Arquivo da categoria ‘Humor’

#Rapidinhas [2] Uma imagem…

13/03/2012

…vale mais que mil palavras,

Concordam?

Deu até vontade de ouvir o clássico da “Solange, tô aberta”, né?

Projeto de lei para curar cristãos?

07/03/2012

Glória, glória! Descobriram a cura das curas:

Agora, vão dizer que cristianismo é opção?! Ah, vá. Por clínicas de cura aos crentes, já!

Lembram do post do deboche? Nós cremos no deboche contra toda forma de imbecilidade travestida de política.

BARRACO: “Sou puta, mas sou puta de um macho só!”

05/03/2012

Briga entre irmãos existe desde que o mundo é mundo, só mudam os motivos. Mas sacumé: família moderna, filho bichinha, irmã egoísta e…

BARRACOOOOO! Não vamos julgar, gente! Quem nunca saiu na mão com uma irmã puta e egoísta porque ela não quis emprestar as make dela? Tem que DÁ NA CARA meshmo! E atirar tudo de pesado que tiver na frente e se não tiver nada jogar o corpo mesmo. INVEJOSA! Vamos por partes:

0:05 - “Look at my make up!” - amo/sou tutorial de mmaqüeeajcheem ♥

0:06 – “pros meninos que precisam ir pra baladãm!” – q?

0:21 – Huahuahuahuaha. Adoro essa cara de “sou linda, muah!” que ele faz depois de cada passo executado.

0:40 – Alá! rs

0:57 – Ih, deu merda!

1:03 – Custava nada emprestar rapidinho, né?

1:10 – Deixa a maquiagem, ele só fez um olho, coitado. Ele vai assim pra balada?

1:11 – Caiu tudo! Agora a porra ficou séria

1:13 Dá nela, dá nela! 

1:17 – “VAGABUNDA!” “Vagabunda é você!”.

1:36 – Não, o quadro nããããããoooo… Iche!

1:43 – Não fala isso, vai que…

1:45 – Auto-crítica.

1:52 – Mais alguém lembrou da louca do ‘Me filma, me edita”?

1:53 – Seguuuuura!

2:07 – No orkut dela: “Quem sou eu: Puta de um macho só”

2:13 – Precisa, hein?

2:20 – Ele é filho de palhaço, por acaso?

2:36 – Ela não tombou pra guei, não. Lá vamos nós de novo. “Porrada, porrada…” #ratinhofeeeling

2:46 – Oh, God, lá se vai o outro quadro…

3:09 – O golpe que derruba qualquer “homem”… Como você é baixa, Maria Lúcia.

3:17: Será que ficaram vivos pra ir na Eliana contar tudo? Tomara, né?

Atenção: Isso tudo é brinks, gente! O BC é contra qualquer tipo de violência…

Vi no Não Salvo.

Adele é uma querida!

29/02/2012

Sabe aquela pessoa que você ouve e fica pensando “eu seria amigo dela!”? Então:

E antes que alguém fale “dãr, só você não sabia, Dé, seu otário”, pra mim foi uma surpresa porque só conhecia Adele pela sua obra e a imaginava bem melancólica. Mas NÃO! Se eu já a admirava pela artista, agora também pela pessoa de personalidade incrível.

Já quero sair pra tomar umas cervejas na Lama com você, Del, sualinda!

Whitney, é você?

26/02/2012

Olha só quem arrasou na ‘Praça do Povo’, quadro do programa ‘Balanço Geral’:

Arrara, Uitnei Riuston!

Tem como não amar a Jéssica Telles, gente?

Que tal eternizar esse momento mágico com um gif eshperto, hein?

“I look to yoooooou!”

Simples assim…

16/02/2012

Se tudo na vida fosse simples assim...

 

Apenas uma questão de vestimenta…

14/02/2012

Agora eu entendo porque essas gays adoram assistir UFC!

Amor, era só um fetiche!

14/02/2012

Triste história de um boy hétero que tem fetiche por gordinhos:

Entendo perfeitamente, eu mesmo tenho fetiche por sapas caminhoneiras (daquelas que tiraram Carteira D na auto-escola), e nem por isso sou lésbica.

Aliás, tem como não amar um gordinho barbudo, gente?!

Via Meta a Colher

Charge gigante propõe tiro ao alvo no deputado Jair Bolsonaro

13/02/2012

O projeto é uma intervenção urbana, que traz uma charge em tamanho grande, com 1,80 metros de altura, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A ideia é que as pessoas atirem dardos de plástico no desenho.

