Senta que lá vem história da noite gay capixaba.
O dark room do bar da Chica era há uns 4 anos um dos maiores baphos que tínhamos por essas bandas. Seu fechamento causou comoção e muitas dúvidas sobre o real motivo que teriado levado ao fim daquele que era quase um monumento sexual do estado. Já contei aqui algumas histórias deste dark room, como a da minha primeira vez e as mãos fantasmagóricas, e da peruca elzada.
Eu fiquei sabendo por um funcionário antigo da casa, o real motivo da Chica ter acabado com o dark e vou contar pra vocês porque é uma história muito boa e bizarra (como toda boa história é).
O dark, apesar de muito popular – e talvez por isso mesmo -, era um grande fardo para a casa. Todo final de semana acontecia alguma coisa, alguma confusão provocada
por um namorado metido a eshperto que dava umas fugidas com outro lá pra dentro ou de elza como no caso da peruca que contei. Fora que de manhã toda sorte de coisa era encontrada por lá, cercado por uma grande quantidade de sujeira, como camisinhas usadas, sêmem e nena das bee chequeiras. Às vezes até uns boy ficavam jogadinhos por ali mesmo. Também tinha o fato de a partir de uma certa hora, boa parte da galera do dancefloor se jogar no escurinho em busca de fofação, deixando a pista quase vazia (elas são nervosas, mona!!!) Isso tudo deixava a Chica p da vida. Mas um dia foi encontrado um obejto lá que foi a gota que faltava pra entornar o caldo e levar as pica a paciência da proprietária.
Pois saiba que o objeto estranho que foi o grande responsável pelo estopim que acabou com o dark foi…
…uma batata doce!
Sim, uma batata doce! E estava ainda naquelas redinhas amarelas de feira. Qüenda!!! Quando o funcionário levou aquilo pra Chica ela falou “CHEGA DESTA MERDA!” e pois fim ao baculejo na boate. Mas os risos da imagem surreal foram inevitáveis, néam?
Não me pergunte, beesha, também não faço ideia do que o tuberculo fazia lá dentro. Se alguém tiver alguma hipótese conta aí pra gente…