Queridas, estou embasbacada com a Chica! Está mudada, e para melhor! Colocaram piso em toda a área externa, o bar foi posicionado agora em frente à cabine do DJ e o palco foi colocado naquele canto preto onde só ficavam as beeshas Dalits, dançando e bebendo sozinhas.
Quem não foi, perdeu, André K-lçada arrasou demais com os remixes da Whitney, dá uma olhadinha no vídeo:
Maneiro, né?! Mas isso já era de se esperar, a gente conhece a Chica o suficiente pra saber que ela só sai pra fechar negócio. O que eu não esperava foi o seguinte…
O show das drags começou, o primeiro foi (daquela que não se pode falar o nome), dublou I will always love you, BE-LÍS-SI-MA, bati palma, dublei junto e quase chorei.
Depois entrou Jéssica Telles, uma outra drag (Que o álcool não me deixa lembrar o que elas cantaram) e por fim, *BOOM*, a drag que foi a fonte do meu problema… mas não sei o nome dela…
Enfim, ela dublou “It’s not right, but it’s ok“, e vocês estão pensando: “Foda, Max, deve ter sido arrepiante”…
Deveria ter sido se a drag não tivesse interpretado a música errado. “It’s not right, but it’s ok” é uma música de revolta e superação, a mulher foi traída, tá falando tudo na cara do marido! É hora de se rasgar em câmera lenta, não de ficar segurando a barra do vestido e rodando como se estivesse cantando “Vou de Táxi“, da Angélica. Essa música não é pra fazer a bonita em cima do palco, é pra fazer a recuperada, a que deu a volta por cima, e pra isso você precisa rasgar o koo com a unha, no começo, e sorrir no final.
Enfim, olhei pro lado e comentei isso com um pessoal que estava perto de mim, e no meio desse grupo tinha um amigo (agora não mais) e maquiador de duas das drags que estavam lá em cima. Ele começou a dizer “você tá falando mal porque não faz melhor”, “sobe lá e faz melhor”.
Respondi que fazendo melhor ou não, eu era CLIENTE da casa e tinha TODO o DIREITO de gostar ou não das apresentações, e realmente, o mínimo que uma drag deve saber ao subir no palco é o que a sua música quer dizer, tô certo ou tô correto, gente?!
A gay se exaltou e mandou a seguinte frase: “Ah é? Então só porque você criticou eu vou falar pra (aquela que não se pode falar o nome) onde você mora, pra ela ir na porta da sua casa te dar um pau!”
DESSE JEITO, fiquei com medo, ainda mais com ele sabendo que a drag nunca teve uma boa relação com o blog, pra ele falar alguma coisa no camarim, deixar (aquela que não se pode falar o nome) nervosa e comprar briga a troco de nada, pouco custa.
Mas eu, fina e não habituada com esse comportamento de periferia, fui direto no Magno Procter contar o bafão, ele foi super fofo comigo, me confortou, disse que ia resolver e… tô achando que cabeças vão rolar…






Lembrem-se:













