Arquivo da categoria ‘Humor’
Simples assim…
16/02/2012Apenas uma questão de vestimenta…
14/02/2012Amor, era só um fetiche!
14/02/2012Triste história de um boy hétero que tem fetiche por gordinhos:
Entendo perfeitamente, eu mesmo tenho fetiche por sapas caminhoneiras (daquelas que tiraram Carteira D na auto-escola), e nem por isso sou lésbica.
Aliás, tem como não amar um gordinho barbudo, gente?!
Via Meta a Colher
Charge gigante propõe tiro ao alvo no deputado Jair Bolsonaro
13/02/2012
O projeto é uma intervenção urbana, que traz uma charge em tamanho grande, com 1,80 metros de altura, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A ideia é que as pessoas atirem dardos de plástico no desenho.
“Como numa marcação simbólica de repúdio, as pessoas terão a possibilidade de expor sua rejeição e extravasá-las neste personagem muito criticado por suas posições racistas, homofóbicas e sexistas”, explica Alexandra Martins, idealizadora do projeto.
A charge é de autoria do cartunista e ativista Carlos Latuff. No desenho, Bolsonaro aparece com uma camiseta com o símbolo do nazismo e um porrete na mão. “Incluir uma imagem de Bolsonaro na rua, num grande centro, é revelar de que maneira o grande público lida com esse personagem”, completa Alexandra.
A intervenção, batizada de “Acerte o Bolsonaro”, foi apresentada durante o 9º Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual (ENUDS), em Salvador. A obra deve voltar para Salvador em março, aonde será exposta no Beco dos Artistas. Ela ainda deve ser apresentada em Goiânia no mês de abril, no Rio de Janeiro e na Parada Gay de Brasília. Interessados em ter a intervenção na sua cidade devem enviar email para issonaoeumcachimbo@gmail.com.
Fonte: http://migre.me/7UHzd
Madonna avalia os hits de 2011
29/12/2011“Madge, gata, ouve essas músicas que bombaram neste ano e vê o que você acha:”

“rs. I’m comming!”
Via PapelPop.
“SENAS” da noite capixaba #11
18/12/2011Vitorinha em categorias
18/12/2011
Já dizia o poeta: “Vitorinha tem três pessoas: eu, você e um amigo em comum”. (LISPECTOR, Clarice).
E quem diz isso está certíssimo, ainda mais quando o assunto é universo LGBT daqui.
Tirando o Facebook, que lá todo mundo já se conhece, basta andar por três fins de semana pelos points de Vitória que logo você conhecerá 90% das bee’s cabixabas. E elas são caricatas, tão caricatas que podemos dividí-las em vários grupos, igualzinho naqueles filmes de High School americana.
E como eu sei que vocês AMAM os tutoriais da Max, fiz uma pesquisa de campo e observei alguns grupos básicos…
As Ativas de Filme Pornô: Sim, elas existem! São aqueles boys magia que todas nós desejamos como marido, mas que nunca estão na buatchy. Inclusive, o laboratório de Biogeografia da Ufes já tem 4 bolsistas de doutorado estudando a distribuição dessas gays na cidade, mas dizem as Gossip Girls frequentadoras do banheirón do Triângulo que é lá que elas ficam e possuem comportamento dominical, saem pra ver jogo de futebol à tarde e caçam à noite.
As Serráqueas: Não! Ser serráquea não tem nada a ver com morar na Serra! Esse grupo surgiu com o finado Quiosque do Luí, eram bee’s que todo domingo migravam em bando lá dos confins do Terminal de Campo Grande. Munidas de mochilinha nas costas, camiseta de atendente Claro/Renner e garrafas de Dreher em mãos. Hoje são bee’s que ainda possuem esse estilo, por mais que morem em Jardim da Penha.
As Monetes Bebedoras de Chandão: Essas são muito comuns no segundo andar da Move e no Escritório Bar no Triângulo. Andam em grupos fechados, conversam assuntos “engraçadíssimos” (pois não param de gargalhar jogando o pescoço pra trás) e não aparecem em público sem uma tacinha de acrílico. Vale lembrar que essas bee’s ADORAM acessórios como cachecóis, echarpes ou até mesmo a rede da varanda da casa de praia que ela tem na Barra do Jucu, o que interessa é estar enrolada em algum pedaço de pano.
As Féxions: Essas são aquelas que colocam fotos exóticas no Facebook, sempre respeitando o combo: Boquinha meio aberta + olhinho direito fechado + efeito Instagram com a cor estourada. Entretanto, elas só são interessantes via Facebook mesmo, quando você encontra pessoalmente é uma bee com voz de pato, maquiagem mal-passada e personalidade cu.
