…vale mais que mil palavras,
Concordam?
Deu até vontade de ouvir o clássico da “Solange, tô aberta”, né?
Sabe aquela pessoa que você ouve e fica pensando “eu seria amigo dela!”? Então:
E antes que alguém fale “dãr, só você não sabia, Dé, seu otário”, pra mim foi uma surpresa porque só conhecia Adele pela sua obra e a imaginava bem melancólica. Mas NÃO! Se eu já a admirava pela artista, agora também pela pessoa de personalidade incrível.
Já quero sair pra tomar umas cervejas na Lama com você, Del, sualinda!
Triste história de um boy hétero que tem fetiche por gordinhos:
Entendo perfeitamente, eu mesmo tenho fetiche por sapas caminhoneiras (daquelas que tiraram Carteira D na auto-escola), e nem por isso sou lésbica.
Aliás, tem como não amar um gordinho barbudo, gente?!
Via Meta a Colher

O projeto é uma intervenção urbana, que traz uma charge em tamanho grande, com 1,80 metros de altura, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A ideia é que as pessoas atirem dardos de plástico no desenho.
“Como numa marcação simbólica de repúdio, as pessoas terão a possibilidade de expor sua rejeição e extravasá-las neste personagem muito criticado por suas posições racistas, homofóbicas e sexistas”, explica Alexandra Martins, idealizadora do projeto.
A charge é de autoria do cartunista e ativista Carlos Latuff. No desenho, Bolsonaro aparece com uma camiseta com o símbolo do nazismo e um porrete na mão. “Incluir uma imagem de Bolsonaro na rua, num grande centro, é revelar de que maneira o grande público lida com esse personagem”, completa Alexandra.
A intervenção, batizada de “Acerte o Bolsonaro”, foi apresentada durante o 9º Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual (ENUDS), em Salvador. A obra deve voltar para Salvador em março, aonde será exposta no Beco dos Artistas. Ela ainda deve ser apresentada em Goiânia no mês de abril, no Rio de Janeiro e na Parada Gay de Brasília. Interessados em ter a intervenção na sua cidade devem enviar email para issonaoeumcachimbo@gmail.com.
Fonte: http://migre.me/7UHzd
“Madge, gata, ouve essas músicas que bombaram neste ano e vê o que você acha:”

“rs. I’m comming!”
Já dizia o poeta: “Vitorinha tem três pessoas: eu, você e um amigo em comum”. (LISPECTOR, Clarice).
E quem diz isso está certíssimo, ainda mais quando o assunto é universo LGBT daqui.
Tirando o Facebook, que lá todo mundo já se conhece, basta andar por três fins de semana pelos points de Vitória que logo você conhecerá 90% das bee’s cabixabas. E elas são caricatas, tão caricatas que podemos dividí-las em vários grupos, igualzinho naqueles filmes de High School americana.
E como eu sei que vocês AMAM os tutoriais da Max, fiz uma pesquisa de campo e observei alguns grupos básicos…
As Ativas de Filme Pornô: Sim, elas existem! São aqueles boys magia que todas nós desejamos como marido, mas que nunca estão na buatchy. Inclusive, o laboratório de Biogeografia da Ufes já tem 4 bolsistas de doutorado estudando a distribuição dessas gays na cidade, mas dizem as Gossip Girls frequentadoras do banheirón do Triângulo que é lá que elas ficam e possuem comportamento dominical, saem pra ver jogo de futebol à tarde e caçam à noite.
As Serráqueas: Não! Ser serráquea não tem nada a ver com morar na Serra! Esse grupo surgiu com o finado Quiosque do Luí, eram bee’s que todo domingo migravam em bando lá dos confins do Terminal de Campo Grande. Munidas de mochilinha nas costas, camiseta de atendente Claro/Renner e garrafas de Dreher em mãos. Hoje são bee’s que ainda possuem esse estilo, por mais que morem em Jardim da Penha.
As Monetes Bebedoras de Chandão: Essas são muito comuns no segundo andar da Move e no Escritório Bar no Triângulo. Andam em grupos fechados, conversam assuntos “engraçadíssimos” (pois não param de gargalhar jogando o pescoço pra trás) e não aparecem em público sem uma tacinha de acrílico. Vale lembrar que essas bee’s ADORAM acessórios como cachecóis, echarpes ou até mesmo a rede da varanda da casa de praia que ela tem na Barra do Jucu, o que interessa é estar enrolada em algum pedaço de pano.