“Como numa marcação simbólica de repúdio, as pessoas terão a possibilidade de expor sua rejeição e extravasá-las neste personagem muito criticado por suas posições racistas, homofóbicas e sexistas”, explica Alexandra Martins, idealizadora do projeto.

A charge é de autoria do cartunista e ativista Carlos Latuff. No desenho, Bolsonaro aparece com uma camiseta com o símbolo do nazismo e um porrete na mão. “Incluir uma imagem de Bolsonaro na rua, num grande centro, é revelar de que maneira o grande público lida com esse personagem”, completa Alexandra.

A intervenção, batizada de “Acerte o Bolsonaro”, foi apresentada durante o 9º Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual (ENUDS), em Salvador. A obra deve voltar para Salvador em março, aonde será exposta no Beco dos Artistas. Ela ainda deve ser apresentada em Goiânia no mês de abril, no Rio de Janeiro e na Parada Gay de Brasília. Interessados em ter a intervenção na sua cidade devem enviar email para issonaoeumcachimbo@gmail.com.

Fonte: http://migre.me/7UHzd

BOMBA: Toy Story é uma metáfora gay!

04/01/2012

Esqueçamos um pouco do BBB e da racha artista que tem tatuagem de frase de música da Ana Carolina nas costas. Venham comigo em mais um raciocínio sobre o mundo gay de Vitorinha, que é tão previsível e pequeno que tá mais pra quartinho dos fundos gay.

Hoje passou Toy Story 2 na Sessão da Tarde e eu estava observando o quanto a personalidade de cada personagem se parece com os subgrupos da noite gay de Vitória, e quem sabe, do Braseel! Acha que a Max tá louca? Então continue lendo e veja que eu não estou erradãm:

O Woody: No filme ele é o líder dos outros brinquedos, foi o primeiro a aparecer, mas está hoje desesperado por atenção. Na vida real ele é aquela bee mais velha que já foi paquita na adolescência, passava o rodo, mas envelheceu e não pega mais ninguém. Todas as gays respeitam muito a bicha Woody pelos seus anos de experiência, mas ninguém dá muita atenção quando o próximo personagem chega na roda.

O Buzz Lightyear: Essa é a bee do século XXI, bombada, cheia de produtos tecnológicos e uma cobertura na Praia do Canto. É a nova Woody, mas todo mundo sabe que esses brinquedos modernos sempre quebram mais rápido e, com certeza, quando ela chegar na mesma idade já vai ter perdido 4 botões e o movimento dos braços.

O Rex: O Rex é a gay virgem, a carne nova. Medrosa e ainda desengonçada, vai pra boate louca pra encontrar o seu príncipe encantado ativão, mas fica na punheta… aliás, nem fica, né, porque descobre que seus braços são curtos demais pra chegar até o pinto.

A Caixinha de Soldados: São as frequentadoras da sauna do Centro de Vitória. Vivem trancafiadas lá dentro e só saem quando o emprego chama. São prepotentes, elitistas e só se comem entre si. Vale lembrar que elas são todas iguais, vocês já devem ter visto pela internet anúncios de “suruba entre machos”, nas quais há uma seleção mais exigente que a bancada do American Idol para só permitir a entrada de gays se encaixem no padrão de Harvard de hombridade. Resultado: 15 gays xerox fodendo dentro de um quarto, não é IDÊNTICO àquele copo que eles vivem?

O Sr. Cabeça de Batata: É a idosa cult. Nunca foi uma Woody na juventude, sofreu bullying, abriu seu próprio negócio, é rica e agora gasta fortunas sentada no cantinho de algum bar do Triângulo esperando pra pagar catar um Buzz Lightyear. Sua mesa tá sempre rodeada de pessoas com 1/3 da idade dela… vamos combinar, é aquela tia que não aceitou a idade que todo mundo tem.

O Porquinho: É a bee feia, mas bem humorada. Tá sempre rodeada de Buzz Lightyear porque ela acha que assim vai catar as menos favorecidas que eles dispensam. Vocês já viram muito isso na boate: Aquele grupo de bombadíssimas batendo um papo, falando de quantos potes de UÊI elas tomaram nas últimas semanas e, de repente, surge uma bee cagadíssima, com um sorriso no rosto e 5 doses de caipvodca sem açucar pra alimentar as amigas.

Slink (O cachorro-mola): PRECISA FALAR? Não, néam? O cachorro-mola é a bissexual! Ela é tão brother da Buzz quanto da Woody, e ajuda sempre que alguém precisa da “parte da frente” ou da “parte de trás” dela. Vou te contar que ela passa incólume na festa, mas se no outro dia você faz uma pesquisa de campo, 90% deu ou comeu o koo dessas gays.

