Senhores e senhoras militantes e Entidades de Direitos Humanos e Cidadania LGBT;
O Fórum Estadual em Defesa dos Direitos e Cidadania de LGBT do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições faz a todos e todas saberem da convocação extraordinária dos membros do fórum e Entidades ligadas a defesa dos Direitos Humanos para uma reunião de urgência.
Dia: 24 de fevereiro – hoje, sexta-feira;
Local: Sala de reuniões da SEMCID
Horário: 16h Pauta: Assassinato homofóbico em VV, suicídio infantil por bullying em Vix e demais assuntos
Contamos com sua luta intransigente a favor dos direitos humanos e contra a violação de direitos.
Na sexta-feira, véspera de Carnaval, Roliver de Jesus foi para a escola em clima de festa, mas acabou se tornando alvo de piadas. Uma colega do menino disse que crianças e adolescentes fizeram uma roda ao redor do menino, que foi humilhado e empurrado. ”Eles o chamaram de gay, bicha, gordinho… Às vezes ele ia embora chorando”, comentou.
A vítima deixou uma carta pedindo desculpas pelo suicídio e dizendo que não entendia porque era alvo de tantas humilhações. O menino se enforcou com o cinto da mãe e foi encontrado já desacordado pelo pai. Roliver chegou a ser socorrido, mas não resistiu.
Na escola onde Roliver estudava, outras estudantes sofrem com a violência psicológica. A mãe de uma aluna contou que a filha de 10 anos é vítima de bullying e que perdeu a conta de quantas vezes levou a situação ao conhecimento da direção. “Eu tenho coragem e falei com a diretora, mas ela não resolveu nada até hoje”, acrescentou.
A imagem que ficou para Karen Raquel Tenente, amiga do estudante, é de um menino alegre e sonhador. Para ela, ainda é difícil acreditar no que aconteceu. “Ele dizia que queria ser um grande artista”, finalizou.
A família alega que os abusos já tinham sido comunicados à direção da escola. “Eu não tinha denunciado a situação desse meu filho, mas de outro. O Conselho Tutelar também sabia. Eu pedi o remanejamento dos meus três filhos, mas disponibilizaram vagas em escolas diferentes”, lamentou a mãe, Joselia Ferreira de Jesus.
O Rio de Janeiro, apesar do veto da campanha contra as DST’s no Carnaval, está apostando todas as fichas no slogan “Rio contra a Homofobia”. São palestras, outdoors e, como já era de se esperar da terra do samba, uma música toda fofinha da cantora Suellen Luz, cata:
(A qualidade do som não está das melhores, mas vale a pena ouvir)
Gracinha, né? Dá muita vontade de sambar só de shortinho na frente de algum bar da Lapa. Já vou colocar no próximo churrasco que tiver no fundo do quintal daqui de casa.
E mais uma vez é com pesar que faço esta publicação no blog…
Na madrugada de terça pra quarta, Wiris Delfino Vitoriano, 26 anos, foi assassinado a facadas em sua residência no centro de Vila Velha. Wiris morava com outros dois amigos, que viajaram durante o feriado de carnaval. Quando um deles voltou, encontrou o cadeado do portão trocado. Estranhando o fato, o rapaz arrombou o cadeado para entrar na casa e encontrou o corpo em um dos quartos. Havia manchas de sangue em várias partes da residência, quase todos os cômodos da residência estavam revirados e alguns objetos haviam sumido. A vítima estava apenas de sunga, e tinha um barbante amarrado a uma das mãos.
Agora, as informações extra oficiais:
Wiris tinha ficado sozinho em casa, meu último contato com ele foi na terça por volta das 23h quando saíamos do trabalho. A polícia tem as filmagens da rua e nelas, Wiris sai de casa por volta de 1 hora da manhã sozinho e depois retorna com mais dois homens. Em seguida, as 2:50 da manhã os dois suspeitos saem da casa carregando alguns objetos. O rapaz que morava com ele afirma que recebeu algumas mensagens dele via Facebook, ainda na terça feira, informando que estava na casa de uma conhecida.
