Posts com Tag ‘Confusão’

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Colatina]

22/08/2011

Oh meu deus! Estou destruída! Colatina é um ponto de luz em meio à escuridão do interior!

Saí de casa no domingo por volta de 7 da manhã, afinal, a van da prefeitura da Serra marcou conosco às 9 em Laranjeiras. Pegamos nossa condução e partimos.

Todas se lembram que estava bem frio aqui em Vitorinha ontem, e ficou frio até minutos antes de chegar lá, entretanto, foi só chegar perto da ponte do Rio Doce que se abriram as portas do inferno, Colatina se transformou de uma hora pra outra em Calortina, inclusive, minha garganta inflamou com tal mudança brusca de temperatura.

Eae, gata, qué uma carona?

Primeira coisa que eu fiz quando saí daquela van foi procurar um bar, claro, é no bar que a gente analisa a real beleza da cidade. Sentamos eu e minha amiga Anwar pra beber uma Brahma, tomamos 4, hahahaha.

Durante esse tempo eu percebi duas coisas: Os homens bonitos de Colatina não andam na rua, só passam de moto, queria eu saber pra onde estava indo tanto boy magia naquela cidade, porque na calçada passando por nós só tinha desgraça, e a segunda é sobre aquele relógio macabro que tem na pracinha da igreja! Gentchy, quando deu meio dia e aquele negócio badalou 12 vezes, eu juro que tranquei pensando no jogo do Resident Evil pra Playstation 2, sabem? Aquele que na primeira fase toca um sino e sai zumbi de tudo quanto é rua pra te comer.

Enfim, fomos pra parada porque já estávamos descaracterizadas, uma overdoooooooooose de passeeva e sapa! O que eu acho ótimo, afinal, são esses dois grupos que nos fazem rir.

Exótchyca

Já na parada, encontramos uma drag luxuosíssima, que sem dúvida era a rainha da parada, a cover da Thalia Bombinha! Eu não estou brincando sobre ser luxuosa, bee’s, ela estava realmente bem montada, e eu vou te contar que ter um corpo fora do padrão e conseguir ficar bem exige muita força de vontade e talento. Parabéns pra ela!

Mas o mais interessante mesmo foi que a parada estava nitidamente dividida em 5 grupos: As barbies rebolativas, as sapas de blusinha xadrez, as héteras, as pão-com-ovo e as phynas, mas as phynnas nada mais eram que as bee’s quá quás armadas com uma drag…. e eu era uma delas hahaha

Sim, gatas, ser pintosa e estar num grupo de pintosas te caracterizava automaticamente como uma pão-com-ovo, já a presença de uma drag te elevava à categoria de muito phynna, como se a drag fosse um acessório. E como eu odeio me sentir deslocada, logo conjurei a minha própria pet drag.

Por fim, a parada foi linda, exceto por um probleminha: Ninguém sequer citou o apoio do Babado Certo na divulgação do evento. Muita gente somente soube dessa parada através do nosso site, assim como é na maioria das outras, mas na hora de dar um feedback todo mundo “não se lembra de citar”, néam?

Não tô exigindo que divulguem o bluóg não, porque não tem uma gay com acesso à internet que não conheça a gentchy, mas um pouco de gratidão pela nossa boa vontade de fazer a divulgação de um evento que não temos obrigação nenhuma de fazer, é o mínimo que se espera de retorno.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição ComFusão]

15/08/2011

Hello! Pra quem me viu jogada no chão no 106, aviso que estou viva, cheio de hematomas, mas ainda viva e com péssimas memórias do que fui capaz de fazer.

Primeiro vamos falar dos bafos que eu fiquei sabendo, mas não estava presente. Teve arrastão no Rock na Ufes, por volta de 5:30 da manhã. Já falei pra vocês, gatiras, com a greve dos servidores, está perigosíssimo ficar lá durante à noite, quem dirá dar pinta com seus cordões da Vivara.

Mas o mais engraçado mesmo foi o que aconteceu na Space Pub. Uma bee muito reeca, acompanhada de um casal hétero, pediu um balde de champagne, pegou o balde, bebeu, e na hora de devolver deu bafão porque o balde era de acrílico em vez de ser de metal. Segundo ela, estavam servindo champagne em balde de lavar roupa e ela não aceitaria aquilo… queria o dinheiro de volta (mesmo depois de ter aberto a garrafa), não conseguiu, e saiu putíssima soltando fogo pelas ventas amaldiçoando a boate. Sempre tem uma metida à vilã de novela pra maltratar quem trabalha na boate, néam?

