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Babado, Confusão & Gritaria [Edição Move Music]

11/09/2011

Antes de tudo, peço desculpas ao pessoal da Fábrica Danceteria por não ter aparecido lá nesse fim de semana. Aconteceram alguns imprevistos e eu tive que ir pra Move, mas assim que puder, vamos quebrar tudo por aí também, tsá?

Agora vamos aos bafos!

Eu e a Dé chegamos na Move por volta de 23 horas, sim, porque precisávamos gravar umas entrevistas pra um futuro episódio da Babado TV. Pensamos que fosse estar vazio, ledo engano, meia hora depois surgiu viado das profundezas do inferno, é só acender aquele letreiro luminoso que elas aparecem igual cupim voando na luz.

Enfim, batemos um papo com a Royce Luckessy, demos uma pinta na portaria e entramos. Lá dentro, Dé comprou uma caipirinha e eu um Boa Noite Cinderela (aquela maldita bebida doce), dançamos e ficamos IMPRESSIONADOS com a mudança de estilo do DJ residente da casa, pois dessa vez eu conseguia cantar os refrões! Ficamos super felizes e, pra comemorar, compramos mais dois drinks…

Resultado… o álcool começou a bater e Heleninha Roitman a se manifestar, cabelo já bagunçou, bebida já caiu na blusa branca e, a partir dali, Max já não respondia mais pelo próprio nome.

Fui fumar, porque eu acho que é na área de fumantes que as pessoas fazem amizade pra noite toda, sim, gatas, experimente ir fumar quando só tem pessoas legais fumando, faça amizade com elas, e espere a vontade de fumar aparecer de novo, CERTEZA que as mesmas pessoas estarão lá pra fumar outra vez! Fisiologia pura, a concentração de nicotina de todo mundo cai, e o encontro é certo, marcar encontro com cigarro é melhor que qualquer telefone.

Nessa área de fumantes, inclusive, fiz diversas coisas que não faria sóbrio: contei em alto e bom som sobre a minha vida sexual, falei mal das passivas que não deixam pegar na neca, fiz uma enquete com todas as bee’s passivas do local… peraê, todas as gays passivas não, todas, APENAS, não tinha ativo ali. Sem contar as dezenas de mamilos que me foram mostrados, estava me sentindo um jurado daqueles concursos de Garota da Camisa Molhada. Né, Amanda? hahahaha

Lá dentro, na hora do show da Lorena, aconteceram diversas coisas, não é meishmo, Dé? Mas vou me ater ao fato de que ela estava um luxo, com o tom de cabelo perfeito e a voz impecável, com certeza valeu a pena assistí-la. Gritei ao saber que conhecia mais músicas dela do que eu imaginava, essa falta de patriotismo cultural do Brasil é decepcionante, sabia? (E eu não me excluo desse grupo)

Inclusive, definitivamente eu não sou viado, nem bissexual, acho que sou sapatão que dá defeito de vez em quando, porque não é POSSÍVEL como toda vez que eu vou pro rock acabo pegando alguma lésbica. O bom de eu ser sapatão é que já nasci com uma cinta-caralha acoplada no corpo, néam? hahaha

Fomos muito bem atendidos pela equipe da Move Music, não temos nada a reclamar, e olha que eu tive problema com a minha comanda, um problemão, e resolveram pra mim na velocidade da luz, meus parabéns! Por fim, pegamos carona com um amigo e fomos pra Old Village, demos mais pinta, comemos, e fomos pra casa.

Mas eu fiquei sabendo que a Chica ferveu ontem também, contem-me, gatiras, como foi a noite de vocês?

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Amnésia de Big Apple]

04/09/2011

Sabem aquela sensação de arrependimento, ressaca moral e medo do que você foi capaz de fazer no dia anterior? Pois é, é o que eu estou sentindo agora. A diferença é que eu não faço ideia do porquê.

Vou contar a história da parte que me lembro, um aniversário em Camburi. Cheguei lá por volta de 6 da tarde e eu nunca vi tanta bebida quente junta, parecia um supermercado, só que em vez de babar nas bebidas, você podia pegar e beber o que quisesse.

