Oh meu deus! Estou destruída! Colatina é um ponto de luz em meio à escuridão do interior!
Saí de casa no domingo por volta de 7 da manhã, afinal, a van da prefeitura da Serra marcou conosco às 9 em Laranjeiras. Pegamos nossa condução e partimos.
Todas se lembram que estava bem frio aqui em Vitorinha ontem, e ficou frio até minutos antes de chegar lá, entretanto, foi só chegar perto da ponte do Rio Doce que se abriram as portas do inferno, Colatina se transformou de uma hora pra outra em Calortina, inclusive, minha garganta inflamou com tal mudança brusca de temperatura.
Primeira coisa que eu fiz quando saí daquela van foi procurar um bar, claro, é no bar que a gente analisa a real beleza da cidade. Sentamos eu e minha amiga Anwar pra beber uma Brahma, tomamos 4, hahahaha.
Durante esse tempo eu percebi duas coisas: Os homens bonitos de Colatina não andam na rua, só passam de moto, queria eu saber pra onde estava indo tanto boy magia naquela cidade, porque na calçada passando por nós só tinha desgraça, e a segunda é sobre aquele relógio macabro que tem na pracinha da igreja! Gentchy, quando deu meio dia e aquele negócio badalou 12 vezes, eu juro que tranquei pensando no jogo do Resident Evil pra Playstation 2, sabem? Aquele que na primeira fase toca um sino e sai zumbi de tudo quanto é rua pra te comer.
Enfim, fomos pra parada porque já estávamos descaracterizadas, uma overdoooooooooose de passeeva e sapa! O que eu acho ótimo, afinal, são esses dois grupos que nos fazem rir.

Exótchyca
Já na parada, encontramos uma drag luxuosíssima, que sem dúvida era a rainha da parada, a cover da Thalia Bombinha! Eu não estou brincando sobre ser luxuosa, bee’s, ela estava realmente bem montada, e eu vou te contar que ter um corpo fora do padrão e conseguir ficar bem exige muita força de vontade e talento. Parabéns pra ela!
Mas o mais interessante mesmo foi que a parada estava nitidamente dividida em 5 grupos: As barbies rebolativas, as sapas de blusinha xadrez, as héteras, as pão-com-ovo e as phynas, mas as phynnas nada mais eram que as bee’s quá quás armadas com uma drag…. e eu era uma delas hahaha
Sim, gatas, ser pintosa e estar num grupo de pintosas te caracterizava automaticamente como uma pão-com-ovo, já a presença de uma drag te elevava à categoria de muito phynna, como se a drag fosse um acessório. E como eu odeio me sentir deslocada, logo conjurei a minha própria pet drag.
Por fim, a parada foi linda, exceto por um probleminha: Ninguém sequer citou o apoio do Babado Certo na divulgação do evento. Muita gente somente soube dessa parada através do nosso site, assim como é na maioria das outras, mas na hora de dar um feedback todo mundo “não se lembra de citar”, néam?
Não tô exigindo que divulguem o bluóg não, porque não tem uma gay com acesso à internet que não conheça a gentchy, mas um pouco de gratidão pela nossa boa vontade de fazer a divulgação de um evento que não temos obrigação nenhuma de fazer, é o mínimo que se espera de retorno.

Hello! Pra quem me viu jogada no chão no 106, aviso que estou viva, cheio de hematomas, mas ainda viva e com péssimas memórias do que fui capaz de fazer.
Os pedidos de BCG dessa semana se multiplicaram como um câncer, no Facebook, no meu e-mail e no meu msn. Fingi não ter visto, porque o meu fim de semana foi um koo e eu não estava nem a fim de contar nada, mas, infelizmente, os pedidos chegaram aqui nos comentários, e isso me cheira a bafão, dos grandes.












Fim de semana cheeeeeeeio de novidades e situações atípicas.
Não vou falar da Muah! porque eu sempre saio de lá cagada, mas tenho uma novidade pra vocês: o Pessoal do grupo LGBT 







