Olha, eu acho que vou abrir uma categoria “bafões” só para postar essas coisas, porque todo dia tem alguma história nova envolvendo boates, elzas ou briga de foice.
Tô começando a me emputecer…
Tudo bem, tudo bem, não importa que o bafão entre as casas noturnas teve de ser abafado, nós temos mais, e dessa vez é de origem interestadual!
Todas as bee’s conhecem as famosas festas Fun4(insira um tema aqui), promovidas pela Antimofo, né? Elas sempre fazem sucesso aqui em Vitorinha e dão a oportunidade pra muita gente realizar o seu sonho de ser DJ por uma noite.
Uma fofura, até que uma malévola gay cabixaba, que inclusive tocava nessas festas, foi embora pra BH e…
E não é só boato não, minha gente, você pode encontrar as provas em dois sites da agenda cultural de BH clicando AQUI e AQUI.
Só consigo pensar nesse gif:
Vocês se lembram da história do funcionário da Space Pub que foi proibido de entrar na Chica Chiclete, resultando em bafão com os alibãs e briga de foice entre drags vestidas de princesas da Disney? Não lembra? Então leia de novo:
Acho que todas vocês já devem conhecer a buatchy da família Buaiz (alimentos), Royal Club, em Vitorinha, néam? Se nunca foram, conhecem pelo menos de nome, e sabem que as Wanessetes comem pão com ovo o mês todo só pra poderem pagar a fortuna que custa a entrada, e torcer pra encontrar com Wanessa ex-Camargo lá dentro.
Pensando nisso, e na legião de fãs gays que Wanessinha tem, era de se esperar que o ambiente da Royal fosse, pelo menos, gay friendly, não é meishmo? Mas cata o que aconteceu com uma de nossas leitoras por lá. Vou resumir porque essa viada é mais prolixa que Platão:
Inhaí viado!
Fomos para a Royal para nos divertirmos, fomos em busca de um ambiente refinado e seguro, mas não foi o que encontramos.
De número um, só o café
O que aconteceu foi o seguinte: fomos ao banheiro, todas as gays e sapas. As sapas foram ao banheiro feminino e as gays para o masculino (uó essas boates hts, prefiro quando é tudo misturado). Quando as gays saíram do banheirón, ficamos esperando as rachas. Os banheiros ficam em um corredor atrás do palco, ou seja, só quem estiver ali no momento é que vê o que acontece. Enquanto estávamos esperando a racha, o segurança começou a nos empurrar para fora, falando que não poderíamos ficar ali.
Nesse momento eu já pensei que era preconceito, entretanto, tentei argumentar com ele que estávamos apenas esperando nossas amigas saírem do banheiro. Você acredita que o ignorante achou que nós, os viados, estávamos tentando espiar o banheiro feminino? Fiquei chocado! Novamente eu tentei explicar que não estávamos fazendo nada de errado, só estávamos aguardando nossas amigas, mas o segurança não quis nem saber, ficou empurrando e fazendo aquela cara de mau que você deve conhecer, no estilo “sai daqui senão vou bater em todo mundo”.
Nessa hora eu falei logo que a gente era viado e que não queríamos ver nada no banheiro feminino, na verdade, ele tinha que se preocupar com a gente dentro do banheiro masculino kkkkkk, sambei na cara dele! Obviamente, não adiantou nada e ele nos empurrou com mais violência ainda, sorte que uma tiazinha que limpa o banheiro meio que segurou ele e nós acabamos voltando para a pista.
Ele não nos importunou mais, mas me senti muito ofendido com o despreparo do segurança, com a violência, que só aumentou quando falei que éramos gays.
Bom, foi algo bem simples, mas o suficiente para que não volte lá nunca mais.
Bjão!
Mas Fiquem tranquilas, vejam o que a Senhora Buaiz acha disso tudo:
Os pedidos de BCG dessa semana se multiplicaram como um câncer, no Facebook, no meu e-mail e no meu msn. Fingi não ter visto, porque o meu fim de semana foi um koo e eu não estava nem a fim de contar nada, mas, infelizmente, os pedidos chegaram aqui nos comentários, e isso me cheira a bafão, dos grandes.
Eu fiz o de sempre, afinal, desde que fiquei orfã dos Rocks na Ufes, minha vida noturna se resume a beber num barzinho qualquer na sexta e ir pra alguma festinha no sábado. Entretanto, a sexta-feira foi bafoenta, eu nunca vi tanta gente junta naquele Teacher’s Pub como eu vi no Tributo à Amy Winehouse, e eu só cheguei às 3 e meia da madrugada!
Lembro-me que encontrei uma famosa comentadora do Babado Certo, uma que é amada e odiada por todos (nem preciso falar quem é, néam?), além de ter sentido a melhor sensação do mundo quando ouvi Valerie, fiquei em transe. Se alguém tirasse uma gota do meu sangue e levasse pro laboratório, descobririam ali a droga mais forte dos últimos tempos.

Kitana morreu de inveja
Enfim, vocês querem meishmo que eu fale do sábado, eu sei, vocês são mafiosas, boicotaram a Space Pub. Mas era de se esperar, tendo Gretchen e Felipe Guerra ao mesmo tempo em Vitorinha, não tem como competir. Me contaram que a Gretchen estava tão cheia, mas tão cheia, que o último da fila só conseguiu ouvir Conga la Conga porque estava assistindo a Twitcam da festa pelo iPhone. Uma loucura!
Mas dizem as más línguas que teve briga de navalha na porta de uma famosa boate cabixaba, duas bee’s, habilidosíssimas com as lâminas, praticamente gueixas assassinas. Alguém tá sabendo dessa história?
