Temporariamente fora do ar…

26/03/2014 por

O blog ficará temporariamente desativado por motivos técnicos. Apenas a programação semanal do fim de semana continuará sendo postado (logo abaixo deste post).

Mas aguardem, em breve vem novidade por aí, um blog novinho para vocês!

Modelo, manequim e drag queen

10/04/2014 por

Chora no capozão de fusca!

Vamos a mais uma programação de fim de semana?

Move Music:
move

Space Pub:
space
M!xx Club:
mixx
BlowUp:
BlowUp
Black House:
black

Antimofo:
antimofo

Pagodaço da Chica (Reserva da Praia):

Reserva da Praia

Mas… Quê?!

04/04/2014 por

Já chegou o fim de semana?! Viado, se joga na programação do fim de semana então, porque se não, quando você notar, já é segunda de novo.

Move Music:

move2

Move1

Space Pub:
space
M!xx Club:
mix
Black House:
Black

Antimofo:
antimofo1

antimofo2

antimofo3
Rich Party (Chacara Flora):
Rich PArty

Calourada (Ufes):

Calourada_Ufes

A ditadura militar também repria os homossexuais!

01/04/2014 por

Primeiro de abril de 2014 é dia de lamentar um dos períodos mais negros da história do Brasil: faz 50 anos que aconteceu o golpe de 1964, que encerrou o governo do presidente João Goulart, eleito democraticamente. Naquele momento os militares representaram uma parcela conservadora de nossa sociedade, a mais conservadora e reacionária, e implantaram uma política que violentou a liberdade e a democracia em nosso país. Foi uma época que matou um espírito de luta revolucionário do brasileiro, o que nos lançou em um atraso político que até hoje lutamos para reconquistar.

tira militarO que poucos de nós cogitamos geralmente é que essa repressão também atingiu às pessoas LGBT. O Repórter Brasil fez uma matéria bem bacana mostrando os impactos do regime autoritário na repressão às práticas sexuais dissidentes. Veja:

O mais bizarro é que aparentemente a nova geração perdeu qualquer relação com o horror deste período e insensíveis à tragédia deste período tem fechado com as viúvas do Golpe e tendo desejos reacionários e antidemocráticos. Não, amigos, não! Não há motivo algum para se ter saudosismo deste período que só merece ser lembrado para não ser repetido. Temos que lutar sempre por MAIS liberdade, temos que lutar por radicalizar ainda mais a democracia. DITADURA NUNCA MAIS!

Eu vi seu pai na Move!

31/03/2014 por

É o hit do momento!!! Aumenta o som e se jogaaaaaaaaaaaaaa!

Para quem é de fora, “Move” neste caso é a boate “Move Music” a principal do gênero gay da capital, Vitória. Por isso a delícia! Bocas malditas me disseram que é baseada numa história real.

E aí, já pode tocar na Move?

Boa sorte, senhoritas, e que a melhor mulher vença!

28/03/2014 por

Programação do fim de semana. Babadeiríssima ou não?

Move Music:

move

Space Pub:
space
M!xx Club:
mixx
Black House:
Black

Antimofo:

AntimofoBlowUp:

Blow

CAMPANHA – “Queremos ver UM ESTRANHO NO LAGO no Cine Jardins”

28/03/2014 por

Cata a história:

“Em pleno verão, um lago é usado como praia nudista por vários homens homossexuais. Eles sentem-se à vontade no local e usam o bosque ao lado do lago para ter relações sexuais. Um dos frequentadores mais assíduos é Franck (Pierre Deladonchamps), que um dia faz amizade com Henri (Patrick d’Assumção), um homem solitário que vai ao lago em busca de paz, sem ter qualquer interesse em outros homens. Com o desenrolar dos dias e as conversas constantes, eles se tornam amigos. Só que Franck se apaixona por Michel (Christophe Paou), um novato no lago, sem saber que ele é uma pessoa perigosa.”

