Gente, olha que legal! Esse rapaz hétero (hauhahauhauahuahuahuahuahuhaua) fez um daqueles vídeos em que a própria pessoa faz todos os trabalhos musicais, edita e junta tudo depois com os clássicos da Neide: “Crazy”, “Oops… I Dit it Again”, “Circus”, “Toxic”, “Womanizer”, “Piece of me” – minha preferida de longe – “Hold It Against Me”, vulgo “oh oh oh oh” e outrash… Qüenda:
Será que ainda dá tempo de eu aprender música ou já estou cacura demais? Quero fazer o mesmo – sou invejoso!
Aliás, vendo assim as músicas de BritBitch a gente até lembra porque ama essa racha louca, né?
O Espírito Santo é um produtor de grandes divas amadas por gays. Natércia Lopes, Elaine Rowena, Marcela Lobbo, Idalina Dornellas são algumas delas. Agora surge uma “nova” promessa. Enfim, pra mim é nova, não sei se vocês conheciam… Cata a racha:
Renata Penyche!!! Por que eu amei?
Eu achei essa mistura de eletrobrega, música gospel e pop internacional sen-sa-ci-o-nal!
O tema da música são as gays.
No clipe, ela segura um bandeirão gigante do movimento LGBT em pleno Morro do Moreno com a cidade ao fundo, arrasô!
Pela produção babadeira, já dá pra catar que tem bee por traz, ainda que trabalhando na precariedade.
Ela é uma Stephany Cross Fox melhorada e capixaba!
Lembra que falamos aqui sobre o lançamento do novo clipe da Kelly Key agora de olho no mercado internacional? Então, cata:
Posso falar? Quero te dar, quero te dar, dá dá dá dá dá dá dá dá dá E não é que ficou magia o clipe? Tá básico – muco platinado, pegação, um monte de gente fazendo coreô… -, mas ficou bem divertidinho.
Não sei se eu estou preparado pra viver em um mundo em que Kelly Key é diva pop in the world, mas já quero me jogar na boate ao som desta música. Já tá tocando, gente? Lógico quem não supera e nunca superará a clássica, néam?
Vocês já ouviram falar da Patrícia Mel? Muito provavelmente sim, ela é conhecidíssima na noite de Vitória e agora vai lançar seu novo single, com a participação do Dj Edson Pride, nesta quarta-feira (18), lá na Bubu, em Sampa. Não é delícia?
Então, cata um pedacinho da música na versão do Dj Robert Belli, que também vai entrar no pacote final:
Eu achei um amor, e fico super feliz quando trabalhos cabixabas fazem sucesso em outros estados, como foi com Ângela Jackson e o Dj Ranlusy.
Mas não se desespere, se você curtiu a música, mas não tem aqué pra viajar pra São Paulo, assim que sair a versão final do single eu postarei aqui pras senhoras, okay?
Agora é nossa vez! Neste clima goshtoso de retrospectiva, vamos relembrar os 5 melhores momentos da pop music que mais nos marcaram em 2011? Aquelesh que levaremos na memória e em nosso heart ♥? Vamash:
3 – Beyoncé e a performance de Run the Word (Girls) no Billboard Music Awards
Este ano ela deu o que falar por conta de sua gravidez – que chegou-se a suspeitar ser falsa. Lançou um álbum (4) e vários clipes. Mas o que realmente deixou o mundo de queixo caído foi a performance fabulosa do single Run the Word (Girls)! Foi acusada de plágio e copiadíssima. Arrasa, Bey:
O fenômeno Adele, por si só, foi a grande revelação deste ano. Desbancando várias divas, a gordinha deu nó na garganta de muitas bees embalando crises de dor de cotovelo… Sem dúvida É a diva gay do ano:
Ana Carolina é quase uma unanimidade no mundo das lésbicas: todas a cantam, todas a desejam! Que sapatão nunca teve fantasias eróticas ao som dessa voz rouca maraviglhoooosa, hein? E para vocês, Aninha fez seu novo cleepe, todo trabalhado no sensualização fanchônica, cata:
Eu amo o cantor Criolo e seu álbum “Nó na Orelha” (especialmente a “Não existe amor em SP“), agora tenho mais um motivo pra amar. Olha o coió que ele deu no apresentador punk Clemente! Ao ser comparado de maneira maliciosa ao cantor Fred Mercury respondeu dizendo ser uma honra e pra completar provocou dizendo que Ney Matogrosso era outra inspiração dele. Arrasô!