As Não-curto-a-cultura-gay: Não ouvem Lady Gaga, não ouvem Beyoncé, não ouvem música eletrônica, não frequentam casas noturnas, e passam a noite toda bebendo Brahma no Cochicho da Penha, com óculos Wayfarer e fone de ouvido com alguma banda britânica que ninguém conhece. Se namoram, fodeu, se isolam num apartamento em Jardim Camburi com o namorado e passam meses assistindo filmes da década de 70, comendo Nutella. Eu particularmente não consigo ficar 2 minutos do lado sem vomitar aquele Petit Gateau pedante que comi na única exposição de Arte Moderna que fui na vida.
As “Normais”: Não fedem, não cheiram, apenas dão pinta. Mas apesar disso eu acho que são as mais suportáveis, sempre curti gente sem personalidade, são previsíveis, não causam mal à ninguém, riem das piadas da mesa… juro, a presença delas torna até o ambiente mais leve.
As Pesadas: Gongativas. Essas são as bee’s de calça Saruel e cabelo com topete que ficam no canto da área de fumantes analisando o comportamento de todas que entram no recinto. Mas elas não fazem isso durante o ano todo, quando começa a nova temporada de RuPaul’s Drag Race é o momento que elas têm algum assunto pra conversar a noite toda, e aí não prestam mais atenção em quem está na festa.
As Militantes Militares: São ótimas militantes, vivem nos corredores do IC-4 na Ufes, têm quinhentos bottons de campanha presos na bolsinha de lado que sempre tem um panfleto sobre Aids, União Civil LGBT e Identidade de Gênero. Mas são chatíssimas, só falam de política e se você conversa sobre sexo na mesa, falam da sua vida sexual citando ex-namorados, nunca peguetes, porque pra elas “os gays não deveriam ser promíscuos, isso mancha a nossa imagem perante a ideia preconceituozzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz” MORRI de tédio.
As Evangélicas: São confusas, geralmente filhas de pais evangélicos e, mesmo depois de ter dado o edi pra cidade inteira, insistem em passar temporadas no Retiro Espiritual pra tentar virar hétero.
As Funkeiras: É, bebês, ou vocês acham que não tem bee funkeira? Tem, E MUITO! Elas são divididas em Marvans e Lacraias. As Marvans são aquelas machinhas, que usam bermudão da Oakley e vão no Náutico Brasil curtir um proibidão, pegam na bunda das mulheres, mas no banheirón sempre ficam no mictório do meio só pra ter aquela vista panorâmica do banquete de necas ao lado. E as Lacraias, que são as passivas funkeiras que rebolam até o chão e servem de comida pros héteros curiosos. (EPA, essa sou eu!)
E por fim, As Restos: Essas são as híbridas. Vão ler esse tutorial e falar “eu sou superior a essa porra toda, não me enquadro em nada disso”, mas todo domingo quando recebem as fotos do sábado na boate comentam no post do Facebook: “Meu deeeeus, não acredito que eu fiz isso, nunca mais bebo vodca!”. Tá boa, né?
As senhoras sabem de algum outro grupo para adicionar ao nosso catálogo?
Armações ilimitadas na cam
17/12/2011E a onda (risos) de vídeos íntimos em que famosos aparecem se masturbando em webcans não para – e nós agradecemos. Depois de Ronaldinho Gaúcho, Carlos Machado, Rômulo Arantes Neto e André Segatti, quem chocou o povo de Deus foi Kadu Moliterno. Sim, bee, o surfistão de ‘Armação Ilimitada‘, na cam mostrou que mesmo quase um sessentão ainda está com o corpo bem em cima, já a neca… Frapê define:
Adoro a boquinha de sensualização! E o que deixou muita gente passada é que pelo cenário, Kaduzeenho teria feito tudo isso no computador da filhinha… Que danado, né?
E aí, curtiram?
História de uma chuca qualquer (em meme)
14/12/2011Toma, distraído!
07/12/2011Enquanto isso, no Sinucar da Rua da Lama…
01/12/2011Corra, Urso, Corra!
30/11/2011É gordinho, é peludo, é delícia? Depois de me ligar para marcarmos para tomar uns bons drink – adoro bears! – veja esse vídeo contando nada mais, nada menos, que sua vida:
Vídeo vencedor do Show do Gongo Rio 2011. Achei fraco, mas está valendo.
“Sou versátil, mas prefiro ser passivo” – Já pode dar na cara?!