Comecei no Campari, passei pro Martini, depois pra cerveja, até que bebi a satânica BIG APPLE! Pronto, incorporei, aquela bebida tem alguma droga ilícita dentro da garrafa, porque não é possível a maneira como ela me altera. Enfim, já tocada pela Pomba Gira, resolvi ir pra Space Pub.

Saí como uma louca pelas ruas de Camburi, e passei em frente a um prédio que tinha uns rapazes bebendo e ouvindo Rock, me chamaram pra subir, e eu FUI! Chegando lá, dois já começaram a me agarrar, nisso eu fiquei nessa palhaçada por umas duas horas, e aí tive o primeiro flash que me fez esquecer de tudo: NÃO sei o que eu fiz depois que entrei no quarto, se roubassem meus rins eu só iria descobrir hoje de manhã hahaha.

Max caminhando em Camburi

Enfim, já tinha dado meia noite, e eu estava sem um puto pro táxi, liguei pra papai e por sorte ele ainda estava em Camburi e me deu carona até a boate.

Chegando na Space os flashs começaram a ser mais frequentes, lembro que dei bafão na porta porque as bee’s estavam furando fila, o que fez meus amigos demorarem hooooooooras pra entrar. Depois dei bafão lá dentro porque eu achei que uma outra bee  também estava furando a fila do bar, tadinha, quase que a gente briga de navalha por NADA.

A partir daí eu só sei o que meus amigos me contaram, contaram que eu peguei ex-namorado, que eu levei uma passiva pra um esconderijo na boate e fiquei puto da vida porque ela não me deixava pegar na neca dela… também pudera, néam? Ela deixou bem claro que era passiva, e eu, incorporada pelo espírito da Maria Gadu, virei ativa, mas até pra isso tem um limite, ninguém dorme passiva e acorda ativo.

De resto, só me lembro de mim, de manhã, no ponto de ônibus, sendo bulinado por um transeunte que ficava passando a mão em mim me chamando pra “fazer um rock” na casa dele. Que medo, ainda bem que Anwar estava comigo pra me proteger dos abutres.

E vocês? Viram a Max tresloucada também e estão doidas pra me gongar? Pois então! NÃO FAÇAM ISSO!

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Colatina]

22/08/2011

Oh meu deus! Estou destruída! Colatina é um ponto de luz em meio à escuridão do interior!

Saí de casa no domingo por volta de 7 da manhã, afinal, a van da prefeitura da Serra marcou conosco às 9 em Laranjeiras. Pegamos nossa condução e partimos.

Todas se lembram que estava bem frio aqui em Vitorinha ontem, e ficou frio até minutos antes de chegar lá, entretanto, foi só chegar perto da ponte do Rio Doce que se abriram as portas do inferno, Colatina se transformou de uma hora pra outra em Calortina, inclusive, minha garganta inflamou com tal mudança brusca de temperatura.

Eae, gata, qué uma carona?

Primeira coisa que eu fiz quando saí daquela van foi procurar um bar, claro, é no bar que a gente analisa a real beleza da cidade. Sentamos eu e minha amiga Anwar pra beber uma Brahma, tomamos 4, hahahaha.

Durante esse tempo eu percebi duas coisas: Os homens bonitos de Colatina não andam na rua, só passam de moto, queria eu saber pra onde estava indo tanto boy magia naquela cidade, porque na calçada passando por nós só tinha desgraça, e a segunda é sobre aquele relógio macabro que tem na pracinha da igreja! Gentchy, quando deu meio dia e aquele negócio badalou 12 vezes, eu juro que tranquei pensando no jogo do Resident Evil pra Playstation 2, sabem? Aquele que na primeira fase toca um sino e sai zumbi de tudo quanto é rua pra te comer.

Enfim, fomos pra parada porque já estávamos descaracterizadas, uma overdoooooooooose de passeeva e sapa! O que eu acho ótimo, afinal, são esses dois grupos que nos fazem rir.

Exótchyca

Já na parada, encontramos uma drag luxuosíssima, que sem dúvida era a rainha da parada, a cover da Thalia Bombinha! Eu não estou brincando sobre ser luxuosa, bee’s, ela estava realmente bem montada, e eu vou te contar que ter um corpo fora do padrão e conseguir ficar bem exige muita força de vontade e talento. Parabéns pra ela!

