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Babado, Confusão & Gritaria [Edição Biocalourada]

27/11/2011

Gentchy, acabei de crer que sou imortal, essa última noite me provou isso.

Ultimamente eu não estou postando o BCG porque eles estão cada vez mais pesados e eu tenho medo de acabar com a minha rePUTAção contando pra vocês. Esse eu vou contar porque tem suas partes engraçadas, mas nada que faça vocês me amarem menos.

Saí de casa lá pelas 15 horas e fui em direção à Ufes pra encontrar cá minha amiga sapatão às 16. Até aí tudo bem, fomos pra calourada, enchemos o koo de cerveja, dançamos, demos bafão, mas nada que interessa aconteceu na calourada.

Deu umas 20 horas e eu comecei a ficar tonto, sabe aquela sensação horrorosa de quando você bebeu demais e por mais que você se concentre, a porra do planeta não pára de girar? Pois é, eu tava assim.

Resolvi ir embora porque eu não sou obrigada a servir de assunto pras fofoqueiras da chatuba. Fui pro ponto de ônibus, acontece que eu tava tão chapada que em vez de ir pro ponto em direção à Vila Velha, fui parar em Jacaraípe! E o pior é que eu não tinha nenhuma noção disso, continuei andando pelas ruas achando que estava no Ibes.

Agora que vem a parte terrível da história: Comecei a sentir muito sono, simplesmente DEITEI dentro de uma moita numa pracinha e dormi! Inclusive, quem já dormiu bêbado em lugares inusitados sabe que aquele é sempre O MELHOR sono da vida da gente hahaha.

Não sei por quanto tempo eu dormi, mas de repente uns três caras começaram a tentar me acordar, educadamente, educados até demais, se é que me entendem. Acordei, e eles perguntaram pra onde eu tava indo, respondi que estava indo para Vila Velha, eles começaram a rir e me ofereceram uma carona.

Não tinha muita opção, né, bee’s, aceitei. Entretanto, o único lugar do Brasil onde as pessoas oferecem carona e realmente te levam pra onde você quer, é Viçosa! Óbvio que eles não me levaram pra Vila Velha, fui parar numa casa de praia num lugar que parecia ser aqueles lados de Praia Grande e Nova Almeida, sabe?

Nessa casa tinha bebidas, drogas, umas 4 pessoas, mas a única coisa que eu bati o olho e me joguei foi na cama! E como homem não vale nada, um dos caras achou que eu tivesse ido pra lá com a intenção de dar um cruzo, QUE AUDÁCIA! Eu mal conseguia falar, quem dirá sensualizar pra dar uns pegas em alguém!

Só que eu já tinha dormido um pouco, meu cérebro tava começando a voltar ao normal e eu perguntei onde eu tava, como fazia pra voltar pra casa e tal… o cara veio me falar que só ia me levar pra casa se eu… é… vocês sabem…

Cheguei assim, tava bem, até.

Ah, sem hipocrisia, bebês, tava bêbado, tinha feito a chuca, o cara não era feio, tinha camisinhas na bolsa… não custava nada fazer em troca de uma carona, tem gente que já fez por muito menos hahahah.

Fui chegar em casa às 7 da manhã, sem marcas de violência e totalmente sóbrio… mas sabem aquela sensação de ressaca moral que dá na gente essas horas? Aí vira e mexe a gente pensa no que fez no dia anterior e acorda sobressaltado, com aquele frio na barriga, e a sensação de “porra, tô fodido”!

E vocês, queridas, como se divertiram nesse fim de semana? Fiquei sabendo que o Open Bar da Canal 505 bombou, é verdade?

Conto nem tão erótico: “Nem sempre muito é melhor”

29/07/2009

Estava assistindo um vídeo no solo boys em que um cara compara seu pênis a uma lata de refrigerante e o tamanho é simplesmente o dobro! Mas esse me fez lembrar uma história que passei a muito, muito tempo durante a minha descoberta sexual, ou seja, quando eu comecei a… bem, vocês sabem.

Conheci o cara no ônibus. Conversamos trocamos telefone, msn… Daí veio todo aquele processo de entrar em contato, marcar um local e etc. Marcamos na casa dele. Eu de fato nem estava tão empolgado porque o cara não era muito meu perfil: era magro, era jovem, era um tanto afeminado. Mas fui. Confesso que fiquei mais atraido pelo perfil psicológico dele, assim como  eu ele gostava muito de artes.

Chegando lá conversamos durante a noite toda. O cara era chatíssimo, falava muito e esse muito incluia direta ou indiretamente um único assunto: ELE. E, claro, ele como o fodão, se me permitem a expressão. Ajudei ele a arrumar muitas coisas que ainda não estavam prontas na casa dele (ele meio que estava em processo de mudança ainda). Quando eu pensava que ia morrer de tédio saímos para comer fora. Não pense que era um fora chique, nãããããão, foi no trailer de lanches da esquina que fomos. Não ligo, estava com fome e o sanduíche estava ótimo. No trailer ele fez graça, posou de hétero e deu em cima de umas garotas… Uó.

Fomos para casa e o dia já amanhecia. Fomos para a cama e eu já frustrado (não tinha rolado nada demais ainda, só uns beijinhos mais ou menos) pedi para tomar banho (e fazer a chuca, é claro, sou muito otimista!). Ele me deu uma toalha e eu fui. Para minha surpresa ele entrou no banheiro (eu era tão inocente e sonso, fui pego de surpresa, se fosse hoje em dia eu teria chamado para ele ir comigo). Foi aí que veio o susto! Vocês viram o pau do vídeo (foto aqui)?! Era daquele tamanho (se bobear um nadinha maior), só que muito mais bonito e um pouco mais moreninho. Fiquei loooka!</vanessão> Rolou um oral basic sofriiiido debaixo do chuveiro. Fomos para o quarto e enquanto eu subia as escadas eu pensava: “Será que ele está pensando em colocar tudo aquilo dentro?” temia eu, torcendo para que acontecesse. E aconteceu.

Só lembro eu, minutos depois, correndo pelo quarto com uma dor horrível e o bophe correndo atrás de mim. JU-RO! A cena era essa: eu e ele pelados e ele excitado correndo atrás de mim falando “Só um pouquinho vai?”. Uma das coisas também que era um tanto broxante (além da dor lascinante) era o baianês dele. Durante a relação ele gemia falando “Ai, papai!” o que me fazia rir por dentro, lógico. Terminei a transa no truque e dormi aliviado. Acordei no outro dia com ele tentando me penetrar novamente, pode?! A solução: correr de novo, lógico!

Ele até quis alguma coisa, mas ficou ofendidíssimo quando eu o chamei de aberração e disse que jamais conseguiria manter uma relação sexual normal. Me arrependo. Depois desse dia meu lema se tornou: nem pequeno, nem gigante. Prefiro norma-grande!


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