Existe toda aquela polêmica de que o digital ia acabar com o impresso, o livro, o jornal. Alheio a isso segue uma das mídias mais antigas e eficazes: a porta do banheiro público. Usada como classificado sexual, como lugar de artes plásticas eróticas, uma das finalidades mais nobres das portas de banheirón é a escrita literária, em especial o poema. Hoje, captei uma pérola dessa clássica forma expressiva capixaba num banheirón da Ufes:
Slapt, slapt, slapt! BRAVO! BRAVÍSSIMO!