Mas o mais interessante mesmo foi que a parada estava nitidamente dividida em 5 grupos: As barbies rebolativas, as sapas de blusinha xadrez, as héteras, as pão-com-ovo e as phynas, mas as phynnas nada mais eram que as bee’s quá quás armadas com uma drag…. e eu era uma delas hahaha

Sim, gatas, ser pintosa e estar num grupo de pintosas te caracterizava automaticamente como uma pão-com-ovo, já a presença de uma drag te elevava à categoria de muito phynna, como se a drag fosse um acessório. E como eu odeio me sentir deslocada, logo conjurei a minha própria pet drag.

Por fim, a parada foi linda, exceto por um probleminha: Ninguém sequer citou o apoio do Babado Certo na divulgação do evento. Muita gente somente soube dessa parada através do nosso site, assim como é na maioria das outras, mas na hora de dar um feedback todo mundo “não se lembra de citar”, néam?

Não tô exigindo que divulguem o bluóg não, porque não tem uma gay com acesso à internet que não conheça a gentchy, mas um pouco de gratidão pela nossa boa vontade de fazer a divulgação de um evento que não temos obrigação nenhuma de fazer, é o mínimo que se espera de retorno.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição ComFusão]

15/08/2011

Hello! Pra quem me viu jogada no chão no 106, aviso que estou viva, cheio de hematomas, mas ainda viva e com péssimas memórias do que fui capaz de fazer.

Primeiro vamos falar dos bafos que eu fiquei sabendo, mas não estava presente. Teve arrastão no Rock na Ufes, por volta de 5:30 da manhã. Já falei pra vocês, gatiras, com a greve dos servidores, está perigosíssimo ficar lá durante à noite, quem dirá dar pinta com seus cordões da Vivara.

Mas o mais engraçado mesmo foi o que aconteceu na Space Pub. Uma bee muito reeca, acompanhada de um casal hétero, pediu um balde de champagne, pegou o balde, bebeu, e na hora de devolver deu bafão porque o balde era de acrílico em vez de ser de metal. Segundo ela, estavam servindo champagne em balde de lavar roupa e ela não aceitaria aquilo… queria o dinheiro de volta (mesmo depois de ter aberto a garrafa), não conseguiu, e saiu putíssima soltando fogo pelas ventas amaldiçoando a boate. Sempre tem uma metida à vilã de novela pra maltratar quem trabalha na boate, néam?

Enfim, o que importa meishmo é que a ComFusão foi um sucesso, todas cortaram os pulsos no meu set, eu bebi como uma louca, dei pt, dormi no chão, acorday, fui andar na rua sozinho, voltay e ainda bebi mais. No outro dia, cada peça de roupa que eu tirava era um machucado que trazia uma lembrança (ou não) diferente.

E as senhoras? Foram pra onde?

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Escola de Pop]

07/08/2011

Rito de passagem: Gang Bang

Garáleoãm! Eu nunca vi um rock com músicas tão perfeitas na minha vida! Essa proprosta da Antimofo de ir tocando as músicas de acordo com a década a que correspondem, seguindo uma ordem cronológica, é genial!

A festa foi ótima, tinha muita gente bonita, não fez calor e admito que se aconteceu bafão eu não vi, estava muito ocupadãm dançando com esse set maravilhoso, mas as más línguas sempre me contam alguma coisa, néam? Elas estão tão malditas e organizadas que mais parecem uma seita secreta de basfonds.

Soube que tinha uma sapa transtornadíssima separando todos os casais héteros da pista (se é que tinha algum), dizendo que eles só poderiam se beijar no Dia do Orgulho Hétero, que fora daquela data ninguém era obrigado a ver aquela pouca vergonha. Vanguardista, apenas.

…E enquanto isso… no lustre do castelo… Mais bee’s reclamando sobre os constantes problemas com as comandas numa famosa boate capixaba, segundo a gay, toda vez que ela vai lá, na hora de ir embora, a fila empaca por causa de alguém que não concorda com o valor da comanda… enfim… voltando à vida real…

Soube também que no fim da noite uma sapa e um vinhádo estavam na porta do 106 cantando funks proibidões em alto e bom som, não sei quem são, mas quem me contou falou que a sapa fazia beat box enquanto a gay cantava essa música da MC Kátia:

Percebam vocês que eu estou inserindo a cultura do funk aos poucos, já é o segundo post que eu coloco um vídeo desses. O que eu acho ótimo, funk e gay têm muito em comum.