Enfim, o que importa meishmo é que a ComFusão foi um sucesso, todas cortaram os pulsos no meu set, eu bebi como uma louca, dei pt, dormi no chão, acorday, fui andar na rua sozinho, voltay e ainda bebi mais. No outro dia, cada peça de roupa que eu tirava era um machucado que trazia uma lembrança (ou não) diferente.

E as senhoras? Foram pra onde?

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Escola de Pop]

07/08/2011

Rito de passagem: Gang Bang

Garáleoãm! Eu nunca vi um rock com músicas tão perfeitas na minha vida! Essa proprosta da Antimofo de ir tocando as músicas de acordo com a década a que correspondem, seguindo uma ordem cronológica, é genial!

A festa foi ótima, tinha muita gente bonita, não fez calor e admito que se aconteceu bafão eu não vi, estava muito ocupadãm dançando com esse set maravilhoso, mas as más línguas sempre me contam alguma coisa, néam? Elas estão tão malditas e organizadas que mais parecem uma seita secreta de basfonds.

Soube que tinha uma sapa transtornadíssima separando todos os casais héteros da pista (se é que tinha algum), dizendo que eles só poderiam se beijar no Dia do Orgulho Hétero, que fora daquela data ninguém era obrigado a ver aquela pouca vergonha. Vanguardista, apenas.

…E enquanto isso… no lustre do castelo… Mais bee’s reclamando sobre os constantes problemas com as comandas numa famosa boate capixaba, segundo a gay, toda vez que ela vai lá, na hora de ir embora, a fila empaca por causa de alguém que não concorda com o valor da comanda… enfim… voltando à vida real…

Soube também que no fim da noite uma sapa e um vinhádo estavam na porta do 106 cantando funks proibidões em alto e bom som, não sei quem são, mas quem me contou falou que a sapa fazia beat box enquanto a gay cantava essa música da MC Kátia:

Percebam vocês que eu estou inserindo a cultura do funk aos poucos, já é o segundo post que eu coloco um vídeo desses. O que eu acho ótimo, funk e gay têm muito em comum.

P.s.: UM RECADO PRA ANTIMOFO, por favor, coloquem maquininha de cartão nesse rock!

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Força Maior]

02/08/2011

Os pedidos de BCG dessa semana se multiplicaram como um câncer, no Facebook, no meu e-mail e no meu msn. Fingi não ter visto, porque o meu fim de semana foi um koo e eu não estava nem a fim de contar nada, mas, infelizmente, os pedidos chegaram aqui nos comentários, e isso me cheira a bafão, dos grandes.

Eu fiz o de sempre, afinal, desde que fiquei orfã dos Rocks na Ufes, minha vida noturna se resume a beber num barzinho qualquer na sexta e ir pra alguma festinha no sábado. Entretanto, a sexta-feira foi bafoenta, eu nunca vi tanta gente junta naquele Teacher’s Pub como eu vi no Tributo à Amy Winehouse, e eu só cheguei às 3 e meia da madrugada!

Lembro-me que encontrei uma famosa comentadora do Babado Certo, uma que é amada e odiada por todos (nem preciso falar quem é, néam?), além de ter sentido a melhor sensação do mundo quando ouvi Valerie, fiquei em transe.  Se alguém tirasse uma gota do meu sangue e levasse pro laboratório, descobririam ali a droga mais forte dos últimos tempos.

Kitana morreu de inveja

Enfim, vocês querem meishmo que eu fale do sábado, eu sei, vocês são mafiosas, boicotaram a Space Pub. Mas era de se esperar, tendo Gretchen e Felipe Guerra ao mesmo tempo em Vitorinha, não tem como competir. Me contaram que a Gretchen estava tão cheia, mas tão cheia, que o último da fila só conseguiu ouvir Conga la Conga porque estava assistindo a Twitcam da festa pelo iPhone. Uma loucura!

Mas dizem as más línguas que teve briga de navalha na porta de uma famosa boate cabixaba, duas bee’s, habilidosíssimas com as lâminas, praticamente gueixas assassinas. Alguém tá sabendo dessa história?

