Estou aqui o Rio de Janeiro, mas não podia deixar de postar esse vídeo extraordinário do Paulo Gustavo (famoso pelo espetáculo ”Minha Mãe é Uma Peça”) com os Anões em Chamas. E, é claro, também porque não vivo longe de vocês, SUAS LINDAS! Cata:
Tá bom, tá bom. Eu sei que não ficou muito bom o áudio da gravação do meu celular e que a Max falando o tempo todo não ajuda muito na compreensão, mas muita coisa legal dá pra catar se você tiver atenção e amor ao ouvir a conversa travada no camarim do Ilhacústico no dia da última Cabaret. Thiago Pereira, o homem por trás da Cleycianne fala do sucesso repentino, da relação com evangélicos, ameaças, concepção da personagem e muito “mas”. E depois de 02:30 dá uma melhoradinha.
Espero que tenham gostado e em breve vamos ver se transcrevemos tudo. Muah!
Não foi no Cabaret, né, fia? Perdeu o bapho babadeiríssimo. Mas calma, dá pra você sentir o gostinho do clima do lugar pelas fotos. Vamos ver juntcheenhas toda a beleza e masculinidadjee dos boy magia capixaba?
Uma das coisas que eu achei sen-sa-ci-o-nal na apresentação da Cleycianne, foi como seu autor (meu marido) soube manter as características de seu personagem sem ficar chato. Para isso usou algumas músicas religiosas (algumas remixadas) como interlúdio de várias fechações de várias épocas como “Like a Prayer”, ‘Total eclipse of heart” e até musica da Xuxa. Olha um vídeo feito por mim de uma parte da apresentação dela, que botou Vitorinha toda pra dançar como se não houvesse amanhã:
Apesar de estarmos todos ca-ga-dos, ontem a festa Cabaret com a Cleycianne, Babado Certo, @titialoira, Sweet Bird e cia, no Ilha Acústico. Como disse a própria Cley:
Eu, pessoalmente, me sinto bastante realizado com as festas que o Antimofo tem promovido com nosso apoio que tem rompido com um padrão que a comunidade LGBT capixaba está acostumada. Festas com muitas atrações e que presam justamente pela diversidade (e público também). Era o que eu há muito tempo queria pra nossa Vitorinha. Fugindo daquele sistema feijão-com-arroz de todos os finais de semana, do djzão padrão, das músicas das paradinhas de sucesso e dos mesmos lugares. Prova disso, foram todas as pessoas se jogando ao som de músicas de várias épocas e SEM remix. E também todas as opiniões fofíssimas dadas via twitter até agora:
O que foi aquilo ontem me diz? Todas as gay dançando lua de cristal, ragatanga… Muito fodaaa #cabaret— Dayane (@dayanesantos) January 23, 2011
Geeente… o que foi o #Cabaret ontem no Ilha?? O que foi aquele povo todo dançando Lua de Crista??? Sincronia total na coreô….!!— Carlos Eduardo (@ceduardolc) January 23, 2011
ARRASAMOS! Ilha Acústico lotaaaaaaado, Cleycianne quebrou o caralho todo e eu saí de lá trocando as pernas.
Terminei o rock com as bochechas doendo de tanto sorrir. Toda hora alguém vinha falar comigo e eu tinha que manter uma cara de Barbie. Afinal, eu sou a simpática do blog, a Dé é a blasé e a Izaaa é o sapatão, e sapatão sabem como é, né? Troca duas palavras e já considera melhor amigo. Tentei ser o máximo simpática possível, mas se acabei sendo caruda com alguém, agora tá explicado. Porque sempre tem uma uó que vem e fala: “Falei com a Max e ela nem deu confiança.
Enfim, hoje estou indo para o Rio de Janeiro, vou tentar entrevistar a Luana da Lapa (ela mesma, do “Travesti é bagunça”), farei VÁÁÁÁRIOS vídeos de como é a noitchy GLS de lá e, na semana vem, Babado, Confusão e Gritaria diretamentchy de Copacabana.
Mas agora me contem, gatiras, vocês se divertiram? Têm algum bafão pra me contar ou todo mundo encheu o koo de vodca e esqueceu de tudo que rolou lá?
Esse é o tema da noite de confraternização pós espetáculo Tributo a Cazuza (hoje, 20 horas, no Theatro Carlos Gomes). Vai ser na Casa Aberta – Espaço de Moda e Arte” que fica na Rua Sete (no centro de Vitória), de propriedade de Stael Magesck (atriz, estilista e produtora) e é hoje um dos maiores points de encontro de arte integrada do estado.
A noite será aberta à tod@s (entrada free, garaleo!), e serão vendidas comidinhas estilosas e bebidas diversas. Participação da galera do @antimofo e minha dando uma canja como Dj (encarnando a Dé Jay). Haverá também poesia, música, teatro e performances diversas do elenco e de quem mais chegar.
Quem não ama um after. Ou é um esquenta? Sei lá, depende da animação das gueish…
Saiu no site do jornal capixaba ES Hoje matéria sobre a saída da Ariadna do programa e quem foi um das fontes, han?! MAX VANILLA, aquela linda. Cata o trecho:
Cezar Pederzini, ou Max Vanilla, escreve para um blog voltado ao público LGBT e tem opinião formada sobre a passagem “meteórica” da participante pela casa. “Com a inclusão de um gay assumido no programa, com Jean Willys, o Brasil impressionou ao deificar o rapaz, ao considerá-lo o tipo de gay perfeito: intelectual e assexuado. Afinal, apesar de ser gay, não demonstrou em momento algum ter sexualidade”, revela.
“Nas próximas edições, a presença de um ou mais homossexuais tornou-se fundamental, e daí vieram Marcelo, Dicésar, Serginho, Lucival e Daniel. Entretanto, eles sempre se mostravam ignorantes e estereotipados”, analisa. “Na edição atual, o Brasil parou para observar Ariadna, a cabeleireira transexual que prestava serviços sexuais na Itália. Especulou-se sobre sua vida pessoal e, a partir dela, julgaram a sua índole”, conta.
Com isso, Cezar acredita que foi feita uma espécie de faxina no programa, apesar de várias mídias sociais enaltecerem a presença dela no programa. “O Brasil, como país latino e, consequentemente, machista, não vê com bons olhos a abdicação da masculinidade. Nascer homem e tornar-se mulher é repugnante e inaceitável para uma sociedade como a nossa”, pondera.
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