Outra informação é que a vítima teve aproximadamente 64 a 68 perfurações no corpo, causadas por diferentes objetos cortantes. Sobre os indícios de que o crime tenha sido motivado por homofobia, só posso afirmar que há esta possibilidade. Wiris era gay e na parede da casa de um dos vizinhos, apareceu uma pixação com os dizeres: VIADOS. A parede foi pintada recentemente, antes do carnaval.
Recebi informações via Facebook de que diversos grupos LGBTs de outros estados estão acompanhando o caso.
Por hora, restam as investigações da polícia e a tristeza no coração dos amigos. Nos conhecemos no trabalho e nos tornamos muito próximos. Era um rapaz trabalhador, quieto e querido pelos conhecidos. Foi um prazer te-lo conhecido…
A propaganda de tevê destinada a gays realizada pelo Ministério da Saúde foi vetada pela Presidência da República. A intervenção acontece seis dias depois da campanha ter sido divulgada pelo órgão. A exibição da propaganda só poderá ocorrer se a cena de carícia entre os dois atores for retirada, segundo determinações da presidente Dilma. De acordo com a Agência O Globo, o vídeo estava em exibição no site do Ministério da Saúde, mas já foi retirado.
O Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo estão preocupados com as altas taxas de infecção pelo HIV entre jovens gays e fizeram um apelo, por meio de nota, para que campanhas de conscientização sobre a AIDS voltada para este e outros públicos mais vulneráveis à doença sejam transmitidas em canais abertos de televisão. Na mensagem, a Coordenação do Programa Estadual DST/Aids-SP e os coordenadores dos Programas Municipais DTS/Aids-SP afirmam que “campanhas direcionadas para jovens gays necessitam ser divulgadas na mídia televisiva, com linguagem específica e direta, pois constituem-se em ferramenta imprescindível para o enfrentamento da epidemia, redução da homofobia e do preconceito”.
É justamente o contrário do que fez o Governo Federal ao vetar o vídeo no Carnaval de 2012. Com a alegação de que o vídeo foi produzido para ser exibido apenas em locais de frequência LGBT, o Brasil ganha nota ZERO no quesito evolução. Outro vídeo foi produzido e você confere abaixo:
Nessa nova campanha os gays aparecem, mas em forma de número de casos que aumentaram nos últimos anos. É destacado o “aumento de mais de 10% nos casos de AIDS entre jovens gays de 15 a 24 anos” nos últimos 12 anos, o que fez com que o Ministério da Saúde anunciasse, ainda em 2011, essa população como sua prioridade nas políticas de combate ao vírus HIV no Brasil.
Ao invés de mostrar a realidade, o governo continua preferindo nos tratar como estatística. Não sou apenas um número, tenho voz, pago minhas contas, sou cidadã e tenho vergonha de ter votado em você, Dilma…
O assunto agora é sério, existe um site chamado “O Guarda de Israel“, que está divulgando notícias falaciosas sobre uma suposta “bactéria homofóbica” que estaria sendo dispersada nos Estados Unidos e matando várias pessoas.
Leia a notícia:
Para ver a notícia completa e as fotos dos pacientes, clique AQUI
O autor do texto faz uso claro de homofobia a fim de causar pânico nos leitores, e mistura fotos de pacientes com doenças diferentes das que a bactéria sobre a qual ele fala pode causar. O próprio título já é uma grande demonstração de que o texto não merece credibilidade:
Bactéria homofóbica se espalhando em cidades que perseguem cristãos? Tá boa, né?!
A bactériaStaphylococcus aureus, ou MRSA, é resistente à maioria dos antibióticos e é uma das mais severas infecções hospitalares, sendo mais frequente em países subdesenvolvidos, pois tal bactéria se instala na pele, jaleco ou luvas dos médicos e enfermeiros que manipulam pacientes infectados por ela. Como em países subdesenvolvidos é comum uma grande quantidade de pessoas com doenças diferentes dividindo o mesmo ambiente, somado à pouca quantidade de profissionais disponíveis para atendê-las, algumas vezes o médico/enfermeiro não tem tempo para se higienizar devidamente e acaba contaminando outras pessoas. Não existe nenhuma ligação dessa bactéria com o sexo anal especificamente, mas sim com QUALQUER contato de pele contaminada com pele saudável.