Pena que o mundo não é tão justo assim…

20/07/2011

Vocês viram e ficaram chocados com a notícia do pai e filho que foram agredidos em São Paulo porque foram confundidos com um casal gay, não é meishmo?

Agora, vejam que charge GENIAL que o Marcelo Graphics fez sobre o caso:


Quem dera, né, gentchy? Pelo menos a agressão serviria pra atentar a população de que ninguém está imune a essa intolerância.

Mas essa é minha opinião, porque minha vontade é dar uma surra nesse cara, mesmo.

A charge, pelo que entendi, não incentiva a violência, mas cria uma situação hipotética a fim de alertar aqueles que, antes desse caso, não se consideravam AFETADOS pela homofobia, ou chegaram ao ponto de incentivá-la. Catou?

Fonte: Marcelo Graphics

Babado, Confusão & Gritaria [Nova Almeida]

16/07/2011

Mapa de Nova Almeida

Bee’s, O BCG dessa semana teve que ser adiantado, porque meu começo de fim de semana já foi bafo demais pra esperar até segunda-feira.  Me aventurei pelas bandas pós-Serra. Não satisfeita em ter acordado por lá no mês passado, senti uma necessidade de viajar até o limite do Transcol.

Quinta-feira, Ariadna, uma bill amiga minha, convidou a mim e ao Anwar pra irmos à casa dela em Nova Almeida. Eu juro que fiquei meio receoso de início, afinal, tenho experiências péssimas com cidades do interior, vide o dia que bebi Cu de Burro em Nova Venécia e sai correndo pelada pelo mato. Mas ela disse que me daria bebida grátis e eu aceitei. Pois de graça, até injeção na testa, néam?

Comprei minha passagem na quarta-feira e na quinta peguei uma ponte aérea pra lá, o vôo levou cerca de duas horas e eu demorei um pouco pra me acostumar com o novo clima e fuso horário. Pras que nunca visitaram Nova Almeida, aconselho fazer uma mala bem diversificada, pois as variações de temperatura são tão bruscas quanto as do Planeta Mercúrio.

Sou hétero

Enfim, vamos falar de coisa boa: as gays. Fomos comprar nossos drinks no supermercado e as ruas pareciam uma Parada Gay em suaves prestações. Bastava algum de nós falar a palavra “vinhádo” que surgia uma bill pintosíssima caminhando rebolativa. O lugar tem tanta bee, mas tanta bee, que até os “HT’s” falavam miando.

Tsá, nem todos os Ht’s falavam miando, mas tinha uma pocket-PêLanza que eu fiquei chocada quando eu, muito educadamente e já enturmada, fiz uma pergunta e disse assim: “Então, gente, eu acho que a chuca é isso e tal, não é mesmo, BEE?”, olhando pra gay Restart. E vocês acreditam que ela, muito da abusada, balançou o ombrinho, cruzou a perninha, quebrou o bracinho e teve a audácia de dizer: “Eu? gay? Sou heteroãm”.

Sim! Anasalando as sílabas mais que a Celine Dion! E depois ainda insistiu em bater nessa tecla, e eu, muito chapada depois de três garrafas de Martini, já tava poota na paulishta e comecei a jogar na carãm dela que era impossível ela ser hétero.

Como essas mini-bee’s sempre funcionam sob pressão, logo ela soltou a máxima: “Tsá, sou agátê, mas já peguei homem, só que não gostei”

Um cidadão comum de Nova Almeida

Amigas, QUEM aqui gostou do primeiro homem que pegou? Pouquíssimas! Se fosse depender do primeiro pra determinar minha sexualidade, estaria fodida e comendo mulher com o dedinho no nariz até hoje!

Acabei dormindo de lente, acorday com olho de peixe, e caminhamos MAIS uma vez pelas ruas (muito programa turístico). Só que dessa vez fomos eu e uma amiga da Ariadna, tão andrógina quanto eu, só que ela é rachada. Qué dizê, vocês imaginem o frisson causado? Estava me sentindo tão freak, mas tão freak, que andava com o koo na mão, com medo de quando menos esperasse, aparecesse uma multidão enfurecida, com tochas pra nos queimar.

