Posts de 31 dezembro, 2011

Mensagem de fim de ano: “Caba não, mundão!”

31/12/2011

Acho que essa tirinha expressa bem o que é nosso “trabalho” aqui neste blog: um carinho a todos vocês que nos acompanham e fazem deste blog o sucesso que é. Este ano2011 foi um ano cheio de basfonds e novidades aqui no BC: viramos pontocom, entramos na nossa empreitada audiovisual com o Babado TV, estreitamos os laços com as boates do estado e estamos sempre trazendo promoções para as senhoras curtirem a noite capixaba… E o mais importante sempre atualizados com tudo que há de novo e que interessa vocês, a cena gay de Vitorinha, do Brasil e do mundo e necas, com aquela linguagem divertida de butecão GLS que vocês tanto adoram. Vamos aos números?

São 3 anos de existência, 2.643.739 visitas ao todo, com uma média de 3.342 únicas/dia, média que vem crescendo ano a ano:

Foram (até agora) 50.655 comentários aprovados, temos 1.302 assinantes de feed, 1.112 seguidores no twitter, 364 membros no grupo do Facebook e o termo mais buscado parque gera acessos ao nosso blog é (não, não é ‘glassass’, esse é o segundo) “babado certo”. EEEEEEEEEE!

E tudo graças a vocês e aos meus companheiros autores, Max, Tchynna e Izaa. Por isso, nesta oportunidade única de ficarmos sentimentais sem sermos julgados por isso, venho desejar tudo de bom a vocês que admiram nosso trabalho e que 2012, antes de acabar, seja repleto de felicidade, sucesso, boys magias e acué.

Nos vemos em 2012! Vem #anonovo, #vengentchy:

Cantemos:

Paulo Gustavo em “Cotas para gays”

31/12/2011

Cata Paulo Gustavo, SEMPRE GENIAL, em mais uma edição da série Absurdos:

Já pensou no que aconteceria com Jardim da Penha se levassem isso a sério?

Homofobia no “20 Cantar”

31/12/2011

Eu mereço essa placa?

Bee’s, SOCORR! Não acredito que mais um ponto culturalmente gay foi tomado pelos héteros e/ou evangélicos homofóbicos! Dessa vez foi o “20 Cantar”, um bar famoso por aglomerar um grande número de bee’s cantoras de Paula Fernandes e sapas cantoras de Cássia Eller, que pisou na bola. Cata o acontecimento:

Eu fui escolhida para relatar um triste episódio que ocorreu a pouco, e é com tristeza e revolta que eu contarei a vocês o que acabou de suceder. Eu e um grupo de amigos (gays e heteros) fomos a um bar karaokê situado próximo a Rodosol, aqui mesmo em Vila Velha, chamado “20 CANTAR”, estávamos nos divertindo até que a dona do bar chegou para um casal de amigas e disse que: “aqui é um bar hetero, vocês podem pegar na mão, mas se beijar não!”. Isso porque elas tinham dado um “selinho”.

Obviamente, fomos conversar com essa senhora e quando indagada se na mesma situação, porém, com um casal hetero, ela teria a mesma atitude, a referida senhora deixou bem claro que não, a um casal hetero ela não teria dito nada. E mais, o garçom disse que no local havia um pula-pula, ou seja, que o bar era freqüentado por famílias e crianças e que estas deveriam ser “preservadas”, como se um “selinho” entre duas garotas fosse agredi-las ou sei lá o que (essas crianças não têm TV em casa?). Após tentarmos dialogar com a dona do estabelecimento, dizendo que aquele era um ato inconstitucional, o filho da mesma começou a berrar conosco e nos mandar embora (como se quiséssemos permanecer ali, NE?!), atitude típica de quem não tem argumentos e nem capacidade intelectual de discutir sobre qualquer coisa.

É quase surreal imaginar uma situação dessas, eu nunca tinha presenciado uma atitude preconceituosa, assim, tão de perto e tão explícita. Enoja-me um país onde esfregam mulheres nuas na TV na nossa cara, onde políticos nos roubam mais que os bandidos nas ruas, um país com tantos problemas de verdade que se ofende e se choca justo com uma demonstração de carinho! A hipocrisia da nossa sociedade é algo gritante e não podemos permitir que coisas assim continuem acontecendo.

Não preciso dizer que não pretendo voltar nunca mais aquele lugar, e espero que aqueles que, independente de serem gays ou heterossexuais, também prezam pelo respeito e pela liberdade das pessoas expressarem amor (seja ele da forma que for), façam o mesmo.

Basfond, néam? Mas eu tenho lá minhas dúvidas do quão selinho esse beijo era, não entendo o papo dessa galera que consegue fazer sexo sem tirar a calça. Pra uma sapa amiga minha, por exemplo, ir ao banheiro é sinônimo de pegação… qué dizê.

Brincadeiras à parte, é chocante ver esse tipo de comportamento logo naquele bar, afinal, é um absurdo chamar de ‘hétero’ um bar que tem karaokê, não existe um karaokê sem a presença de, pelo menos, 4 vinhádos… tipo um pacote promocional.

Depois eu falo que os únicos gays aceitos pela sociedade são os humoristas e assexuados, e as pessoas dizem que eu estou exagerando. Todo mundo curte o Juninho Play, Valéria Vasquez, Pit Bicha e aquela gay de Fina Estampa… até o dia que tiver uma cena de um deles beijando na boca.

p.s.: Dizem as más línguas que as sapas, muito safadas engajadas politicamente, estão planejando um beijaço no local.


Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Join 2.105 other followers