P.s.: UM RECADO PRA ANTIMOFO, por favor, coloquem maquininha de cartão nesse rock!

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Força Maior]

02/08/2011

Os pedidos de BCG dessa semana se multiplicaram como um câncer, no Facebook, no meu e-mail e no meu msn. Fingi não ter visto, porque o meu fim de semana foi um koo e eu não estava nem a fim de contar nada, mas, infelizmente, os pedidos chegaram aqui nos comentários, e isso me cheira a bafão, dos grandes.

Eu fiz o de sempre, afinal, desde que fiquei orfã dos Rocks na Ufes, minha vida noturna se resume a beber num barzinho qualquer na sexta e ir pra alguma festinha no sábado. Entretanto, a sexta-feira foi bafoenta, eu nunca vi tanta gente junta naquele Teacher’s Pub como eu vi no Tributo à Amy Winehouse, e eu só cheguei às 3 e meia da madrugada!

Lembro-me que encontrei uma famosa comentadora do Babado Certo, uma que é amada e odiada por todos (nem preciso falar quem é, néam?), além de ter sentido a melhor sensação do mundo quando ouvi Valerie, fiquei em transe.  Se alguém tirasse uma gota do meu sangue e levasse pro laboratório, descobririam ali a droga mais forte dos últimos tempos.

Kitana morreu de inveja

Enfim, vocês querem meishmo que eu fale do sábado, eu sei, vocês são mafiosas, boicotaram a Space Pub. Mas era de se esperar, tendo Gretchen e Felipe Guerra ao mesmo tempo em Vitorinha, não tem como competir. Me contaram que a Gretchen estava tão cheia, mas tão cheia, que o último da fila só conseguiu ouvir Conga la Conga porque estava assistindo a Twitcam da festa pelo iPhone. Uma loucura!

Mas dizem as más línguas que teve briga de navalha na porta de uma famosa boate cabixaba, duas bee’s, habilidosíssimas com as lâminas, praticamente gueixas assassinas. Alguém tá sabendo dessa história?

Babado, Confusão & Gritaria [Nova Almeida]

16/07/2011

Mapa de Nova Almeida

Bee’s, O BCG dessa semana teve que ser adiantado, porque meu começo de fim de semana já foi bafo demais pra esperar até segunda-feira.  Me aventurei pelas bandas pós-Serra. Não satisfeita em ter acordado por lá no mês passado, senti uma necessidade de viajar até o limite do Transcol.

Quinta-feira, Ariadna, uma bill amiga minha, convidou a mim e ao Anwar pra irmos à casa dela em Nova Almeida. Eu juro que fiquei meio receoso de início, afinal, tenho experiências péssimas com cidades do interior, vide o dia que bebi Cu de Burro em Nova Venécia e sai correndo pelada pelo mato. Mas ela disse que me daria bebida grátis e eu aceitei. Pois de graça, até injeção na testa, néam?

Comprei minha passagem na quarta-feira e na quinta peguei uma ponte aérea pra lá, o vôo levou cerca de duas horas e eu demorei um pouco pra me acostumar com o novo clima e fuso horário. Pras que nunca visitaram Nova Almeida, aconselho fazer uma mala bem diversificada, pois as variações de temperatura são tão bruscas quanto as do Planeta Mercúrio.

Sou hétero

Enfim, vamos falar de coisa boa: as gays. Fomos comprar nossos drinks no supermercado e as ruas pareciam uma Parada Gay em suaves prestações. Bastava algum de nós falar a palavra “vinhádo” que surgia uma bill pintosíssima caminhando rebolativa. O lugar tem tanta bee, mas tanta bee, que até os “HT’s” falavam miando.

Tsá, nem todos os Ht’s falavam miando, mas tinha uma pocket-PêLanza que eu fiquei chocada quando eu, muito educadamente e já enturmada, fiz uma pergunta e disse assim: “Então, gente, eu acho que a chuca é isso e tal, não é mesmo, BEE?”, olhando pra gay Restart. E vocês acreditam que ela, muito da abusada, balançou o ombrinho, cruzou a perninha, quebrou o bracinho e teve a audácia de dizer: “Eu? gay? Sou heteroãm”.