Por fim, a minha dica é: Nova Almeida é o paraíso pros boys ativos, se é que existe algum, pois conheci pouquíssimos. Acho que deve ser por isso que no fim de semana, as gays de lá vêm todas pra Vitorinha, o último grito de desespero em busca de um cafuçu… tadinhas… mal sabem elas que a situação aqui tá tão preta que a única saída é fazer escambo com os outros países, tipo uma bolsa de valores: duas passivas por um ativo, pra evitar a inflação.

O Vinhádo Jubarte

03/07/2011

Fofinhas, hoje eu nem vou falar do meu rock do fim de semana, porque ir pra Ufes e dar bafão já virou tradição. Minha missão essa semana é mostrar pra vocês uma nova modalidade de comunicação entre bee’s: O canto das jubartes.

Estava indo para a pracinha do Carone comprar o meu Cantina da Serra de toda sexta e vi duas bills, uma em cada lado da rua, começando a se cumprimentar:

Uma delas grita: Inhaaaaaaaaaaaaiamm?

A outra responde: Vinhááááádoam, tá boa bunitããããm?

Cumprimento no qual as vogais são alongadas e cantadas em, no mínimo, Fá maior. Praticamente uma ópera… ou o canto das jubartes, vejam um vídeo para compreender:

Agora vocês pensem em duas gays pintosíssimas conversando e ao mesmo tempo dêem play no vídeo. Não é IDÊNTICO?!

Babado, Confusão & Gritaria [Feriadoam]

26/06/2011

Last Friday Night

Minha gente, que fim de semana hardcore! Repleto de noites regadas a muito álcool e manhãs acordando em locais desconhecidos. Até na Serra eu acordei, e vou te contar, que lugar longe… DE TUDO!

Voltei pra casa de Transcol e demorou tanto pra chegar em Vila Velha, que se eu fosse escrever minha biografia com certeza teria um capítulo com o título: “O dia que eu viajei pra Serra”.

Depois disso eu entendi porque no Chat Uol as gays mais nervosas têm preconceito com as Serráqueas, até o bofe chegar a chuca já perdeu a validade.

Enfim, quarta fui pro Rock na Ufes, babado como sempre. Entretanto, devido ao feriado, não teve rock na sexta. Agora você imagine só como eu fiquei na sexta-feira? Não sabia se comia, se fumava, se dormia… até meu intestino ficou locão! Por isso odeio quebrar tradições.

Mas não é sobre isso que quero comentar, o meu problema foi com o sábado. À tarde fui num churrasco e à noite pra Erótica.

Já sou uma mulher adulta

O rock tinha bastante gente, tava animado e até conheci o Pedro, que escrevia aqui no blog…

Tsá, deixa eu parar de enrolar e falar logo do que quero: Olha, gatas, eu até sou a favor de deixar os erês entrarem na buatchy, elas estão tão avançadas que, se bobear, ensinam pra gente como pegar os boy, mas, pôrrãm, tinha uma pocket-trava no rock, que se tinha 13 anos era muito. E ela entrou!

Acreditam que eu perguntei a idade e ela, muito caruda, me respondeu 18? Sem a menor vergonha! Que dissimulada!

16 e 17 a gente entende, elas já estão malucas pra dar, mas onde está a mãe desse menino que o deixa largado às 4 da manhã na rua? Afinal, o pessoal não pode impedir que aquele Chicken Little fique ciscando pelo rock, mas podem (e deveriam) impedir de entrar… ele, e quaisquer outros.

Tá que Vitória tem tanta passiva que perigo de ser estuprada a mini-bill não corre, mas tem que ver isso aê, gentchy, se o juizado bater vai acabá ca festa de todo mundo.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Churrascom]

29/05/2011

Basfond! Uma das calouradas mais lotadas que já vi! Mas depois eu conto isso, vamos seguir a ordem cronológica do babado:

A calourada começaria 13h, e eu, muito alcoólatra pontual, cheguei em Maruípe por volta de 12h30, pra esperar o sapatão que com certeza se atrasaria.

Impaciente, procurei por um bar e logo avistei um copo sujo na esquina, me senti em casa e já pedi uma Brahma. Umas duas da tarde a sapa chegou e a gente correu pro Churrascom.

Chegando lá, no começo do rock, já tinha um número razoável de pessoas, catay um caneco e enchi. Tava tudo ótchymo, tudo tranquilo, música boa, cerveja gelada e pouco tumulto… até anoitecer…

Anoiteceu e aquele lugar virou um pandemônio, não sei de onde surgiu tanta gente! Muito vinhádo, muita sapa, poucos héteros, ou seja, PERFEITO! Até a hora que os héteros ficaram bêbados.

