Gente! Esqueci de contar pra vocês o babado que aconteceu no Escritório Bar (Praia do Canto) nesse feriado de terça-feira.
Estávamos nós, a nata das guei mais fervidas de Vitorinha, descendo baldes e mais baldes de cerveja no Escritório, causando frisson e chocando a sociedade. Eu já tava de saco cheio de ter que descer pra fumar, e resolvi dar umas tragadchênhas no cigarro da minha amica, eis que o garçom surge e fala:
- Hey! Não pode fumar aqui não, ok?
Eu, muito educadamente, sabendo que estava errado, disse que tudo bem, e parei, mas, o imundo, não satisfeito em exercer seu dever, soltou a pérola:
- Depois vocês reclamam que nós tratamos mal a “sua gente“! *Adicione aqui uma colher de sopa de deboche*
Eu ia dar bafão, juro, mas minha amiga me puxou na hora pra me contar que tinha aquendado a sapa no banheirón, o que desviou minha atenção…
Agora… pensem comigo, o que ele quis dizer com ‘sua gente’? O que torna a ‘minha gente’ diferente da ‘gente dele’? Porque eu vou te contar, eu sou bafoenta? Sou, subo na cadeira? Subo, pego mulher enquanto todo mundo pensa que eu sou viadinho? Pego sim! Mas NUNCA ofendi ninguém para merecer ser ofendido, e respeito sempre quando sou respeitado.
Estarei lá novamente nesse fim de semana e quero ter uma conversa séria com esse garçom, porque melbeim, pagando R$ 4,50 numa cerveja que deveria custar R$ 3, o mínimo que eu mereço é ser tratado com educação. Senão, para quê mais serviria esse absurdo de imposto?
Gatas, tenho um basfond fortíssimo! A Ink me mandou um e-mail falando sobre uma promoção que vai passar a acontecer toda quinta e sexta-feira, no Bar Charger (Aquele mesmo lá no Triângulo que BOMBOU no último jogo). Tudo bem que também mandou pra tooooooooodos os contatos do Orkoot, mas vale a pena postar. Cata:







