
1 – Chile, a embaixada do Reino Unido amanheceu com a bandeira da diversidade sexual.
2 – Manifestantes na Índia.
3 – Casais se beijam em frente à prefeitura em Montevidéu, Uruguai.
4 – Em Cuba, Mariela Castro, filha de Raúl Castro, se junta a manifestantes em Cienfuegos.
5 – Casal em ato contra a homofobia na cidade de Coimbra, em Portugal.
6 – Mordaça em protesto contra a repressão a homossexuais na Geórgia.
7 – No Paraguai, casais homossexuais se beijaram em lugares de grande circulação.
8 – Vigília com velas na Índia; ativistas protestam contra violência a homossexuais.
09 – Manifestantes exibem bandeira gigante na capital da Nicarágua.
Foi em 17 de Maio de 1990 que a Assembleia Geral da Organização Mundial de Saúde decidiu retirar a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Sendo este um marco muito importante na defesa dos direitos LGBT, esta data foi estabelecida como o Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia e a Transfobia.
Traduzindo, ser gay deixou de ser doença.
Com o lema “Homofobia tem cura: educação e criminalização”, aproximadamente mil pessoas se reuniram (16/05) na Praça dos Três Poderes em Brasília para a 3ª Marcha Nacional contra a Homofobia. Entre as principais reivindicações da comunidade estão: a distribuição do kit contra a homofobia e a aprovação do projeto que criminaliza atos discriminatórios contra homossexuais, além de políticas efetivas de combate à homofobia nas escolas, campanhas governamentais de enfrentamento à homofobia e promoção do respeito à diversidade sexual e o fim da influência dos parlamentares fundamentalistas nas decisões do governo.

Ao redor do mundo, diversas pessoas fizeram manifestações, mesmo que singelas, nessa data tão importante. Ir as ruas ou até mesmo debater o assunto entre amigos, meus caros, corrobora a força do poder popular, neste caso, da comunidade LGBT em prol de melhor condição de vida para nós. Somos poderosos, temos voz! Movimentamos fortemente a economia, influenciamos a moda, a música e o cinema, e acima de tudo somos humanos, merecemos respeito.
“Todavia, as políticas públicas em defesa das pessoas LGBT não são suficientes nem eficazes na redução da violência homofóbica, que inclui assassinatos de gays e lésbicas, violência moral e os preconceitos no trabalho e nos meios de comunicação.
O Brasil não conta com nenhuma instituição pública nem um projeto específico contra as ocorrências de crimes por homofobia e violência, seja física ou simbólica”, assinala o relatório lançado ontem pela Associação Internacional Lésbica, Gay, Bissexual, Trans e Intersex (ILGA, por suas siglas em inglês).
“Nesse sentido reforçamos a necessidade de combatermos JUNTOS todas as atitudes e práticas excludentes, racistas, homofóbicas e discriminatórias para que possamos construir um mundo colorido baseado no respeito às diferenças e no apoio-mútuo”, afirmam os organizadores da Marcha Nacional.
É claro que essas coisas não acontecem de uma hora pra outra, isso requer tempo, requer luta, requer nunca se esquecer do orgulho de ser quem você é. Sabe por quê? Porque somos bonytãns, somos rycãns e arramos na buatchy! Parabéns pra você, mulher de corpo, alma e coração! Parabéns pra você, sapa-delícia-solteira a procura! Parabéns pra você trava linda que arrasa nas passarelas da vida! Parabéns pra senhora que agora pode juntar os trapos com seu boy magia! Parabéns pra você, Max passiva! Parabéns pra mim! Ain, tô emocionada…Chega.
Abaixo um vídeo da comissão capixaba (1:18) que viajou até Brasília para participar da Marcha:
Fonte: http://migre.me/98eLV, http://migre.me/98foa














![01 Panfleto_internet[2]](http://babadocerto.files.wordpress.com/2010/07/01-panfleto_internet2.jpg?w=450&h=636)

Odeio fazer erratas, mas o dever cívico de manter as bees desse estado moquequento fala mais alto. 
Acordei às 8. Não era ninguém depois da noite anterior: lama+cerveja+frio. Não fui a Move por conta do evento, acreditam? Vesti-me com uma camisa preta estilo pólo da M. Officer, calça jeans da C&A, tênis preto da Olympicus e óculos
batidas violentas na porta vindas de dentro de uma sala trancada e em volta curiosos e guardinhas. Antes que eu quebrasse tudo e acusasse tudo mundo de homofóbico, – aloka – descobri que
“Bom dia, eu sou o Dé do Babado Certo!” que foi seguido por gritos de surpresa, risadas nervosas e uma certa comoção (não sei se pro bem ou pro mal). A grande maioria presente era de héteros, devia ter umas 3 bees e umas 3 rachas ameegays. Fiquei begepaçoquinha com o fato de muitos ali serem leitores do nosso blog.






