Amay o acrobático Sex du Soleil! Já vai pra minha lista de desejos de antes dos 30 anos.
Via Katylene
Amay o acrobático Sex du Soleil! Já vai pra minha lista de desejos de antes dos 30 anos.
Via Katylene
A exótica Lady Gaga, que atualmente ronda meus sonhos, apresentou uma nova música no show da turnê Monster Ball que rolou ontem, dia 30, em Minnesota, USA. A baladinha, tocada ao piano, estilo Alicia Keys, se chama “Living on the radio” e que segundo rumores, pode estar em seu próximo álbum.
A letra é meio deprê e mostra um lado mais EMOtivo de titia Gaga. Em um dos trechos a cantora comenta que não tem amigos, mas isso não importa, já que está realizando seu sonho de tocar no rádio. Pra que mais alguma coisa, né? rs

Toni Reis e David Harrad
O Supremo Tribunal Federal negou recurso do Ministéio Público do Paraná e permitiu a adoção de crianças de qualquer sexo e idade por dois homens que vivem juntos em Curitiba há 20 anos. A decisão, a favor de Toni Reis e do britânico David Harrad, foi tomada pelo ministro Marco Aurélio Mello no dia 16 e publicada na terça-feira (24).
Toni Reis, que é presidente da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), disse sentir orgulho pelo STF ter respeitado a Constituição. Já David Harrad declarou estar “emocionado depois de cinco anos de espera”. “Agora vou realizar meu sonho de exercer a paternidade e ser feliz ao lado do meu marido e nossos filhos”, disse.
Noooooooooooooooossa, eu sumi por dois dias, garotas, meu fim de semana foi do caralho, e ainda não acabou, estou, neste momento bebendo todas em Jardim da Penha!
Sexta, rock da Ufes perfeito com a Izaaa, que mal sabe o que eu fiz depois que me sentei naquela Cadeira Elétrica. Sábado morta e acabada, inclusive, meus amigos e eu consideramos o domingo um sábado, pois pulamos o dia anterior… E quem fica em casa num “sábado” à noite?
Agora que vem a história… Estávamos eu e toda a máxima-corte de sapatões de Vitorinha bebendo na Lama, e então onze horas resolvemos ir embora, porque apesar de pra gente aquele domingo ser um sábado, todo mundo trabalharia no outro dia, néam? O problema é que os ônibus pararam de passar e eu moro em Vila Velha. Bêbada e abandonada, resolvi ir pra casa do meu primo que mora aqui em JP, mas me perdi e andei toda a Orla de Camburi, presenciei briga de poota, voando navalha e salto alto, e corri de um mendigo que queria me assaltar e/ou pedir informação (eu é que não ia pagar pra ver!). Chegando aqui, ofegante e trancando de medo (tão trancada que nem passava um fusca de lado), o prédio estava com o interfone quebrado, o porteiro estava num sono profundo e, como se não bastasse, meu telefone acabou a bateria e eu não sabia o número de cabeça para ligar. O que me restou? Óbvio, fingir que sou “trabalhadora da orla” ATÉ uma caridosa alma passar para me emprestar um celular.

Quer uma schupadêenha?
Vai eu, Max, à 1h da madrugada, bater ponto na pixta. Abri mais dois botões da minha bluseenha, dei uma ajeitadinha na calça, incorporei a Luana da Lapa e fui na fé!
Ou eu sou muito gatchênha ou muito sortuda, porque um carro parou em menos de 10 minutos e um rapaz veio me perguntar: “E aí, gata, quanto é o programa?”
Contei toda a história, ele prontamente foi ao prédio me ajudar a acordar o porteiro e, veja que audacioso, queria uma schupetchênha em troca! Onde já se viu? Sou uma moça de família, só faço bola-gato se pedir minha mão a papai! Humpf… Tá boa, néam? hahahahah
E foi por isso que não apareci, maaaaaas, mesmo eu estando bêbada, jamais deixaria minhas queridas na mão (esse foi meu primeiro momento de sanidade desde domingo), contem-me, o fim de semana de vocês também foi do tipo “histórias que vou contar pros meu netos”?