Sim! Anasalando as sílabas mais que a Celine Dion! E depois ainda insistiu em bater nessa tecla, e eu, muito chapada depois de três garrafas de Martini, já tava poota na paulishta e comecei a jogar na carãm dela que era impossível ela ser hétero.

Como essas mini-bee’s sempre funcionam sob pressão, logo ela soltou a máxima: “Tsá, sou agátê, mas já peguei homem, só que não gostei”

Um cidadão comum de Nova Almeida

Amigas, QUEM aqui gostou do primeiro homem que pegou? Pouquíssimas! Se fosse depender do primeiro pra determinar minha sexualidade, estaria fodida e comendo mulher com o dedinho no nariz até hoje!

Acabei dormindo de lente, acorday com olho de peixe, e caminhamos MAIS uma vez pelas ruas (muito programa turístico). Só que dessa vez fomos eu e uma amiga da Ariadna, tão andrógina quanto eu, só que ela é rachada. Qué dizê, vocês imaginem o frisson causado? Estava me sentindo tão freak, mas tão freak, que andava com o koo na mão, com medo de quando menos esperasse, aparecesse uma multidão enfurecida, com tochas pra nos queimar.

Por fim, a minha dica é: Nova Almeida é o paraíso pros boys ativos, se é que existe algum, pois conheci pouquíssimos. Acho que deve ser por isso que no fim de semana, as gays de lá vêm todas pra Vitorinha, o último grito de desespero em busca de um cafuçu… tadinhas… mal sabem elas que a situação aqui tá tão preta que a única saída é fazer escambo com os outros países, tipo uma bolsa de valores: duas passivas por um ativo, pra evitar a inflação.

O Vinhádo Jubarte

03/07/2011

Fofinhas, hoje eu nem vou falar do meu rock do fim de semana, porque ir pra Ufes e dar bafão já virou tradição. Minha missão essa semana é mostrar pra vocês uma nova modalidade de comunicação entre bee’s: O canto das jubartes.

Estava indo para a pracinha do Carone comprar o meu Cantina da Serra de toda sexta e vi duas bills, uma em cada lado da rua, começando a se cumprimentar:

Uma delas grita: Inhaaaaaaaaaaaaiamm?

A outra responde: Vinhááááádoam, tá boa bunitããããm?

Cumprimento no qual as vogais são alongadas e cantadas em, no mínimo, Fá maior. Praticamente uma ópera… ou o canto das jubartes, vejam um vídeo para compreender:

Agora vocês pensem em duas gays pintosíssimas conversando e ao mesmo tempo dêem play no vídeo. Não é IDÊNTICO?!

Babado, Confusão & Gritaria [Feriadoam]

26/06/2011

Last Friday Night

Minha gente, que fim de semana hardcore! Repleto de noites regadas a muito álcool e manhãs acordando em locais desconhecidos. Até na Serra eu acordei, e vou te contar, que lugar longe… DE TUDO!

Voltei pra casa de Transcol e demorou tanto pra chegar em Vila Velha, que se eu fosse escrever minha biografia com certeza teria um capítulo com o título: “O dia que eu viajei pra Serra”.

Depois disso eu entendi porque no Chat Uol as gays mais nervosas têm preconceito com as Serráqueas, até o bofe chegar a chuca já perdeu a validade.

Enfim, quarta fui pro Rock na Ufes, babado como sempre. Entretanto, devido ao feriado, não teve rock na sexta. Agora você imagine só como eu fiquei na sexta-feira? Não sabia se comia, se fumava, se dormia… até meu intestino ficou locão! Por isso odeio quebrar tradições.

Mas não é sobre isso que quero comentar, o meu problema foi com o sábado. À tarde fui num churrasco e à noite pra Erótica.

Já sou uma mulher adulta

O rock tinha bastante gente, tava animado e até conheci o Pedro, que escrevia aqui no blog…

Tsá, deixa eu parar de enrolar e falar logo do que quero: Olha, gatas, eu até sou a favor de deixar os erês entrarem na buatchy, elas estão tão avançadas que, se bobear, ensinam pra gente como pegar os boy, mas, pôrrãm, tinha uma pocket-trava no rock, que se tinha 13 anos era muito. E ela entrou!