Essa é a sinopse do filme “Um Estranho no Lago”, filme francês dirigido por Alain Guiraudie e SIM, nós queremos muito ver ele nas telonas e no escurinho do cinema. Por isso, estamos organizando um movimento para pedir/implorar/obrigar que esse filme venha a Vitorinha, que, como sabemos, tem pouquíssimos espaços para exibição de filmes e menos ainda com essa delícia de temática. Ou seja, é entretenimento, mas também é político!!!

Assista ao trailer:

Quer participar e apoiar essa campanha do bem? É pelo Facebook, é só clicar aqui e participar!

PROMOÇÃO – Tá em recesso, mas fica que vai ter festa! [ENCERRADA]

27/03/2014 por

Então, o negócio é o seguinte. Enquanto não resolvemos os problemas técnicos do site, vamos amparar as senhoras com diversas promoções que firmamos com a parceria com o pessoal da Fanfarra, que está fazendo festas escândalo na Blow-up.

Só a última teve lotação máxima! Pensem no estrago!

Aliás, fiquem preparadas porque mês que vem agora faremos a festa do blog por lá  (SIM VIADO, VOCÊ VAI CRUZAR A PONTE DE 507!), com atrações que cobram mais de 2 mil aqués de cachê e o lançamento do mais novo drink gay capixaba: PERLUTAN!

Servido por uma tequileira vinda diretamente de Boca Ratón, que roda os participantes não mais numa cadeira giratória, porque isso já é clichê, mas sim com as próprias mãos, desse modo:

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A primeira promoção será do BOSS IN DRAMA, que vai acontecer agora dia 29 de março e eu vou sortear UM PAR de vips pra vocês, beleza?

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Então, para participar basta enviar um e-mail para sarahpederzini@hotmail.com, com seu nome e o do seu acompanhante no conteúdo da mensagem, e o título “Boss in Drama”.

Ou você pode ganhar também encontrando o link secreto neste post, que contém uma foto totalmente exclusiva dos meus peitos.

BOA SORTE, sexta-feira divulgo os vencedores :D

Os vencedores são: HEVERTON CONSTANTINO FONSECA E EDUARDO CARLOS THEOTONIO

10 motivos para amar o novo reality “Bibas”

25/03/2014 por

O reality show do momento que está dando o que falar é o “Bibas”, apresentado na Band do Pará, e aqui apresentamos 10 razões para não perder nenhum capítulo:

É o primeiro reality show gay da TV Paraense e é reality com gay não é só de drag queen;

1

É dividido em dois times: “Musas” e “Bibetes”;

2

“Torta na cara” é prova de eliminação;

3

Tem momentos “fala-na-cara” (Glitter, saudades);

4

Chica Chiclete (Millena Wanzeller), Narcisa Tamborindeguy e Katarina Zeta Jones estão participando;

7

O prêmio é uma moto Honda rosa;

6 Tem uma bee cuja a profissão é “funkeira” (concorrente fortíssima);

7

Leona assassina vingativa, nossa musa mirim; e a Aleijada Hipócrita fazem participação;

8

Ser “””forte””” (vulgo, obesa) é critério de eliminação;

9

10º Sensualizar lavando carro é um tipo de prova;

10

Ainda não viu? Se joga, gata:

E aqui tem a parte 2. E não deixe de ver o episódio 2 (parte 1 e 2) e o episódio 3.

Admito sou team Keylla Trovoada e Eduarda Werneck. E você?

Outono é sempre igual…

20/03/2014 por

Vai uma programação de fim de semana aí?

Move Music:

move1
Move

Space Pub:
Space
M!xx Club:
Mixx
Black House:
black

Saia de Saia (Ufes):
Saia de saia
Evento no Face.

Antimofo:

Antimofo

Luau Beach (Curva da Jurema):

LuauBlowUp:

BlowUp

Pra cada um tem uma

15/03/2014 por


Sim, é a programação do findesh. Tardia, mas um luxo!

Move Music:
Move

Space Pub:
Space
M!xx Club:
Mixx
Black House:
Black
Fanfarra (Blow Up):

FanfarraEvento no Face.