Jessie: Quem viu o filme sabe que ela é a mais efusiva, abraça e beija todo mundo, tá sempre sorrindo, parece que tá numa onda de ecstasy, logo, ela é a promoter da porta da boate, ÓBVIO! Engraçado é que as Jessies também super respeitam as Woody’s, claro, uma Woody na sua boate é sempre sinônimo de excelência e bom atendimento, pois elas são chatíssimas e reclamam de tudo. Dizem sempre: “Porque a única boate que prestava era a Eros’

Os Aliens: São as gays que se vestem parecidas, as fashionistas de sempre. Já pensaram em pegação, mas hoje estão loucas pra arrumar um Sr. Cabeça de Batata pra sair da miséria de ter que fazer compra na Glória inteira pra montar um look. De vez em quando você vai vê-las de mãos dadas com uma cacura… $$$vai vendo$$$…

Betty: É a passiva folclórica novinha, que sonha em encontrar um príncipe encantado pra levá-la embora dali pra Europa. Está sempre vestida como um ninfeto dos filmes pornô da Bel Ami, tem cabelinho com franja e rosto maquiado. Mas o destino é cruel com ela, toda noite se apaixona por alguma Woody que promete mundos e fundos, e acaba num apartamento, drogada, e com um dildo de três cabeças no edi (não me façam ter que explicar que é porque ela tem uma ovelhinha de três cabeças).

O Mineiro: Ai, gente, ele vive dentro de uma caixa e é velho, tem como ele ser mais alguma coisa além dos casados que comentam no post “A dor de dar o cu é uma dor moral“?! Observem que no filme ele só sai da caixa quando ninguém tá olhando, ou seja, quando a esposa dorme. Se vocês soubessem o quanto nossos posts pornográficos bombam de madrugada…

Acho que não esqueci ninguém… tem aquele cavalo escroto, mas é o mais inútil, pense nele como as gays chatas que não se enquadram em garáleo nenhum, aproveita e fica muda também. Aliás, pior que finalmente achei uma categoria pra enquadrar as pseudo-cults, o cavalinho seguidor da bee Woody que senta com ela na mesa do Cochicho pra beber discutindo Arte Moderna. Fica mais calada que discute, né, não se esqueçam que a bee Woody é a Buzz Lightyear da última geração, elas são tão narcisistas quanto.

Madonna avalia os hits de 2011

29/12/2011

“Madge, gata, ouve essas músicas que bombaram neste ano e vê o que você acha:”

“rs. I’m comming!”

Via PapelPop.

“SENAS” da noite capixaba #11

18/12/2011

Pegação no msn:

Enter. Bee1 está offline.

Então, não é qualquer coisa, porra!

Vitorinha em categorias

18/12/2011

Já dizia o poeta: “Vitorinha tem três pessoas: eu, você e um amigo em comum”. (LISPECTOR, Clarice).

E quem diz isso está certíssimo, ainda mais quando o assunto é universo LGBT daqui.

Tirando o Facebook, que lá todo mundo já se conhece, basta andar por três fins de semana pelos points de Vitória que logo você conhecerá 90% das bee’s cabixabas. E elas são caricatas, tão caricatas que podemos dividí-las em vários grupos, igualzinho naqueles filmes de High School americana.

E como eu sei que vocês AMAM os tutoriais da Max, fiz uma pesquisa de campo e observei alguns grupos básicos…

As Ativas de Filme Pornô: Sim, elas existem! São aqueles boys magia que todas nós desejamos como marido, mas que nunca estão na buatchy. Inclusive, o laboratório de Biogeografia da Ufes já tem 4 bolsistas de doutorado estudando a distribuição dessas gays na cidade, mas dizem as Gossip Girls frequentadoras do banheirón do Triângulo que é lá que elas ficam e possuem comportamento dominical, saem pra ver jogo de futebol à tarde e caçam à noite.

Segundo ponto depois da Move

As Serráqueas: Não! Ser serráquea não tem nada a ver com morar na Serra! Esse grupo surgiu com o finado Quiosque do Luí, eram bee’s que todo domingo migravam em bando lá dos confins do Terminal de Campo Grande. Munidas de mochilinha nas costas, camiseta de atendente Claro/Renner e garrafas de Dreher em mãos. Hoje são bee’s que ainda possuem esse estilo, por mais que morem em Jardim da Penha.

As Monetes Bebedoras de Chandão: Essas são muito comuns no segundo andar da Move e no Escritório Bar no Triângulo. Andam em grupos fechados, conversam assuntos “engraçadíssimos” (pois não param de gargalhar jogando o pescoço pra trás) e não aparecem em público sem uma tacinha de acrílico. Vale lembrar que essas bee’s ADORAM acessórios como cachecóis, echarpes ou até mesmo a rede da varanda da casa de praia que ela tem na Barra do Jucu, o que interessa é estar enrolada em algum pedaço de pano.