Entretanto, apesar da MRSA também causar um tipo de necrose na pele, as fotos usadas pelo autor são de pacientes que fazem o uso da droga Krokodil, famosa na Rússia, criada para substituir a heroína, causando os efeitos devastadores mostrados nas imagens.
Inclusive, na segunda foto, na qual o autor diz “perna de um homossexual contaminado”, está claro que a perna pertence a um paciente do sexo feminino. Isso comprova que ele nem sabe do que está falando e, mesmo se soubesse, se é um homossexual, como diz o autor, seria incapaz de adquirir a doença através do “sexo anal”, já que teoricamente, seria lésbica. Apenas um exemplo da total falta de responsabilidade com os seus leitores.
“Mas isso é só mais um site cristão enchendo a paciência, Max”… Sim, bebês, o problema é que esse autor está se auto-promovendo em vários sites de muitos acessos (“agregadores de links”), causando pânico e enganando leitores leigos.
Por isso convido vocês a usarem 5 minutos do seu tempo para denunciá-lo à SaferNet, seguindo os seguintes passos:
E no campo dos comentários vocês podem criar um ou colar o texto do meu post, a escolha é sua… o que vocês não podem é deixar de denunciar esse site, somente com um número elevado de denúncias ele será tirado do ar.
O projeto é uma intervenção urbana, que traz uma charge em tamanho grande, com 1,80 metros de altura, do deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ). A ideia é que as pessoas atirem dardos de plástico no desenho.
“Como numa marcação simbólica de repúdio, as pessoas terão a possibilidade de expor sua rejeição e extravasá-las neste personagem muito criticado por suas posições racistas, homofóbicas e sexistas”, explica Alexandra Martins, idealizadora do projeto.
A charge é de autoria do cartunista e ativista Carlos Latuff. No desenho, Bolsonaro aparece com uma camiseta com o símbolo do nazismo e um porrete na mão. “Incluir uma imagem de Bolsonaro na rua, num grande centro, é revelar de que maneira o grande público lida com esse personagem”, completa Alexandra.
A intervenção, batizada de “Acerte o Bolsonaro”, foi apresentada durante o 9º Encontro Nacional Universitário da Diversidade Sexual (ENUDS), em Salvador. A obra deve voltar para Salvador em março, aonde será exposta no Beco dos Artistas. Ela ainda deve ser apresentada em Goiânia no mês de abril, no Rio de Janeiro e na Parada Gay de Brasília. Interessados em ter a intervenção na sua cidade devem enviar email para issonaoeumcachimbo@gmail.com.
Domingo passado, durante a Caminhada da Juventude no Fórum Social Temático, em Porto Alegre, o estudante William dos Santos, 20 anos foi agredido com socos e pontapés por dois homens. No dia do ocorrido (05/02), quando se aproximava do ponto de ônibus em frente à Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), no centro de Porto Alegre, o jovem foi surpreendido por dois homens que começaram a fazer xingamentos e em seguida partiram para a agressão.
“Eles me deram muitos socos e pontapés. Foi tudo muito rápido, mas tenho certeza que sou mais uma vítima da homofobia. Me chamavam de ‘viado’ a todo instante”, disse o estudante. William teve quatro dentes quebrados e permaneceu com o rosto inchado por alguns dias. Os dois agressores roubaram o tênis e uma bolsa do jovem.
“As pessoas que me agrediram não são seres humanos. Vou seguir minha vida e não desejo isso para ninguém”, completou.
O estudante recebeu manifestos de apoio através dos mais de 39 mil compartilhamentos no Facebook, contabilizados até as 22h de quinta-feira. No boletim de ocorrência, segundo o delegado Paulo César Jardim, titular da 1ª Delegacia de Porto Alegre, consta roubo e não homofobia.