Praia das Cores (Curva da Jurema):

Praia das CoresEvento no Face.

Luau (Curva da Jurema):

Luau_Curva da JuremaDomingo (16).

Dia Municipal Contra a Homofobia – Audiência Pública

12/03/2014 por

Dia mjunicipal contra homofobia

É importante que todos compareçam para marcar presença e mostrar que em Vitória viado quer ser respeitado! Vamos ocupar os espaços de poder!

Aqui tem o evento no Facebook para se informarem mais.

S06E01 Rupaul’s Big Opening Pt. 1

09/03/2014 por

Se existem duas coisas fundamentais para manter a ordem do universo, é que a cada ano um dos oitocentos vocalistas da Banda Eva se lance em carreira solo só para amargurar em uma flopada vertiginosa maior até do que a da própria Márcia Freire e que Rupaul decida investir na vigésima twist só para o primeiro episódio da nova temporada do reality não culminar na mesmice de se eliminar de cara a participante com sérios problemas na tireoide.

Bem, com orçamento nas alturas, lógico que Rupaul não recorreu a ninguém menos que Boninho só para recuperar a maravilhosa twist do BBB 9, aquela analógica edição que nos apresentou ninguém menos do que Vovó Naiá, uma deliciosa mistura de Palmirinha Onofre, Lindsay Lohan e três doses de Jurupinga. Exato, Rupaul teve a cara de pau de dividir a estréia em duas partes só para poder analisar melhor cada uma de suas meninas e decidir quais delas deixarão precocemente a corrida pelo prêmio de um cartão de vale transporte e uma caixa cheia de amostras grátis da Vult Cosméticos.

 

Assim que Vivacious conseguiu encontrar a estrutura de seu fecho-éclair, todas as gatinhas foram surpreendidas não apenas pela face de nossa participante da terceira idade ser idêntica a daquele dinossauro que enfeitava as embalagens do chocolate Surpresa, mas por descobrirem que competiriam com uma chance em sete de ir mais cedo para casa tirarem  pó do seu abajour em forma de abacaxi comprado com uma das ergonômicas revendedoras das revistas Hérmes.

Em apoio a campanha pela volta da embalagem antiga do Alô Doçura, Adore veio vestida com os restos do papel celofane que a usa para embrulhar a sua produção caseira de ovos de páscoa artesanais.

Como primeira latina não-fosforescente, encerrando uma dinastia calcada na oleosidade capilar de Alexis Mateo, April Carrion teve como missão conseguir mostrar para a melhor amiga lésbica que no meio daquele armário cheio de roupas xadrez havia um lindo par de ovários a desabrochar para a sinfonia da primavera.

Enquanto não passa o meu choque de Ben de la Creme ser Adriana Calcanhoto enquanto desmontada, Rupaul me decide dar o prêmio da noite – um belíssimo pacote de bijouterias compradas na Jackelaine Jóias – para esta senhora, não porque o seu vestido furta-cor foi construído com apenas uma pistola de cola quente, mas porque simplesmente ela conseguiu capturar a essência de Golden Girls: estar cada dia mais próxima de usar uma fralda geriátrica.

Um dos motivos que me levar a amar Gia Gunn, além da sua completa e irrestrita falta de classe, é que ela pode ser definida pelo exótico vocábulo de: ram-pei-ra. Sim, porque Gia parece se inspirar no cânone pornográfico brasileiro – com suas maravilhosas atrizes que contracenam com unhas gel e sandália azaléia -, nos brindando com um maravilhoso look feito de todos os cintos que Kim Kardashian perdeu tentando desinflar após a gravidez.

Eu não sei nem o que falar dessas piranhas que chegam na SEXTA temporada e ainda me jogam na cara que não sabem costurar. Lógico que eu estava torcendo por Kelly, pelo único motivo dela parecer o Vinny quando está desmontada, mas devo dizer que todo o meu amor se desfez quando ela me entra na runway vestindo pedaços de toucinho comprados na promoção relâmpago dos Supermercados Guanabara.