Foda-se o clima

As Féxions: Essas são aquelas que colocam fotos exóticas no Facebook, sempre respeitando o combo: Boquinha meio aberta + olhinho direito fechado + efeito Instagram com a cor estourada. Entretanto, elas só são interessantes via Facebook mesmo, quando você encontra pessoalmente é uma bee com voz de pato, maquiagem mal-passada e personalidade cu.

As Não-curto-a-cultura-gay: Não ouvem Lady Gaga, não ouvem Beyoncé, não ouvem música eletrônica, não frequentam casas noturnas, e passam a noite toda bebendo Brahma no Cochicho da Penha, com óculos Wayfarer e fone de ouvido com alguma banda britânica que ninguém conhece. Se namoram, fodeu, se isolam num apartamento em Jardim Camburi com o namorado e passam meses assistindo filmes da década de 70, comendo Nutella. Eu particularmente não consigo ficar 2 minutos do lado sem vomitar aquele Petit Gateau pedante que comi na única exposição de Arte Moderna que fui na vida.

As “Normais”: Não fedem, não cheiram, apenas dão pinta. Mas apesar disso eu acho que são as mais suportáveis, sempre curti gente sem personalidade, são previsíveis, não causam mal à ninguém, riem das piadas da mesa… juro, a presença delas torna até o ambiente mais leve.

Vamos militar?

As Pesadas: Gongativas. Essas são as bee’s de calça Saruel e cabelo com topete que ficam no canto da área de fumantes analisando o comportamento de todas que entram no recinto. Mas elas não fazem isso durante o ano todo, quando começa a nova temporada de RuPaul’s Drag Race é o momento que elas têm algum assunto pra conversar a noite toda, e aí não prestam mais atenção em quem está na festa.

As Militantes Militares: São ótimas militantes, vivem nos corredores do IC-4 na Ufes, têm quinhentos bottons de campanha presos na bolsinha de lado que sempre tem um panfleto sobre Aids, União Civil LGBT e Identidade de Gênero. Mas são chatíssimas, só falam de política e se você conversa sobre sexo na mesa, falam da sua vida sexual citando ex-namorados, nunca peguetes, porque pra elas “os gays não deveriam ser promíscuos, isso mancha a nossa imagem perante a ideia preconceituozzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz” MORRI de tédio.

As Evangélicas: São confusas, geralmente filhas de pais evangélicos e, mesmo depois de ter dado o edi pra cidade inteira, insistem em passar temporadas no Retiro Espiritual pra tentar virar hétero.

As Funkeiras: É, bebês, ou vocês acham que não tem bee funkeira? Tem, E MUITO! Elas são divididas em Marvans e Lacraias. As Marvans são aquelas machinhas, que usam bermudão da Oakley e vão no Náutico Brasil curtir um proibidão, pegam na bunda das mulheres, mas no banheirón sempre ficam no mictório do meio só pra ter aquela vista panorâmica do banquete de necas ao lado. E as Lacraias, que são as passivas funkeiras que rebolam até o chão e servem de comida pros héteros curiosos. (EPA, essa sou eu!)

Somente heterossexuais allowed

E por fim, As Restos: Essas são as híbridas. Vão ler esse tutorial e falar “eu sou superior a essa porra toda, não me enquadro em nada disso”, mas todo domingo quando recebem as fotos do sábado na boate comentam no post do Facebook: “Meu deeeeus, não acredito que eu fiz isso, nunca mais bebo vodca!”. Tá boa, né?

As senhoras sabem de algum outro grupo para adicionar ao nosso catálogo?

Armações ilimitadas na cam

17/12/2011

E a onda (risos) de vídeos íntimos em que famosos aparecem se masturbando em webcans não para – e nós agradecemos. Depois de  Ronaldinho Gaúcho, Carlos Machado, Rômulo Arantes Neto e André Segatti, quem  chocou o povo de Deus foi Kadu Moliterno. Sim, bee, o surfistão de ‘Armação Ilimitada‘, na cam mostrou que mesmo quase um sessentão ainda está com o corpo bem em cima, já a neca… Frapê define:

Se maior de 18 anos, clique na imagem para ver o vídeo!

Adoro a boquinha de sensualização!  E o que deixou muita gente passada é que pelo cenário, Kaduzeenho teria feito tudo isso no computador da filhinha… Que danado, né?

E aí, curtiram?


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