Vocês sabem, néam, gentchy? Não é preconceito, mas eu sinto que os os homens jovens heterossexuais estão deixando a educação em casa antes de sair. No balcão da cerveja, uma bagunça de brutamontes se empurrando e se machucando pra conseguir encher o copo, mais pareciam animais. Infelizmente, não resolveram aquela situação porque não quiseram, afinal, as pessoas que estavam servindo tinham o poder de dar cerveja ou não, não custava nada exigir que fizessem uma fila e respeitassem a vez das pessoas… o curso é de Comunicação Social, o mínimo que eles deveriam fazer era SE COMUNICAR com os vândalos.

Enfim, não precisei enfrentar a multidão muitas vezes, sempre aparecia uma ou outra bill fã do blog e pegava pra mim, mas não é porque eu não fui prejudicado que não posso ter a sensibilidade de perceber o problema.

Outro problema foi com o horário que terminou a cerveja, 7 da noite fui pegar mais e a moça me disse que havia acabado e que não comprariam mais. Tudo bem que a calourada tinha começado uma da tarde, mas poxa, ano passado ficou até às 10 :(

Girl Power!

Mas também teve coisa boa! Teve uma bee que sabia as coreografias das divas pop e sambou na cara de todas as rachas quando dançou Single Ladies, acho riqueza! Inclusive, morri de rir das mulheres sofrendo numa fila quilométrica pra fazer xixi, a pista ficava abarrotada de bofes enquanto elas tentavam ir ao banheiro. Certeza que teve dedo de alguma gay mafiosa que quis acabá com o rock das amapoa, hahahaha.

Como acabou cedo, dei meus pulos, liguei pra mamãe e bem bebi aqui em casa até 6 da manhã, não tô morta e só paro se cair.

E o rock de vocês, como foi? Fiquei sabendo que a Erótica da Lady Gaga era quase uma micareta de tanta gente.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição LOUCOORA TOTAL]

23/05/2011

PARTY HARD!

Sim, gatiras, eu sei que eu deixei de postar o tão amado post de fim de semana, mas esse merece ser comentado!

Como disse pra vocês, entrei em profundo estado de latência na sexta para suportar a maratona alcoólica de sábado (Calourada de Biologia + Festa Buatchy), e se não tivesse feito isso, com certeza não aguentaria.

Saí de casa às duas da tarde pra chegar em Vitorinha às 3 (moro em Vila Velha, e todas aqui sabem a viagem que é pra chegar lá), chegando lá já entrei nervosãm pra encher o caneco. Comecei a beber.

No começo tava uó, tocando Pitty e a irônica música “Get up, stand up” do Bob Marley, que pelo ritmo broxante a última vontade que você sente é de ficar em pé. Mas anoiteceu, e como diz a sábia Deid: “Depois da meia noite todo urubu vira frango”.

O lugar começou a encher, conheci umas bills fãs do blog (que inclusive me pintaram toda de caneta), e eu, bebendo desde 3 da tarde, já estava mais alta que as Torres Gêmeas (sim, foi uma piada sarcástica).

E precisa de legenda?

Enfim, iniciaram o tal “batizado dos calouros”. E a Max, como boa e amiga veterana, já armou duas navalhas pra defender as moças mais fracas que não aguentam beber e que acabariam sendo obrigadas a fazê-lo. Aí que teve o primeiro bafão: O menino só aguentou dar um pequeno gole e logo começaram a gritar “Viadinho, Viadinho!”. Me REVOLTAY e subi no palkoo!

Peguei o microfone e disse assim: “Não aceito chamarem de viadinho os que não aguentam beber, porque eu, na minha época de calouro, fui o que bebi o maior gole… e SOU viadinho!” *Gritos da plateia*

Depois de ter caído nas graças do povo, fechei com chave de ouro: “Nesse verão… eu resolvi fazer algo de diferentchy…” *Mais gritos e um coro de viados e rachas me acompanhou até o final da representação de Luisa Marilac*

Desci do palco como uma diva, por pouco não pulei nos braços do povo igual aqueles cantores de rock. Pensei no caso, mas sabem como viado não é confiável, certeza que elas me deixariam cair de cara no chão!