Sabe aquela sua amiga que nunca sabe a hora de parar e depois de três copos de cerveja Perigosa já quer colocar todo mundo para jogar Verdade ou Consequência? POIS É, Laganja é exatamente essa amiga que você fez dando um singelo “bom dia” achando que ia ser legal e quando vê já tá recebendo uma mensagem inbox dela explicando como acabar com a candidíase com uma pasta caseira feita de creme de alho.

Há uma explicação lógica e plausível para Vivacious ousar entrar na runway com esse sensual e sexy movimento nos quadris: uma coluna travada pelas dezenas de hérnias de disco que essa senhora deve ter acumulado durante a sua participação na Sétima Cruzada, onde foi assistente do Papa Urbano XI.

Olha, vou dizer que para um primeiro lipsync eu achei até bem decente. Por mais que eu quisesse que Kelly ficasse, especialmente por ter jogado uma sombra maravilhosa em Willam – “Sou atriz, mas não vou recitar meu Imdb aqui como vimos em temporadas passadas -, Vivacious subiu as ladeiras do Pelourinho, ignorando os primeiros sinais da osteoporose e requebrando como se seus quadris estivessem possuídos por um percursionista do Olodum.

Na próxima semana, sete novas gatinhas chegam para compor a Tribo Sandra Annemberg. Darienne Lake conseguirá passar um episódio sem ter que se alimentar dos deliciosos gafanhotos que a produção espalhou pelo Untucked Lounge? Teria Courtney Act uma personalidade? Quanto custaria para Trinidade & Tobago consertar seu delicioso sorriso inspirado no Ronaldinho Gaúcho? Tudo isso e muito mais no próximo episódio de Ru Limite. \o/

Êta! Êta, êta, êta. É a lua, é o sol é a luz de Tieta.

07/03/2014 por

Há alguns dias cheguei no pequeno aeroporto que rodeia Vitória, com meu derrière maculado por uma hora e vinte minutos de viagem num avião apertadíssimo com a calça de suplex que utilizo nas aulas de lambaeróbica. Claro, minhas madeixas estavam cobertas por um belíssimo véu de seda colhida por famintas crianças laosianas, mostrando que não importa qual o seu grau de escolaridade ou quanta grana você tem no banco: no fim das contas, qualquer pessoa que sai de uma cidade pequena para uma grande metrópole sofrerá da síndrome de Tieta.

Para quem não sabe, a síndrome de Tieta acomete todo mundo que não se comportava o suficiente para ser bem falada em sua cidadela e que, na metrópole, passa a girar mais Pião do Baú nas tardes dominicais do SBT. Em suma, essa síndrome atinge todos aqueles que percebem que no meio de onze milhões de habitantes, tem homem o suficiente para você fazer a Joyce Pascowitch e não repetir no dia a dia.

Disfarçando minha devassidão para essa cidade que sempre quer saber com quem você se deita, cheguei lembrando dos meus dias ensolarados em que me olhava no espelho e estava vestido à imagem e à semelhança de Taylor Swift. Uma das coisas que mais me tem incomodado, como Tieta recém-chegada para o carnaval, foi um casal de amigos tendo que se esconder para dar um beijo, desses beijos quaisquer, no meio do carnaval.

Foi aí a deixa para deixar de lado o meu véu costurado por velhas caolhas cujos cabelos brancos brandam com os ventos das planícies vietnamitas: se existe, no fundo, um efeito colateral da síndrome de Tieta este é o de destruir todo o conservadorismo e o moralismo que se escondem pelas caras feias e as palavras sem sentido desse estado que te obriga a engolir sua santidade até no nome. No entanto, por mais que eu pesasse a mão e fizesse a cabeça dos meninos, nada aconteceu. Pois é, Tieta, “tem que se esconder no escuro que na luz se banha”.

Pouco depois, o puxador do bloco anuncia em cima do trio que um menino tinha apanhado de um valentão pelo simples e único motivo de ser gay. E aí seguiram-se as repreensões, os bons-mocismos, as pessoas vaiando a opressão por um segundo. Lindo, não? Não. Aprendi a ser Tieta e, como Tieta, quero ser muito mais do que demonstrações pontuais e instantâneas de um apoio que se esconde nos sorrisinhos bestas dessa terra onde a dor é grande a ambição pequena.

