Lady Gaga protagonizou um episódio do meu desenho animado preferido, Os Simpsons. Nele, a popstar visita a cidade de Springfield na esperança de ajudar Lisa, após a menina ser eleita a menos popular da escola.
Gaga tenta ajudar Lisa a melhorar a sua auto-estima, dando um concerto na cidade e pedindo aos cidadãos de Springfield que apreciem as suas individualidades e gostem de si mesmos da forma que são.
E adivinha? A internet é tão babado que já tem o episódio completo, – e melhor – já legendado em português – e melhor ainda – dá pra ver on-line.
Cala a boca e clica logo na imagem abaixo para ver:
♫ “Quando eles são jovens, todos os pequenos monstros aprendem que são assustadores. Feios, estúpidos, sem sorte no amor, com excesso de peso e peludos. Mas todos os monstros precisam de encontrar seu segredo dentro de si. O que transforma o Dr. Jekyl no sexy Mr.Hyde. Todos os meus monstros são lindos… Monstros não precisam de implantes ou um carro incrível, monstros precisam apenas amar o monstro que são” ♪
Essa dica é para as mamães que lêem o Babado Certo – SIM, queridas, muitas mães de gays lêem o BC, provavelmente até a sua.
O hilário Christian Pior, mais uma vez genial, faz uma análise psicológica do perfil dos gays a partir dos seus ídolos.
Então, antes de assistir, mentalize aí qual a diva pop que você mais ama e dá o play (Não vale roubar, tsá?!):
To the left, to the left
Flawless! Eu, fã confessa de Beyoncé, sou a descrição EXATA do tipo de bee que ele falou! Quando ele diz que somos beeshas que “batem na boate”, me veio um filme de 2010 na cabeça… meninas, meu anel de beija-flor já rasgou foi muito supercílio pela noite de Vitória, hahahaha.
Eu acho que isso funciona pras lésbicas também, tenho uma amiga fã de Britney que é idêntica ao que ele descreveu no vídeo, até na parte do álcool!
Aí vem a gay com Síndrome da Banda Britânica e diz nos comentários: “Mas eu não gosto de nenhuma das divas do pop”… qué dizê, é muita falta de peeca no edy, a minha dica é que você se inspire na imagem abaixo:
Agora é nossa vez! Neste clima goshtoso de retrospectiva, vamos relembrar os 5 melhores momentos da pop music que mais nos marcaram em 2011? Aquelesh que levaremos na memória e em nosso heart ♥? Vamash:
3 – Beyoncé e a performance de Run the Word (Girls) no Billboard Music Awards
Este ano ela deu o que falar por conta de sua gravidez – que chegou-se a suspeitar ser falsa. Lançou um álbum (4) e vários clipes. Mas o que realmente deixou o mundo de queixo caído foi a performance fabulosa do single Run the Word (Girls)! Foi acusada de plágio e copiadíssima. Arrasa, Bey:
O fenômeno Adele, por si só, foi a grande revelação deste ano. Desbancando várias divas, a gordinha deu nó na garganta de muitas bees embalando crises de dor de cotovelo… Sem dúvida É a diva gay do ano:
Mais uma vez está de volta uma das seções mais amadas e raras deste blog, aquela em que desvendamos as mensagens por trás de todo o hermetismo desta moderna arte audiovisual que são os videoclipes, nossa querida Análise Semiuótica de Clipes Fechativos! Hoje trazendo com exclusividade a análise frame-a-frame do novo clipe de Lady Gaga: Marry the Night, o mais longo (13:51) e o mais auto-biográfico de todos.
O clipe conta a história de nada mais nada menos do que da morte de Stefani Joanne Angelina Germanotta, e/ou do nascimento da mommy monster Lady Gaga! Vejamos:
O vídeo começa com Gaga sendo conduzida até a enfermaria de um hospital psiquiátrico. No texto ela deixa claro que é a história de um momento de sua vida de maneira estilizada, ela brinca dizendo que foi assim, porém sem a última coleção da Calvin Klein. Nas entrevistas, Gaga afirmou que esse clipe conta a história de um dos piores momentos de sua vida: quando foi retirada de sua primeira gravadora Island Def Jam e viu seus sonhos de ser uma superstar se desmoronando! O cabelinho preto deixa evidente que aí ela ainda era Stefani.