As Féxions: Essas são aquelas que colocam fotos exóticas no Facebook, sempre respeitando o combo: Boquinha meio aberta + olhinho direito fechado + efeito Instagram com a cor estourada. Entretanto, elas só são interessantes via Facebook mesmo, quando você encontra pessoalmente é uma bee com voz de pato, maquiagem mal-passada e personalidade cu.
As Não-curto-a-cultura-gay: Não ouvem Lady Gaga, não ouvem Beyoncé, não ouvem música eletrônica, não frequentam casas noturnas, e passam a noite toda bebendo Brahma no Cochicho da Penha, com óculos Wayfarer e fone de ouvido com alguma banda britânica que ninguém conhece. Se namoram, fodeu, se isolam num apartamento em Jardim Camburi com o namorado e passam meses assistindo filmes da década de 70, comendo Nutella. Eu particularmente não consigo ficar 2 minutos do lado sem vomitar aquele Petit Gateau pedante que comi na única exposição de Arte Moderna que fui na vida.
As “Normais”: Não fedem, não cheiram, apenas dão pinta. Mas apesar disso eu acho que são as mais suportáveis, sempre curti gente sem personalidade, são previsíveis, não causam mal à ninguém, riem das piadas da mesa… juro, a presença delas torna até o ambiente mais leve.
As Pesadas: Gongativas. Essas são as bee’s de calça Saruel e cabelo com topete que ficam no canto da área de fumantes analisando o comportamento de todas que entram no recinto. Mas elas não fazem isso durante o ano todo, quando começa a nova temporada de RuPaul’s Drag Race é o momento que elas têm algum assunto pra conversar a noite toda, e aí não prestam mais atenção em quem está na festa.
As Militantes Militares: São ótimas militantes, vivem nos corredores do IC-4 na Ufes, têm quinhentos bottons de campanha presos na bolsinha de lado que sempre tem um panfleto sobre Aids, União Civil LGBT e Identidade de Gênero. Mas são chatíssimas, só falam de política e se você conversa sobre sexo na mesa, falam da sua vida sexual citando ex-namorados, nunca peguetes, porque pra elas “os gays não deveriam ser promíscuos, isso mancha a nossa imagem perante a ideia preconceituozzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz” MORRI de tédio.
As Evangélicas: São confusas, geralmente filhas de pais evangélicos e, mesmo depois de ter dado o edi pra cidade inteira, insistem em passar temporadas no Retiro Espiritual pra tentar virar hétero.
As Funkeiras: É, bebês, ou vocês acham que não tem bee funkeira? Tem, E MUITO! Elas são divididas em Marvans e Lacraias. As Marvans são aquelas machinhas, que usam bermudão da Oakley e vão no Náutico Brasil curtir um proibidão, pegam na bunda das mulheres, mas no banheirón sempre ficam no mictório do meio só pra ter aquela vista panorâmica do banquete de necas ao lado. E as Lacraias, que são as passivas funkeiras que rebolam até o chão e servem de comida pros héteros curiosos. (EPA, essa sou eu!)
E por fim, As Restos: Essas são as híbridas. Vão ler esse tutorial e falar “eu sou superior a essa porra toda, não me enquadro em nada disso”, mas todo domingo quando recebem as fotos do sábado na boate comentam no post do Facebook: “Meu deeeeus, não acredito que eu fiz isso, nunca mais bebo vodca!”. Tá boa, né?
As senhoras sabem de algum outro grupo para adicionar ao nosso catálogo?
E a onda (risos) de vídeos íntimos em que famosos aparecem se masturbando em webcans não para – e nós agradecemos. Depois de Ronaldinho Gaúcho, Carlos Machado, Rômulo Arantes Neto e André Segatti, quem chocou o povo de Deus foi Kadu Moliterno. Sim, bee, o surfistão de ‘Armação Ilimitada‘, na cam mostrou que mesmo quase um sessentão ainda está com o corpo bem em cima, já a neca… Frapê define:
Adoro a boquinha de sensualização! E o que deixou muita gente passada é que pelo cenário, Kaduzeenho teria feito tudo isso no computador da filhinha… Que danado, né?
E aí, curtiram?