Tieta, grande inspiração para minha vidinha. Afinal, sair de uma cidade pacata e hipócrita eu sei bem como é. Voltar para ela, amadurecido e cheio de ideias, eu também sei. 

Tieta, emulando a Kátia Cega, mostrando como não está sendo fácil.

Chega de fingir, de mentir, né, gente. A gente sabe que quem mais goza e pena é que serve de farol para ver se ilumina um pouco esse arquipélago à beira-mar. Enquanto aqueles dois meninos, meus amigos, precisarem se esconder para dar um mísero beijo, sua vaia, seu apoio, sua mísera comiseração não me serve. E nem desce pela minha goela. Meu amor, já vivi de tantas migalhas nessa cidade que hoje, como Tieta, não quero meus farelos. Quero muito mais.

Aprender a ser Tieta não é fácil. Mas é preciso. Eu, que sempre me dei bastante a timidez, deixei as bochechas vermelhas e os olhares de repreensão no primeiro farol, no primeiro cruzamento que encontrei pela minha frente. Não pensei duas vezes quando vi aquele menino bonito numa estação do metrô, perdido, olhando e sorrindo pra mim. Podia ter feito tudo, ter esperado. Reencontra no outro dia. Esperar a próxima vez.

Acontece que quando você está cercado de onze milhões de pessoas, não existe a opção do reencontro fortuito. Talvez, seja essa a maldição que paire sobre essa ilha. A dança silenciosa, esquecida pela poeira e o mormaço, dos pequenos esbarrões que se tem com o objeto de desejo pela cidade pequena. Foi ali, no metrô, que virei Tieta. Encostei no ombro do menino e falei: “você tem uma estação para me dar seu whatsapp e descobrir que sou o grande amor da sua vida”.

Ele é meu homem e eu sou sua mulher.

E assim se seguiu uma tarde nada produtiva no trabalho, com milhares de mensagens trocadas com o menino. Vieram as tardes produtivas na feirinha gastronômica, andando de mãos dadas, tomando os picolés e dando beijos à luz do dia, sem os olhares e sem os pudores das senhorinhas irascíveis que frequentam padarias que chamam afetadamente de boulangerie.

Talvez, alguns de vocês protestarão sobre a facilidade de percorrer esses caminhos quando todos já estão abertos. Não deixo de me gabar de como São Paulo tem sido doce e de como cada vez mais as lâmpadas tem se tornado apenas uns instrumento de iluminação e perdendo a sua aplicação prática de rachar algum cocoruto desavisado na Rua Augusta.

Creiam, amigos, que não é fácil. Também não vai ser nem um pouco fácil abrir picadas e caminhos por essa Santana do Agreste perdida entre o esquecimento e o minério de ferro. Ninguém disse que a vida é fácil. Mas, meu amor, existe alguém em nós, em muito dentre nós esse alguém que brilha mais do que milhões de sóis. É preciso brilhar, ser o próprio sol, existir a luz do dia. A escuridão só tem fim quando a gente constrói a própria aurora.

E, bem, o menino do metrô me deu um perdido. Reapareceu dias depois, sentado na porta da minha casa, depois de uma pequena discussão pelo celular, com um sorriso no canto da boca: “já não tem mais metrô, vou ter que ficar aqui”.

E ficou :).

(Ele, ainda, me deixou com uma marca roxa no pescoço por uma semana. Disse que era pra eu aprender a ser menos arredio e que agora, não tinha jeito, era dele. Dias depois, vi ele pegando um outro alguém naqueles bares ali perto da USP, na porta de casa. Meu amor, Tieta veio, baixou e fui lá alertar o outro menino, mostrando o chupão no pescoço: “cuidado, amigo, que isso aí não tá vacinado não”. Pois é, a vida tem sido boa, mas nada fácil pra Tieta).


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