O delegado explica que as fotos dos supostos agressores já estão na delegacia. “Temos as fotos de alguns homens que podem ter agredido este garoto. Porém, ele precisa vir até aqui para identificá-los. Vamos aguardar. Espero que ele venha para podermos solucionar este caso”, diz. O delegado afirma ter pedido diversas vezes para o jovem prestar depoimento e que não foi atendido até agora, cinco dias depois do corrido.
William dos Santos atuou por dois anos na ONG Somos, que defende a causa LGBT. Entretanto, declara: “Tenho a convicção de que eles não vão ser encontrados. Esse tipo de agressão sempre fica impune”. Entramos em 2012 já com muitos casos de homofobia. Está ficando corriqueiro. E há muitos casos que não são denunciados. Eu acredito na minha causa e sei que posso ir adiante. Não quero vitimizar a minha pessoa, mas sim dar ênfase ao caso para que isso não aconteça mais em qualquer parte do Brasil”, diz.
“Não posso parar minha vida por isso, mas também não posso deixar passar em branco. É um fato doloroso, mas estou tendo apoio”, desabafa.
A Câmara Municipal de Caeté, MG, suspendeu por 90 dias o vereador Jadson do Bonsucesso Rodrigues (PDT/MG), o Pardal, por seus atos considerados homofóbicos em junho de 2011 (segue o vídeo abaixo). Na época, o vereador lutava contra a realização da Parada Gay na cidade referindo-se a nós como “doentes mentais que precisam de tratamento”.
A decisão do Conselho de Ética da Câmara de Caeté saiu no fim de janeiro e determina ainda que o vereador se retrate à imprensa na tribuna da Câmara. Pardal também terá que apresentar aos veículos de comunicação uma justificativa plausível pelo comportamento e atitudes que desabonam o papel de um vereador.
Para o presidente do Movimento da Diversidade e Cidadania das Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros (MDC-LGBT) do PDT/MG, Ramon Calixto, que acompanhou todo o processo contra Pardal, “este acontecimento prova que a nossa sociedade está mudando e que é preciso punições para avançar contra a discriminação sexual”.
A justificação do vereador deve ser feita já nos próximos dias e… Finalmente alguém anda puxando as rédeas desse pessoal engravatado!
Sim, pode ser old, velho em inglês, mas tem gente que ainda não viu e acredito que temos que parar de ver o lado negativo um pouco, para ver as coisas boas que acontecem. Durante a Parada do Orgulho Gay de Chicago, um grupo de cristão resolveu comparecer ao evento, desta vez para pedir desculpas.
Pois é, meu caro coleguinha, o grupo carregava cartazes que diziam: “Desculpe pela forma como a igreja trata vocês”, além disso, o grupo vestia camisetas com os dizeres: “Me desculpe”
Nathan, cristão e um dos responsáveis pelo movimento relatou sobre a reação de um dos rapazes que se divertia durante a PG. O rapaz de cueca branca que estava a dançar na multidão, observou os cartazes e entendeu a mensagem. Foi até o grupo, abraçou-os, e respondeu com um “OBRIGADO”.
Segundo Nathan, “Infelizmente, a maioria dos cristãos prefere julgar, em vez de procurar compreender. A maioria não vai nem saber se essa pessoa dançando de cueca tem um nome. No entanto, acho que Jesus também o abraçaria. Mais do que a aceitação, é a reconciliação. Falar sobre reconciliação é lembrar dos erros cometidos. É algo forte e transformador pois dois partidos contrários e que possuem todo direito de se odiar, se unem para o bem de todos. “
Fevereiro, verããão, carnaval, soool… E rola também o 9º Encontro Nacional Universitário sobre Diversidade Sexual. Com o tema: Raça e Religiosidade: abrangendo as fronteiras da diversidade sexual. O evento acontecerá na primeira semana de Fevereiro em Salvador. Sim, SALVADOR!
O Encontro Nacional Universitário sobre Diversidade Sexual – Enuds – é fruto da militância de estudantes dentro do movimento estudantil com a intenção de discutir a luta contra a violência homofóbica dentro das universidades brasileiras. O Encontro surgiu a partir da mobilização de estudantes para o “Ato CONUNE”, realizado em junho de 2003, durante o 49º Congresso da UNE, em Goiânia, com o objetivo de denunciar a homofobia existente dentro do movimento estudantil.