29/11/2011Eu nem queria escrever sobre versatilidade no Babado Certo, sou ortodoxa e acho que vocês versáteis estragam tudo com essa mania de se adaptar. Mas por outro lado, eu acho ótimo que as passivas quebrem as louças e diminuam a competição pelos ativos.
Diz a Dé que só quem discute esse assunto é passiva, o resto tá cagando pra tudo isso… mas vocês já sabem que se eu colocar no Google “Max versátil“, vai aparecer “Você quis dizer: Paseeeeeva!“… então, estou liberadãm.
O que eu mais vejo entre os comentadores do BC é a premissa “eu sou versátil, mas prefiro ser passivo”. Uhum, é muita Cláudia pra pouca cadeira, a bee come, com muito custo, um koo por semestre e quer falar pra mim que gosta dos dois? Não aceito!
O verdadeiro versátil é aquele que “tanto faz” se terá de ser passiva ou ativa na hora do cruzo, ele sente prazer das duas formas e o que vier é lucro. Essa é a verdadeira versatilidade. Não essas versáteis-passivas que sofrem com a dinâmica do mercado atual, falta de ativo e excesso de passiva tentando passar a perna.
Ela pega a gay, come, mas não sai da cama enquanto não for recompensada pelo esforço. Nada mais justo, mas não vem pra cima de moi com essa história de versatilidade. Você é passiva sim, inclusive, passivo também consegue comer, se quiser, bebês, a gente só não curte, mas ninguém perdeu parte do Sistema Nervoso Autônomo! Dizer que é passiva não vai fazer seu pênis cair!
O versátil mesmo nem especifica o que gosta na cama, no máximo ele vai perguntar o que você gosta pra poder estar preparado (afinal, versátil também faz a chuca, néam?). Esse babado de “sou versátil, maaaas…” é coisa de passiva mafiosa, SEMPRE. Pro versátil não tem porém, faz os dois e acabou!
O grande problema está no peso da palavra “passivo” e a discussão que se inicia quando uma bee revela sê-lo, muita gente não entende que a gay só não gosta de comer, mas ela usa a neca pra todas as outras coisas! Aliás, eu ACHO que usam, né, reza a lenda que algumas passivas não permitem nem que o boy encoste no pinto delas, se inventar de chupar então, elas te denunciam pro Supremo Tribunal Federal!
Já disse no vídeo e repito, quando é assim é melhor cortar logo, por mais feminina e transex que a senhora seja, se é pra te comer e nem poder encostar no seu pênis, é melhor comer mulher, que tem DOIS buracos e ainda tem peitos! So much funnier!
Já o “versátil que prefere ser ativo”, RÁ! Isso é tão inexistente quanto os ativos de Vitorinha, afinal, já tem pouco ativo por aqui, quem dirá encontrar vários o suficiente exigindo ser ativo cá senhora ao ponto de você criar um padrão de gosto na cama.Você é ativo, só não desperdiça o superpoder da sua próstata, quando solicitado.
Nesse caso eu aconselho que digam que são ativos logo, sabem por quê?
Primeiro que se você prefere ser ativo, não vai correr o risco de ter que dar, raramente uma gay vai parar na cama de alguém que diz ser ativo e pedir pra comê-lo. Se acontecer, beleza, dá e pronto, depois come a gay e tá tudo resolvido.
E outra! Vai que você, por uma ironia do destino, encontra um outro ativo, você diz ser versátil, ele te come e você se apaixona? Imagine que inferno astral, você só curtiu dar pra ele, e vai ter que dar pra sempre, ou provocar uma briga toda vez que quiser comer! Já recebi alguns e-mails de umas bee’s que disseram passar por isso e queriam minha ajuda, humpf, tem como ajudar? Não tem, o erro foi cometido lá no início. Foi inventar moda pra dar uma de moderna, e olha no que deu.
Portanto, PAREM de inventar subdivisões que só servem pra complicar a vida sexual de vocês! Prefere ser passivo, diga que é passivo, se prefere ser ativo, diga que é ativo… se na hora der aquela vontade louca, muito louca, de dar/comer, solicite o orgão sexual da gay e pronto. Se a outra não quiser, paciência, você não vai entrar em depressão porque não fez algo que você diz “não fazer questão de fazer”.
E nem me venham com essa conversa de “ah, mas quando estamos com quem amamos, vale tudo”. Meu koo, em 90% dos casos nós NÃO estamos com quem amamos, então o que vale meishmo é o nosso orgasmo.



