Na maca da clínica, Stefani tenta acender um cigarrinho, mas toma um coío da enfermeira. Quem é fumante sabe que não é fácil ficar sem. Max que o diga…
Momento emoção: a personagem desaba para a enfermeira dizendo “Eu queria ser uma estrela!”
Stefani coloca a toca do hospital de ladinho como se fosse uma boina. A câmera vai se afastando e mostrando todo o hospital. Um piano toca a introdução de um tema erudito acompanhado de uma risada histérica. Um clima de insanidade toma conta de toda a cena: Gaga era parida!
Ainda com o mesmo som de piano ao fundo, vemos a personagem dançando balé. Essa cena tem dupla função: uma é a de memória, como se lembrasse das aulas de balé clássico e piano que fez, como quem se questiona de todo o esforço realizado em vão para chegar em certo objetivo. A outra é metafórica, uma menção ao filme Cisne Negro em que personagem se destroi e “morre” enquanto perfeição para surgir poderosa com seu lado sombrio, uma boa alegoria a história que será narrada.
Este é o exato momento em que a vida começa a desmoronar. Nua, na cama, recebe a ligação de seu diretor gongando-a e a excluindo das atividades. Ao mesmo tempo, em outra cena, ela toca piano – também nua – dando todo o tom dramático da situação. Tadinha!
Daí a racha surta! Quebra tudo, rasga seus trabalhos, come como uma louca… Tudo alternado com uma música rápida e cortes ligeiros das cenas das aulas de balé demonstrando o devaneio da personagem frustrada com o “não” que a vida lhe deu.
Silêncio! Agora vemos a personagem na banheira pintando os cabelos de verde. Essa cena é muito importante, pois ela é a grande metáfora da mudança de rumo na história de vida da personagem: é nela que acontece a morte de Stefani e o nascimento de Gaga! É aqui que se inicia a grande reviravolta! Aliás, a figura da “banheira” está em vários trabalhos da cantora lembram disso, disso e disso? Agora faz sentido, né?
Ao fundo ouvimos, ainda acapella, os primeiros versos da música “Marry the Night”.
Então chega aquele momento que só quem já se montou sabe como é, o momento de encarar o mundo. Gaga se apresenta as pessoas! Ela aparece em um grande salão toda trabalhada nas tachas, nos strass, nos óculos exóticos, na make bapho, enfim, no ladygaguismo, e é observada DE CIMA por várias pessoas. Sabe-se que na linguagem audiovisual, quando um personagem é visto de cima, ele está sendo ou se sentindo diminuído, humilhado etc. É, portanto, o retrato do julgamento das pessoas que te olham condenando, rotulando-te de esquisito, de estranho. Engraçada a carinha de constrangimento da cantora e “para descontrair” ela fazendo aquele sinal que nós fazemos pro boy quando a gente quer fazer um keti neli.
Escurece. A noite, que é tão cantada na música, chega. O cenário é Nova York em estado de caos, com carros incendiados e espalhados pela rua e Gaga está num deles. Fuma, passa batom… respira e se fortifica com os ares noturnos.
Adoro divas que fumam nos dias de hoje, pois fumar – com todas essas políticas de combate ao fumo e discurso de boa saúde que é veiculado – tornou-se uma grande subversão! Te amo, Max.
Os carros explodem e lá vem ela como um fenix ressurgida das cinzas! Ela dança e canta passionalmente em meio ao fogo dos carros e a água da chuva (interessante contraste). Seria como a clássica cena de “E o vento levou”, em que a personagem jura nunca mais passar fome, porém a promessa, neste caso, é a de ser uma das mais importantes estrelas da década custe o que custar!
Como dizia Ford “O fracasso é a oportunidade de começar de novo com mais inteligência e redobrada vontade”. E lá está nossa heroína de volta aos ensaios de dança, certa de que o sucesso só vem com muito trabalho.