Acreditam que eu perguntei a idade e ela, muito caruda, me respondeu 18? Sem a menor vergonha! Que dissimulada!

16 e 17 a gente entende, elas já estão malucas pra dar, mas onde está a mãe desse menino que o deixa largado às 4 da manhã na rua? Afinal, o pessoal não pode impedir que aquele Chicken Little fique ciscando pelo rock, mas podem (e deveriam) impedir de entrar… ele, e quaisquer outros.

Tá que Vitória tem tanta passiva que perigo de ser estuprada a mini-bill não corre, mas tem que ver isso aê, gentchy, se o juizado bater vai acabá ca festa de todo mundo.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição Churrascom]

29/05/2011

Basfond! Uma das calouradas mais lotadas que já vi! Mas depois eu conto isso, vamos seguir a ordem cronológica do babado:

A calourada começaria 13h, e eu, muito alcoólatra pontual, cheguei em Maruípe por volta de 12h30, pra esperar o sapatão que com certeza se atrasaria.

Impaciente, procurei por um bar e logo avistei um copo sujo na esquina, me senti em casa e já pedi uma Brahma. Umas duas da tarde a sapa chegou e a gente correu pro Churrascom.

Chegando lá, no começo do rock, já tinha um número razoável de pessoas, catay um caneco e enchi. Tava tudo ótchymo, tudo tranquilo, música boa, cerveja gelada e pouco tumulto… até anoitecer…

Anoiteceu e aquele lugar virou um pandemônio, não sei de onde surgiu tanta gente! Muito vinhádo, muita sapa, poucos héteros, ou seja, PERFEITO! Até a hora que os héteros ficaram bêbados.

Vocês sabem, néam, gentchy? Não é preconceito, mas eu sinto que os os homens jovens heterossexuais estão deixando a educação em casa antes de sair. No balcão da cerveja, uma bagunça de brutamontes se empurrando e se machucando pra conseguir encher o copo, mais pareciam animais. Infelizmente, não resolveram aquela situação porque não quiseram, afinal, as pessoas que estavam servindo tinham o poder de dar cerveja ou não, não custava nada exigir que fizessem uma fila e respeitassem a vez das pessoas… o curso é de Comunicação Social, o mínimo que eles deveriam fazer era SE COMUNICAR com os vândalos.

Enfim, não precisei enfrentar a multidão muitas vezes, sempre aparecia uma ou outra bill fã do blog e pegava pra mim, mas não é porque eu não fui prejudicado que não posso ter a sensibilidade de perceber o problema.

Outro problema foi com o horário que terminou a cerveja, 7 da noite fui pegar mais e a moça me disse que havia acabado e que não comprariam mais. Tudo bem que a calourada tinha começado uma da tarde, mas poxa, ano passado ficou até às 10 :(

Girl Power!

Mas também teve coisa boa! Teve uma bee que sabia as coreografias das divas pop e sambou na cara de todas as rachas quando dançou Single Ladies, acho riqueza! Inclusive, morri de rir das mulheres sofrendo numa fila quilométrica pra fazer xixi, a pista ficava abarrotada de bofes enquanto elas tentavam ir ao banheiro. Certeza que teve dedo de alguma gay mafiosa que quis acabá com o rock das amapoa, hahahaha.

Como acabou cedo, dei meus pulos, liguei pra mamãe e bem bebi aqui em casa até 6 da manhã, não tô morta e só paro se cair.

E o rock de vocês, como foi? Fiquei sabendo que a Erótica da Lady Gaga era quase uma micareta de tanta gente.

Babado, Confusão & Gritaria [Edição LOUCOORA TOTAL]

23/05/2011

PARTY HARD!

Sim, gatiras, eu sei que eu deixei de postar o tão amado post de fim de semana, mas esse merece ser comentado!

Como disse pra vocês, entrei em profundo estado de latência na sexta para suportar a maratona alcoólica de sábado (Calourada de Biologia + Festa Buatchy), e se não tivesse feito isso, com certeza não aguentaria.

Saí de casa às duas da tarde pra chegar em Vitorinha às 3 (moro em Vila Velha, e todas aqui sabem a viagem que é pra chegar lá), chegando lá já entrei nervosãm pra encher o caneco. Comecei a beber.