“Já que você tocou nesse termo, eu respeito todas as opções (sic) das pessoas. Não vou rir. Até parece que é defeito um cara ser homossexual. Eu não sou homossexual, mas jamais vou usar como chacota esse tema”
O mundo não seria um lugar bem melhor se houvesse mais gente que pensasse assim? E as minorias que um dia sofrem preconceito e no outro querem subjulgar as outras? tsc tsc tsc. Longe de mim insinuar qualquer coisa, mas olha um dos comentários do vídeo:
Significa?
Acho que cabe bem aqui dois versos da música citada no início do post, do próprio Criolo, “…morra afogado em seu próprio mar de féu/ aqui ninguém vai pro céu!”
Fora que, além de elegante, talentoso e inteligente, o Criolo é um cafuçú delícia, né?
Os ingressos custam R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro (3132-8399/8396/8398 ). O espetáculo é benefecente e a renda é toda revertida para a causa.
E não se esqueçam: a maior doença é o preconceito!
Eu não sei ainda se é verdade, mas desde hoje de manhã vários sites estão divulgando que o “cantor” Latino vai fazer uma música com Ricky Martin. Segundo Latino, “seria uma história sobre dois gays, mas com uma irreverência nunca antes vista”.
Humpf, o que o desespero não faz né? Resta saber o que seria capaz de sair da cabeça de quem há pouco tempo cantava jóias da Música Popular Brasileira, como “Festa no apê” e “Tem culpa eu, tem culpa Kátia”.
Um dia fui convidado para fazer parte de uma mesa redonda, numa faculdade particular, para falar sobre o blog. Antes de mim, um dos alunos de lá fez uma apresentação sobre cultura LGBT e disse que ela era Madonna, Gaga e cia, bate-cabelo, boate, drag-queens etc. Ontem, dei uma entrevista e as pergunts sobre este tema iam de certa maneira ao encontro desde equívoco. Daí vi a necessidade de chamar vocês pra discussão deste tema.
Não há cultura LGBT. Há culturas e algumas delas são incorporadas por grupos com alguma determinada identidade sexual! Por exemplo, o homossexual masculino urbano classe média costuma ter um mesmo gosto devido a um comportamento de grupo próprio das tribos das grandes cidades, advindo muitas vezes dos lugares que frequentam (sim, boates, sim, falo de nós). Vão desde música eletrônica com remixes de divas pop, passando por danças como o bate-cabelo e até linguagens próprias como o bajubá.
Assim, a “cultura” individual pode variar pelos ciclos de relacionamento que sofrem fatores como classe social, idade e região onde vive. Vemos na internet que muitos gays do norte/nordeste frequetam – num sentido mais amplo – as músicas regionais como forró, tecnobrega etc. A personagem mas recente a Lohane V. S. S. B. H. H. H. R. L. B. Icekiss que é maranhense curte as chamadas música de boi, cultura típica da regiaõ onde vive. Outro exemplo: sabemos que há tribos de roqueiras que também são tomadas por pessoas como uma identidade sexual homossexual. Tem as gays do axé! Assim, no quesito ídolo, essa preferencia vai variar com o gosto das diversos grupos em que se está inserido o índividuo e também seus próprios gostos pessoas (eu e meus amigos não gostamos de TODAS as mesmas músicas).
Reafirmo: a cultura independe da prática sexual. Se somos gays é porque fazemos sexo (no meu caso, amor) com pessoas de mesmo sexo e isso de forma alguma significa que frequentamos os mesmos lugares, ouvimos as mesmas músicas, nos comunicamos da mesma forma, temos as mesmas religiões ou filosofias…
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