguém, absolutamente ninguém sabia sobre a minha (homo)sexualidade e começou fora do ônibus ainda.

Eu saía de casa quando dei de cara com um homem interessante: alto, bastante magro, cabelos loiros em início de calvice, olhos azuis, um lindo e largo sorriso, na faixa de uns 34 anos. Nos olhamos descaradamente. Fomos andando com ele um pouco a frente sempre se virando e me olhando (lembram da dica?) e eu correspondendo. Chegamos ao ponto e continuamos nesse processo. Nessas situações já começo a ficar excitado. Paramos um ônibus, um ônibus que em uma parte do trecho fica vazio pois ninguém pega por ser mais demoarado. O motorista falou exatamente isso quando fomos entrar. O engraçado foi que, apesar de estar claro que não nos conhecíamos, nos entreolhamos como quem diz ‘Vamos nesse?’. E fomos.

O ônibus estava absolutamente vazio, encaminhamos para o fundão do ônibus, cada um ed lado, cada um em uma janela.

Hummm, pára alguém pode ver!

"Hummm, pára alguém pode ver!"

Em tempo, eu estava usando um óculos escuros enormes e MP3 na orelha. Ficamos nessa situação, nos olhando. De repente, eu fiquei chocado: o cara tirou o pau para fora , já estourando de duro!!! Olhei para ele com cara de pavor, como quem diz “Você está louco?!” E ele, de volta, sorriu sacana. Ah, bee, o que eu podia fazer? Fiquei olhando, né?! E o cara cariciava seu pirú e me olhava provocante, eu fazendo carão olhava para ele (no fundo estava trancando de medo!), Num certo momento entrou uma passageira e sentou exatamente na frente dele. Você acha que ele parou, bee?! NADA! Ele me punha cada vez mais apavorado!!! E ele parecia se divertir! Só parou com essa sacanagem quando chegou um 4º passageiro e sentou na minha frente. Mesmo assim, continuamos nos olhando. Ele então, movendo  muito os lábios me perguntou, sem emitir som, se eu estaria no meu bairro a noite. Respondi que sim com a cabeça. Ele pegou um cartão em sua bolsa e pôs seu nome e telefone no verso e me deu.

Acabou que descemos juntos no terminal. Conversamos, rimos do que ele tinha feito e combinamos algo para a noite. Ele estava ficando no meu bairro na casa de um amigo dele que estava viajando. Nossa, gata, que sexo foi aquele!!! MA-RA! Lembro-me tão bem dele porque foi minha primeira e mais louca história de Transcol e por ter sido o primeiro a me dar muito prazer com um determinado tipo de sexo. Tanto que, na época, eu acabei ficando apaixonadinho e até escrevi poemas. Ai, que vergonha! Bem, é isso. Um beijinho doce para todos!!!

Micônibus

07/12/2008

onibus1Nem contei: sexta de manhã, eu estava no ônibus 507 lotaaaado, já na Reta da Penha, ouvindo, com fone, drag musics, no celular. Eu estava ouvindo o cd “Bate Cabelo, Bee!“, mas especificamente “Parou Viado”, da Yohanna Venturini. Eu fazia  a discreta (por fora, porque por dentro eu saltitava louca com os braços erguidos), quando de repente passa um cafuçu e sem querer despluga o fone do meu celular. Ai, bee, quando isso acontece o som sai pelo auto-falante do aparelho e sai ALTÍSSIMO.

“Luxo, tudo, bixa que cara é essa?!”,

ressou por todo o veículo. Bege, fiquei bege! O que aconteceu depois?! Sei lá, mona, desci no primeiro ponto que apareceu! Rachacara!!!


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