No começo tava uó, tocando Pitty e a irônica música “Get up, stand up” do Bob Marley, que pelo ritmo broxante a última vontade que você sente é de ficar em pé. Mas anoiteceu, e como diz a sábia Deid: “Depois da meia noite todo urubu vira frango”.

O lugar começou a encher, conheci umas bills fãs do blog (que inclusive me pintaram toda de caneta), e eu, bebendo desde 3 da tarde, já estava mais alta que as Torres Gêmeas (sim, foi uma piada sarcástica).

E precisa de legenda?

Enfim, iniciaram o tal “batizado dos calouros”. E a Max, como boa e amiga veterana, já armou duas navalhas pra defender as moças mais fracas que não aguentam beber e que acabariam sendo obrigadas a fazê-lo. Aí que teve o primeiro bafão: O menino só aguentou dar um pequeno gole e logo começaram a gritar “Viadinho, Viadinho!”. Me REVOLTAY e subi no palkoo!

Peguei o microfone e disse assim: “Não aceito chamarem de viadinho os que não aguentam beber, porque eu, na minha época de calouro, fui o que bebi o maior gole… e SOU viadinho!” *Gritos da plateia*

Depois de ter caído nas graças do povo, fechei com chave de ouro: “Nesse verão… eu resolvi fazer algo de diferentchy…” *Mais gritos e um coro de viados e rachas me acompanhou até o final da representação de Luisa Marilac*

Desci do palco como uma diva, por pouco não pulei nos braços do povo igual aqueles cantores de rock. Pensei no caso, mas sabem como viado não é confiável, certeza que elas me deixariam cair de cara no chão!

Saí da calourada e fui pra festa Buatchy lá no Platinum. Cheguei lá, maquiagem toda cagada, roupa cheia de pingo de suco gummy, falando alto e conversando com todas na fila. Bobagem, se preocupar com roupa é coisa de gente feia…

Max flagrada na porta da boate

Bee’s, a festa estava um LU-XO! Ar-condicionado glacial, decoração babadeira, banheiros enormes e limpos e a música… nem precisa falar, néam? Marcelo Menezes sempre quebra o caralho todo!

Como já estava pobre, bêbada e no fim do meu prazo de validade, catei um copo e fui usar minha beleza e simpatia pra conseguir bebida, resultado: Claro, fiquei mais louca do que já tava!

Aí a pomba encostou, e fazia tempo que ela não encostava; Max transtornada na pista, sumia de 5 em 5 minutos, conhecendo pessoalmente cada reservado daqueles banheiros. Mas é explicável, gentchy, sempre curti design de interiores, precisava analisar a vertente artística do arquiteto.

Fim da noite, já tinha tirado o sapato na pista… Heleninha Roitman teria vergoha alheia por mim. Resolvi me recolher e ir embora.

p.s.1: O banheiro estava limpíssimo, mas como sempre, teve uma gay que resolveu fazer a chuca dentro da boate, por pouco não interditaram e colocaram um símbolo de “Biohazard” na porta;

p.s.2: Se vocês tivessem visto minha cara no outro dia de manhã, eu juro que precisariam de uns 3 anos de terapia pra se recuperar do trauma, hahaha.

As Aventuras da Max em Viçosa – Parte 1

06/05/2011

Hey, minhas lindas, voltay, estava morrendo de saudades e louca com meu smártifôni tentando postar qualquer comentariozinho que fosse, mas naquele fim de mundo que eu estava nada funcionava direito.

Pois vamos ao que interessa, estou desde segunda-feira em Viçosa – MG, eu e minha turma estávamos aqui pra fazer aulas práticas da matéria de Propagação de Plantas, mas eu, é claro, vim meishmo foi pra dar pinta e saber se esse papo de “Cidade Universitária” era esse babado todo.

Se eu concordo? Mas com TODA CERTEZA, eu nunca vi tanto boy magia por metro quadrado, você anda na rua e fica maloooca, doida pra dar pra 90% dos homens que passam e apaixonada pelos outros 10%.

Nunca me atrevi a visitar...