A principal micareta gay friendly de Vitorinha finalmente chegou!
Eu disse gay friendly, não LGBT, não vai montada pensando que vai ter gogoboy pra você pegar na neca. O evento é pros HT’s também, mesmo que eu ache difícil se comunicar com toda aquela testosterona à flor da pele… enfim…
É o Churrascom, calourada de Comunicação Social, famosa pela sua diversidade musical, cultural AND SEXUAL, que é o que nos interessa, néam?
Cata o flyer:
E por que eu estou postando tão cedo? Porque eu não quero ninguém falando que não vai porque só ficou sabendo em cima da hora e fica muito caro pagar no dia.
Então, corram pro Cemuni V, na Ufes, na Ecos Jr, Bicho Guloso, Empório do Cacau e Kaffa Cafeteria, e comprem seus ingressos pra aproveitar o precinho camarada do primeiro lote.
Espero todas vocês lá, e não venham reclamar do preço não, porque as senhoras comem pão-com-ovo o mês todo pra poder pagar consumação na boate e beber dois drinks de 20 reais, mas saem de lá sorrindo.
Horário de abertura: 13 horas
Dica pra chegar ao Recreio dos Olhos:
Mais informações nos telefones 9955-8225 / 8172-7911 ou no Twitter @_churrascom
Sim, gatiras, eu sei que eu deixei de postar o tão amado post de fim de semana, mas esse merece ser comentado!
Como disse pra vocês, entrei em profundo estado de latência na sexta para suportar a maratona alcoólica de sábado (Calourada de Biologia + Festa Buatchy), e se não tivesse feito isso, com certeza não aguentaria.
Saí de casa às duas da tarde pra chegar em Vitorinha às 3 (moro em Vila Velha, e todas aqui sabem a viagem que é pra chegar lá), chegando lá já entrei nervosãm pra encher o caneco. Comecei a beber.
No começo tava uó, tocando Pitty e a irônica música “Get up, stand up” do Bob Marley, que pelo ritmo broxante a última vontade que você sente é de ficar em pé. Mas anoiteceu, e como diz a sábia Deid: “Depois da meia noite todo urubu vira frango”.
O lugar começou a encher, conheci umas bills fãs do blog (que inclusive me pintaram toda de caneta), e eu, bebendo desde 3 da tarde, já estava mais alta que as Torres Gêmeas (sim, foi uma piada sarcástica).
Enfim, iniciaram o tal “batizado dos calouros”. E a Max, como boa e amiga veterana, já armou duas navalhas pra defender as moças mais fracas que não aguentam beber e que acabariam sendo obrigadas a fazê-lo. Aí que teve o primeiro bafão: O menino só aguentou dar um pequeno gole e logo começaram a gritar “Viadinho, Viadinho!”. Me REVOLTAY e subi no palkoo!
Peguei o microfone e disse assim: “Não aceito chamarem de viadinho os que não aguentam beber, porque eu, na minha época de calouro, fui o que bebi o maior gole… e SOU viadinho!” *Gritos da plateia*
Depois de ter caído nas graças do povo, fechei com chave de ouro: “Nesse verão… eu resolvi fazer algo de diferentchy…” *Mais gritos e um coro de viados e rachas me acompanhou até o final da representação de Luisa Marilac*
Desci do palco como uma diva, por pouco não pulei nos braços do povo igual aqueles cantores de rock. Pensei no caso, mas sabem como viado não é confiável, certeza que elas me deixariam cair de cara no chão!
Saí da calourada e fui pra festa Buatchy lá no Platinum. Cheguei lá, maquiagem toda cagada, roupa cheia de pingo de suco gummy, falando alto e conversando com todas na fila. Bobagem, se preocupar com roupa é coisa de gente feia…

Max flagrada na porta da boate
Bee’s, a festa estava um LU-XO! Ar-condicionado glacial, decoração babadeira, banheiros enormes e limpos e a música… nem precisa falar, néam? Marcelo Menezes sempre quebra o caralho todo!
Como já estava pobre, bêbada e no fim do meu prazo de validade, catei um copo e fui usar minha beleza e simpatia pra conseguir bebida, resultado: Claro, fiquei mais louca do que já tava!
Aí a pomba encostou, e fazia tempo que ela não encostava; Max transtornada na pista, sumia de 5 em 5 minutos, conhecendo pessoalmente cada reservado daqueles banheiros. Mas é explicável, gentchy, sempre curti design de interiores, precisava analisar a vertente artística do arquiteto.
Fim da noite, já tinha tirado o sapato na pista… Heleninha Roitman teria vergoha alheia por mim. Resolvi me recolher e ir embora.
p.s.1: O banheiro estava limpíssimo, mas como sempre, teve uma gay que resolveu fazer a chuca dentro da boate, por pouco não interditaram e colocaram um símbolo de “Biohazard” na porta;
p.s.2: Se vocês tivessem visto minha cara no outro dia de manhã, eu juro que precisariam de uns 3 anos de terapia pra se recuperar do trauma, hahaha.
Gentchy, Lady Gaga está quebrando o caralho todo, lançando um hit toda semana, e dessa vez é a hora da esperada Edge of Glory Hole. Vamos ouvir?
Versão em HD:
E aí? O que acharam?
Eu vou dizer o que disse no Twitter: Parece um dueto entre Miley Cyrus e Justin Bieber. Porém, como toda música da Gaga, eu odeio no começo, mas é só aumentar o som, pegar um bom drink que já começo a amar.
Via LadyGagaBrasil, Dica do @ThiagoSkyMe