Saí da calourada e fui pra festa Buatchy lá no Platinum. Cheguei lá, maquiagem toda cagada, roupa cheia de pingo de suco gummy, falando alto e conversando com todas na fila. Bobagem, se preocupar com roupa é coisa de gente feia…

Max flagrada na porta da boate

Bee’s, a festa estava um LU-XO! Ar-condicionado glacial, decoração babadeira, banheiros enormes e limpos e a música… nem precisa falar, néam? Marcelo Menezes sempre quebra o caralho todo!

Como já estava pobre, bêbada e no fim do meu prazo de validade, catei um copo e fui usar minha beleza e simpatia pra conseguir bebida, resultado: Claro, fiquei mais louca do que já tava!

Aí a pomba encostou, e fazia tempo que ela não encostava; Max transtornada na pista, sumia de 5 em 5 minutos, conhecendo pessoalmente cada reservado daqueles banheiros. Mas é explicável, gentchy, sempre curti design de interiores, precisava analisar a vertente artística do arquiteto.

Fim da noite, já tinha tirado o sapato na pista… Heleninha Roitman teria vergoha alheia por mim. Resolvi me recolher e ir embora.

p.s.1: O banheiro estava limpíssimo, mas como sempre, teve uma gay que resolveu fazer a chuca dentro da boate, por pouco não interditaram e colocaram um símbolo de “Biohazard” na porta;

p.s.2: Se vocês tivessem visto minha cara no outro dia de manhã, eu juro que precisariam de uns 3 anos de terapia pra se recuperar do trauma, hahaha.

Babado, Confusão e Gritaria [Edição Skins]

27/02/2011

Fim de semana cheeeeeeeio de novidades e situações atípicas.

Nessa quinta passei por tanta coisa louca que me lembrei que tinha guardado um livro que comecei e me inspirei a escrever uma série FICTÍCIA contando essas experiências e inventando outras, o que vocês acham?

Enfim, o babado foi o seguinte:

Fui pra Muah! cedo, porque precisava montar a festa, esperar as pessoas chegarem e tal. A festa começou, continuou e acabou. E fomos a caminho de casa, eu, minha amiga sapa e meu amigo paseeva.

Chegamos ali perto do posto de gasolina indo em direção ao Ilha Acústico e um carro nos parou, saiu um rapaz, levantou uma garrafa de vodca e disse: “Bora beber?”. Nós, loucas e inconsequentes, entramos no carro do bofe e partimos pro Postinho da Ufes pra comprar refrigerante pra misturar.

Compramos o refrigerante e… fomos os 4 pro Motel! hahaha

Max foi no porta-malas junto com a passeeva e minha amiga sapa foi na frente com ele, pra não levantar suspeitas… Chegando lá, tiramos a roupa, começamos a encher a cara, e o bofe, como todo homem, começou a querer enfiar a peacock dele em algum buraco.

Sobrou pra quem? Pra sapa, claro. Inclusive, ela merece todo o louvor pelo sacrifício, afinal, não é todo dia que se consegue vodca, motel e uma carona pra casa.

Ah, e por quê “edição Skins”? Se você abrisse a porta do quarto e nos visse dormindo amontoadas, com certeza pensaria no seriado. Agora até nos apelidamos de Cassie (eu), Anwar (A passeeva) e Jaw (A sapa)… quem conhece vai entender.

Mas não acaba por aí! Na hora de sair, a conta deu mais do que o bofe (PO-BRE) podia pagar. Ele deu bafão no MEIO do Motel às 7 da manhã e, no fim de tudo, entregou um pneu do carro como garantia hahaha.

p.s.: Sexta e sábado cagada me recuperando do ocorrido. Raspei a cabeça e hoje estou indo pra Parada Gay de Viana (como se fosse possível “parar” mais alguma coisa lá)

p.s.2: Beijo pros leitores fofíssimos que eu conheci lá na Muah!

Babado, Confusão e Gritaria [Edição amnésia]

21/02/2011

SIM! Edição Amnésia, afinal, faz 4 semanas que os BCG’s são especiais que eu já perdi a conta dos habituais.

Não vou falar da Muah! porque eu sempre saio de lá cagada, mas tenho uma novidade pra vocês: o Pessoal do grupo LGBT SOMOS apareceu na festa pra fazer entrevista com o Babado Certo pro Mapeamento Cultural LGBT braseeleeiroam! Fiz vídeo, fotos e até uma sex tape… me senti a Mo’nique de Precious no Globo de Ouro.

