Sim, gatiras, eu sei que eu deixei de postar o tão amado post de fim de semana, mas esse merece ser comentado!
Como disse pra vocês, entrei em profundo estado de latência na sexta para suportar a maratona alcoólica de sábado (Calourada de Biologia + Festa Buatchy), e se não tivesse feito isso, com certeza não aguentaria.
Saí de casa às duas da tarde pra chegar em Vitorinha às 3 (moro em Vila Velha, e todas aqui sabem a viagem que é pra chegar lá), chegando lá já entrei nervosãm pra encher o caneco. Comecei a beber.
No começo tava uó, tocando Pitty e a irônica música “Get up, stand up” do Bob Marley, que pelo ritmo broxante a última vontade que você sente é de ficar em pé. Mas anoiteceu, e como diz a sábia Deid: “Depois da meia noite todo urubu vira frango”.
O lugar começou a encher, conheci umas bills fãs do blog (que inclusive me pintaram toda de caneta), e eu, bebendo desde 3 da tarde, já estava mais alta que as Torres Gêmeas (sim, foi uma piada sarcástica).
Enfim, iniciaram o tal “batizado dos calouros”. E a Max, como boa e amiga veterana, já armou duas navalhas pra defender as moças mais fracas que não aguentam beber e que acabariam sendo obrigadas a fazê-lo. Aí que teve o primeiro bafão: O menino só aguentou dar um pequeno gole e logo começaram a gritar “Viadinho, Viadinho!”. Me REVOLTAY e subi no palkoo!
Peguei o microfone e disse assim: “Não aceito chamarem de viadinho os que não aguentam beber, porque eu, na minha época de calouro, fui o que bebi o maior gole… e SOU viadinho!” *Gritos da plateia*
Depois de ter caído nas graças do povo, fechei com chave de ouro: “Nesse verão… eu resolvi fazer algo de diferentchy…” *Mais gritos e um coro de viados e rachas me acompanhou até o final da representação de Luisa Marilac*
Desci do palco como uma diva, por pouco não pulei nos braços do povo igual aqueles cantores de rock. Pensei no caso, mas sabem como viado não é confiável, certeza que elas me deixariam cair de cara no chão!
Saí da calourada e fui pra festa Buatchy lá no Platinum. Cheguei lá, maquiagem toda cagada, roupa cheia de pingo de suco gummy, falando alto e conversando com todas na fila. Bobagem, se preocupar com roupa é coisa de gente feia…

Max flagrada na porta da boate
Bee’s, a festa estava um LU-XO! Ar-condicionado glacial, decoração babadeira, banheiros enormes e limpos e a música… nem precisa falar, néam? Marcelo Menezes sempre quebra o caralho todo!
Como já estava pobre, bêbada e no fim do meu prazo de validade, catei um copo e fui usar minha beleza e simpatia pra conseguir bebida, resultado: Claro, fiquei mais louca do que já tava!
Aí a pomba encostou, e fazia tempo que ela não encostava; Max transtornada na pista, sumia de 5 em 5 minutos, conhecendo pessoalmente cada reservado daqueles banheiros. Mas é explicável, gentchy, sempre curti design de interiores, precisava analisar a vertente artística do arquiteto.
Fim da noite, já tinha tirado o sapato na pista… Heleninha Roitman teria vergoha alheia por mim. Resolvi me recolher e ir embora.
p.s.1: O banheiro estava limpíssimo, mas como sempre, teve uma gay que resolveu fazer a chuca dentro da boate, por pouco não interditaram e colocaram um símbolo de “Biohazard” na porta;
p.s.2: Se vocês tivessem visto minha cara no outro dia de manhã, eu juro que precisariam de uns 3 anos de terapia pra se recuperar do trauma, hahaha.



Vocês quase me cortaram na navalha por não postar nada sobre a inauguração da nova boate 






