Aliás, essa cena também passa a coreô todinah do refrão. Quem já tá doida pra aprender ela todinha pra arrasar na muatchy grita: “EU SOU BUNITAAAA!”. Vengentchy:
♫”Ma ma ma marry, ma ma ma marry, ma ma ma marry the night!”♪
Tá babado!
Ainda na aula de dança, Gaga sofre um bullyingzinho de alguns, faz amizades, ajuda uma companheira que cai a se levantar e arrasa com a galera! Ou seja, a mensagem que fica é que em sua caminhada em direção ao sucesso você tem que fazer amigos e ajudá-los sempre que preciso. Um ajuda o outro e todos se dão bem!
PAUSA DRAMÁTICA: conheço pessoas que matariam para ter esses sapatos altos sem salto toda trabalhado na pedraria! Né, Lu?!
Há uma rápida menção sobre a Gaga indo fumar no banheiro e depois jogando os cigarros fora, como que dizendo que a personagem parou de fumar para fazer sucesso. Na verdade, quem é fã sabe que essa cena refere-se ao fato dela ter parado de cheirar coca, pouco antes da fama. Sabe-se que ela curte apenas um baseadinho de vez enquando… (Bicha Maconheira curtiu isso).
Ao fim do clipe uma rápida sequência de cenas com looks baphônicos de tirar o fôlego e outras fechações evidenciam que a transformação em Gaga estava completa. Eu fui morrendo aos poucos com esse muco e esse chapeuzão!
O ritmo da música está rápido e cria um clima de frenesi aliado aos cortes velozes.
Carros explodem ao ritmo das batidas e a cantora e seu grupo dançam nas ruas. Está em estado de graça. O passado e suas derrotas é destruído e um final feliz se anuncia.
Ela sai de casa com o teclado, entra em um carro e parte, na mão está anotado o endereço da gravadora que produziu – e produz – a cantora e um horário, ou seja, é o momento em que abandonou NY em direção a LA em busca de seu sonho, provalmente para uma audição. IUPIII!
FADE TO BLACK! Ao final vemos a imagem da Mommy Monster sentada em seu trono de glória cercada por fogo de todos os lados. Enfim, vitoriosa e sambando na cara de todos que não acreditaram nela! Happy End, darling!
E se você ainda não assistiu ao clipe, #ficaolink:
Sempre me pergunto porque Lady Gaga conseguiu se tornar quem ela é hoje, a personalidade que mais influencia nossa geração, em tão pouco tempo. Daí, vendo a apresentação que ela fez no Grammy da música Mary de Night isso fica evidente:
É a paixão!
Em nossa sociedade (pós-capitalista, pós-estruturalista, pós-deus) que nos quer solitários proletários, na qual todas as grandes verdades foram jogadas por terra e as instiruições tradicionais como família, igreja, Estado, Deus, polícia, hospital já não fazem mais sentido algum, ela vem e… BANG!
Seu discurso coerente, uma coisa liga-se a outra para passar sempre uma mesma mensagem. Ela transporta todo o espírito rock’n roll para o pop, este espírito que cria um frenesi quase que religioso na gente e de repente é como se todos fizemos parte de algo, com um nova crença. Nso lembrando que somos jovens.
Marry the Night é para nós que andamos a noite “sem deixar nada na rua sem explorar” em busca de diversão “como soldados contra nosso própiro vazio” e ainda que nos digam que “somos pecadores e perdedores” estamos em busca de – sim, isso mesmo – amor!
Desde que a @formichetti, stylist da Haus of Gaga, assumiu a parte criativa da marca francesa Thierry Mugler, a Gaga participa de todas as ações promocionais da marca e como vocês sabem, quando esses dois se juntam sempre é bapho. No halloween , postei aquele vídeo dos looks assustadores da cantora e ficamos com uma sensação de que a racha é mesmo de matar. E daí vem eles e…
DEMÔNIA!
Porque ficar linda e gostosa é para as fracas! Ficar “conceitual” é pras divas!… quédizê.
Olha, eu fiquei assustado de um jeito que mal dormi essa noite. Fiquei imaginando um filme de terror, em que você tenta fugir da filha do capeta que quer sugar todos seus fluídos corporais. Daí, você foge e está num beco sem saída, um corredor muito escuro e só vê se aproximando duas luzinhas, na verdade, o reflexo neste dois fentões de pérola aí…
DURMA COM ESSA!
Por falar em Gaga, vocês viram nesta semana a cena da novela ‘Aquele Beijo’ em que a trava Ana Girafa usando o vestidinho de carne a la VMA é atacada por cães raivosos na rua? E depois de ficar toda cagada vai mesmo assim pro concurso de dublagem e ganha por ter dado um ar decadente a performance? Não?! Veja agora clicando nas IBAGENS:
Parte 1
Parte 2
É por diálogos como “O cachorro está te olhando com uma cara horrível, acho que ele é homofóbico”, “- A Lady Gaga não mora em comunidade, não! – Mas, se morasse não ia se envergonhar disso!” e “Ainda bem que ela não veio com aquele vestido. Era muita carne de segunda, muito pescoço de galinha…” que eu vivo e amo ♥Miguel Falabella♥. É muita fechação, Brasil! Muah.
Depois de nos fazer chorar no VMA deste ano com o último vídeo de Amy Winehouse cantando, Tony Bennett divulgou mais umas participações de seu novo álbum de duetos. E não é que nossa mommy monster está nele atacando no jazz?
Depois da porcaria que foi o último clipe da racha, Lady Gaga ressurge das tumbas de Mumm Rá com looks fechatchyvos, muita transexualidade, um MONTE de referências do cinema e uma vibe Pequena Sereia que eu não dou dois dias pras gays aparecerem dentro de uma piscina 1000 litros no rock, só pra dar bafão. Cata:
Gentchy! Fiquei CHO-CA-DA com a Gaga beijando o próprio alter-ego masculino, vocês têm noção do quão semiuótico isso é? E esses óculos? Já estou quebrando todos os cascos de Brahma daqui de casa. Vou usar o fundo das garrafas pra fazer aquele oclão redondo, se eu me cortar toda aproveito e finjo que são as brânquias da sereia.
Não vou nem comentar do outro dourado feito de arame, porque senão não sobraria uma grade na entrada da Ufes.
Qual é seu personagem de montada? Ah vá, toda bee que se prese tem um. O meu é Samantha Bity. A da Max é… Max mesmo, sobrenome Vanilla. E a nossa diva mor Lady Gaga também tem um: Jo Calderone! Lembram dele naquele ensaio da Vogue Japão? Ele agora está de volta, mais máschcoolo que nunca, na capa do novo single da gata (quédize), Yoü and I, qüenda, mona:
Um beijo pra quem é travestchy!
A dúvida agora é se ele estrelará o vídeoclipe da música, o que ia ser magia, ia ser sedução, néam?!
Acredito ser muito importante o trabalho que muitos artistas fazem aproveitando de sua visibilidade para dar apoio a causas humanitárias. Lady Gaga é uma que sempre está falando a favor dos LGBT, se não em suas músicas, aparições e shows, em entrevistas e atos públicos. Também pudera, Gaga deve muito de seu estilo às boates gays novaiorquinas e seu sucesso a fidelidade de seu público homossexual.
No último sábado (11), cantou para milhões na parada gay anual da EuroPÁ #marilacfeelings, a Europride, que aconteceu em Roma, e fez um discurso apaixonado sobre o tema, cata:
Segundo a organização do evento, a Europride desse ano veio com a promessa de sacudir a Itália “retrógrada” de Silvio Berlusconi. Os organizadores justificaram que a parada seria uma resposta ao que o primeiro ministro da Itália revelou ano passado – ao se justificar sobre seus escândalos sexuais, Berlusconi disse à imprensa local: “melhor amar as menininhas do que ser homossexual”.
Sem contar este vestidão Versace bapho que ela usou que eu já estou indo na costureira do bairro A-GO-RA mandar copiar, mona! Não tô morta. Arrasô, Gaga!
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