Uma coisa é certa: aqui é um BREJO! sapatões e bissexuais lotam as ruas de Viçosa a qualquer hora do dia, são super perigosas e tomam iniciativa, chocada fiquei.

Os melhores bares para nós são o Bar da Rita e o Moreira’s, sendo o segundo somente permitido para pessoas sem problemas cardíacos, porque a quantidade de bofe passando é de parar o coração de uma bill que não está mais na fase dos seus fintchy aninhos.

Agora, arrumei umas amigas por aqui e ficarei até domingo, nervosíssima, pois me falaram que o fim de semana é tão tenso, que deus joga uma lona por cima pra não se preocupar com a quantidade de pecador que tem por aqui.

Eu pedindo carona ontem de manhã

Por fim, pra você que é reeca, motorizada, só anda de táxi ou pega transcol e tá super a fim de uma alternativa, a dica é pegar carona pra cima e pra baixo. E veja você, nenhum deles pede um bola-gato em troca, não é o máximo?!

Então, lindas, esse foi o apanhado geral da semana… aguardem o domingo, porque agora todos estão me falando que é a partir de hoje que vou conhecer Viçosa de verdade.

Babado, Confusão e Gritaria [Edição Skins]

27/02/2011

Fim de semana cheeeeeeeio de novidades e situações atípicas.

Nessa quinta passei por tanta coisa louca que me lembrei que tinha guardado um livro que comecei e me inspirei a escrever uma série FICTÍCIA contando essas experiências e inventando outras, o que vocês acham?

Enfim, o babado foi o seguinte:

Fui pra Muah! cedo, porque precisava montar a festa, esperar as pessoas chegarem e tal. A festa começou, continuou e acabou. E fomos a caminho de casa, eu, minha amiga sapa e meu amigo paseeva.

Chegamos ali perto do posto de gasolina indo em direção ao Ilha Acústico e um carro nos parou, saiu um rapaz, levantou uma garrafa de vodca e disse: “Bora beber?”. Nós, loucas e inconsequentes, entramos no carro do bofe e partimos pro Postinho da Ufes pra comprar refrigerante pra misturar.

Compramos o refrigerante e… fomos os 4 pro Motel! hahaha

Max foi no porta-malas junto com a passeeva e minha amiga sapa foi na frente com ele, pra não levantar suspeitas… Chegando lá, tiramos a roupa, começamos a encher a cara, e o bofe, como todo homem, começou a querer enfiar a peacock dele em algum buraco.

Sobrou pra quem? Pra sapa, claro. Inclusive, ela merece todo o louvor pelo sacrifício, afinal, não é todo dia que se consegue vodca, motel e uma carona pra casa.

Ah, e por quê “edição Skins”? Se você abrisse a porta do quarto e nos visse dormindo amontoadas, com certeza pensaria no seriado. Agora até nos apelidamos de Cassie (eu), Anwar (A passeeva) e Jaw (A sapa)… quem conhece vai entender.

Mas não acaba por aí! Na hora de sair, a conta deu mais do que o bofe (PO-BRE) podia pagar. Ele deu bafão no MEIO do Motel às 7 da manhã e, no fim de tudo, entregou um pneu do carro como garantia hahaha.

p.s.: Sexta e sábado cagada me recuperando do ocorrido. Raspei a cabeça e hoje estou indo pra Parada Gay de Viana (como se fosse possível “parar” mais alguma coisa lá)

p.s.2: Beijo pros leitores fofíssimos que eu conheci lá na Muah!

COBERTURA BABADEIRA – Desfile das Escolas de Samba do Carnaval Capixaba

25/02/2011

Alôôôô, comunidadjee! Carnaval, chegou em Vitorinha, mona! E a partir de amanhã começam os defiles das escolas do grupo especial. E advinha quem vai estar linda no camarote com credencial de imprensa dando close? Não, sua besta, nós do Babado Certo! Loosho, poder, ryqueza e sedução, beu abôr!

Estaremos juntos com nossos companheiros do Panela de Blogs fazendo a cobertura blogueira do evento. Não é demais?

Então, bee, se a senhora não vai no Sambão e quer saber dos baphos mais quentes da noite (os mais mesmo!) em texto, fotos e vídeos exclusivos e divertidos, fique ligadjeenho no Panela de Blogs AQUI Ó.


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