Sexta fui pro Escritório Bar, aí sim eu dei pinta, bêu abôr. Havia uns HT’s gritando uns sons que eu não conseguia decifrar, na verdade eu não consigo entender porra nenhuma num grupo com mais de 4 homens heterossexuais. Eles olhavam pra nossa mesa (5 sapas e uma bill), gritavam entre si, aí um levantava, chegava perto e saía. Menines, parecia que eu tinha Kryptonita enfiada no edi.

Gasp!

Saí de lá às 6 da manhã trocando as pernas, bebi todas as cores da bandeira gay, Cosmopolitan, Controverso e uma batida feita do diabo + duas folhas de hortelã (e quando falo do capeta, tô falando do próprio, não da famosa bebida baiana)

Sábado só o koo e a catinga. Não saí, mas fiquei no twitter a madrugada toda, bebendo, fumando e falando putaria cas minhas seguidoras. Chocada fiquei com algumas declarações.

Domingo já estava com overdose de viado, pra onde fui? Pro bar ver o jogo do Bostafogo e Flamerda, claaaaaaro! Aquele inenarrável cheiro de testosterona que sobe toda vez que fazem um gol, todas gay curte.

Mas, e as gatinhas? Por quais quebradas rebolaram esse koozão pago em 32x no Dr. Roberto?

Babado & Confusão, porque Gritaria só no domingo

11/02/2011

EIS A MARCA:

Gentchy, resolvi adiar um pedacinho do BCG da semana pra contar pra vocês o bafo que foi a pré-estreia da Festa Muah! no Teacher’s Pub ontem.

Logo no início encontrei um monte de gente do blog que ainda não conhecia, sem citar nomes para preservar a identidadtchy secreta das gay na noite.

O Open Bar começou atrasado (infelizmente), mas foi o suficiente pra elas acabarem com toda a bebida, até as que não tinham álcool, e comida da casa em menos de meia hora. Tiveram momentos que elas começaram a se estapear para conseguir um copo de cerveja! Fiquei chocada.

No início DJ André K-lçada só tocou musiquinhas lounge, PROPOSITALMENTE, afinal, era um coquetel fino. Mas depois de meia-noite, eu e o Rike subimos no palquinho, pegamos o microfone, apresentamos a marca e aí sim André mostrou a que veio, e segurou a gaylera até 4 da manhã, BAFO!

Eu já tava louca desde quando subi no palquinho meia-noite, imaginem no resto da noite.

Vou dizer pra vocês, essa festa vai ser babado, porque se numa pré-estreia, com quase nenhuma divulgação, e aberta só depois da meia-noite, a casa estava super satisfatória… imagine com uma semana pra deixar as senhoras loucas pela quinta que vem?

E se alguém disser que passou calor lá dentro eu vou fazer três bucetas na cara com a minha Gillette Sensor Excel.

p.s.: Não vou comentar do Dark-room para não gerar desafetos hahaha.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Dé's Bee day]

07/02/2011

Finalmente, minha ressaca passou e meu cérebro voltou a funcionar. Agora vamos aos bafos do fim de semana.

Resumo de tudo

Sexta fiquei em casa e, sem nada pra fazer, passei a noite assistindo pornô e bebendo a cachaça da @titialoira que ganhei na última Cabaret.

Sábado, rock com a família, bebi como uma louca, dei PT às 18 horas. Pelo menos isso me ajudou a me recuperar pro outro dia.

Mas o que interessou mesmo foi o domingo, aniversário da Dé. Acorday cedinho, fiz um reboco sinistro pra poder esconder os estragos da noite anterior… era tanta camada de maquiagem que se eu caísse no chão abriria igual um sarcófago. Fiz o bolo de aniversário dele e parti em direção à Barra do Melkoo. Cheguei e já tinham umas pessoas por lá, logo abri uma latinha e começou a putaria.

Bebemos como se não houvesse amanhã, fofocamos, falamos bem (e mal) das bee’s que sempre comentam por aqui. E como se não bastasse, no fim de tudo, fomos todas tortas pro Bar da Rosa terminar de encher a cara.

E vocês? Foram pro Rock na Ufes? E pra Erótica no sábado? Qual foi o melhor rock?


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