As inscrições de participação vão até o dia do evento, com os valores de 40 e 50 reais e podem ser feitas clicando AQUI.
Gente! Vocês se lembram do Jogo da Vida? Claro que lembram, quantas vezes as senhoras já jogaram com seus primos numa tarde chuvosa de domingo? Confesso que amava e sempre jogava apostando o corpo.
Enfim, o bafo é que o pessoal da Nebacetin criou uma nova versão do game… tá, versão de Jogo da Vida e Banco Imobiliáliro é o que não faltam, mas nesse caso as famílias são beeeem diferentes, cata o vídeo:
Muito legal, né? E é tudo de graça, eu mesmo já pedi o meu e tô só esperando chegar pra chamar as amigays e as sapas pra uma conferência de Big Apple e jogo de tabuleiro.
p.s.: O problema vai ser a briga pra escolher quem vai ser a gay da parada, néam?
O fotógrafo John Ganun se inspirou em cartaz da Segunda Guerra e fez campanha pró-gay no Exército
Há algum tempo era comum estereótipos em certas profissões, como por exemplo: o cabeleleiro gay ou jogadora de futebol sapatão. Apesar de estarmos em 2012, no auge da luta pelos direitos gays, com várias conquistas importantes para a comunidade lgbt, ainda encontramos muito preconceito no mercado de trabalho. Principalmente para as lésbicas mais masculinas ou para as bees mais pintosas.
Entretanto, ainda há esperança! rs Algumas empresas vem, cada vez mais, investindo na diversidade sexual. Uma das mais famosas e que teve seus funcionários empenhados na campanha “It gets better” é a Google. Como eu já comentei por aqui, o Google foi destaque em um relatório da Human Rights Campaign por ser uma das melhores empresas para funcionários LGBT. Outras corporações internacionais como Nike, Apple, Volvo, Coca-Cola, American Airlines, Visa, Jaguar, Land Rover, Volkswagen, Bridgestone, Puma, Armani, Calvin Klein, Dolce & Gabana, Nivea, Gucci, Air France, Absolut, LG, HP, Diesel, Banana Republic, L’Oreal, Versace, Ray Ban, também adotam a postura gay friendly.
No Brasil, o grupo ainda é pequeno. Podemos citar entre outras: Vida Freedom (o primeiro seguro de vida para casais homossexuais do Brasil), TAM Viagens, o Mercure Grand Hotel São Paulo Ibirapuera (do Grupo Accor), a Camicado (timidamente), o Banco do Brasil (timidamente), o Flash Power (timidamente), a Nokia Brasil(timidamente) e, pelo menos aqui no nosso estado, BrasilCenter Comunicações.
Segundo pesquisa feita pela Market Analysis, um a cada dois brasileiros considera importante que as marcas sejam amigáveis aos homossexuais. Ainda segundo o levantamento, apenas um entre 10 entrevistados afirmaram conhecer marcas com atitudes positivas em relação ao público homossexual.
Lembrando que em alguns estados a discriminação por orientação sexual pode render multa. Como no estado de São Paulo, onde quem ofende ou discrimina homossexuais no ambiente de trabalho pode pagar R$ 16 mil de multa se for condenado. O valor sobe para R$ 49 mil em caso de reincidência. Se o processo for contra uma empresa e ficar provado que a multa é pequena diante do seu porte, a quantia pode ser aumentada em dez vezes, chegando a R$ 493 mil aproximadamente.
1. Os comentários postados nos artigos desse blog são de inteira responsabilidade de seus autores. A opinião expressa por eles não necessariamente condiz com o que pensam os autores deste site. Se um desses comentários te ofendeu de alguma forma entre em contato conosco para remoção do mesmo.
2. Alguns textos, imagens, vídeos e sons presentes no site podem estar protegidos por direitos autorais ou outros direitos de propriedade intelectual. Reafirmamos nestes casos a propriedade de seus autores e caso tenhamos ferido esse direito, favor entrar em contato conosco para remoção do conteúdo.