Posts de abril \21\UTC 2009

Se fu-deu!

21/04/2009

Do Folha Online (leia completa aqui):

Uma miss americana que tirou segundo lugar no concurso de beleza miss Estados Unidos disse que só perdeu a competição por ter se manifestado contra o casamento entre homossexuais.

Carrie: Beesha uó!

Carrie: "Beesha uó!"

Carrie Prejean, que é miss Califórnia, disse durante o concurso, realizado no domingo (19), que acredita que “um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher”.

“Isso me custou a coroa”, disse Prejean após a competição. A vencedora foi a miss Carolina do Norte, Kristen Dalton.

O vídeo com a declaração de Prejean tornou-se um hit na internet. Ela responde a uma pergunta feita por um dos jurados do Miss Estados Unidos, o blogueiro Perez Hilton.

“Eu acredito que um casamento deveria acontecer entre um homem e uma mulher. Isso não é nenhuma ofensa às outras pessoas, mas é como eu fui criada.”

Perez: Gonguei, gente, gonguei a racha!

Perez: "Gonguei, gente, gonguei a racha!"

Após as declarações, houve vaias e aplausos na plateia. Depois do concurso, que passou na televisão norte-americana, ela disse: “Eu não aceitaria dizer qualquer outra coisa. Eu disse o que eu sinto. Eu dei uma opinião que é verdadeira comigo mesma e isso é tudo o que eu posso fazer”.

O jurado Perez Hilton disse que ficou “arrasado” pela resposta de Prejean, que, segundo ele, “alienou milhões de americanos gays e lésbicas, suas famílias e seus apoiadores”.

“Ela perdeu por causa desta resposta. Ela era definitivamente a favorita até então.”

Se fudeu, se fudeu! Que racha burra! Não sabe que o mundo da moda é dominado pelas bees? Hauhauhauhauhauha (Risada Dona Alvara!)

Voltando aos poucos

21/04/2009

Inhãiiiiiii!!!Que saudades desse babado aqui! Como estou sem net, me pego em computadores compartilhados para escrever no Babado. Isso rende algumas situações engraçadas, como tentar distrai um priminho de um aninho para que ele não bata no teclado. Já me agarrei ao meu pc, e dou uma de Scarlet O’Hara, e juro que nunca mais ficarei sem net! Depois até olhei para a cortina, mas achei que era melhor sair das referências cinematográficas.
SuperNesse tempo fui a uma festa. Cerveja, comida, gente animada e um DJ que se salvará no dia do julgamento final. Rola dancinha, gente bêbada, uma tia caindo no molhado da pista, e a tão “esperada”  hora do ”I Will survive”. O Dé, já falou sobre isso aqui, e compartilho de algumas observações. Começa a introdução da música, e o som do dedo no piano faz as cabeças buscarem os gays do local. Localizado o viado em questão, dois tipos de pessoas podem ser observadas fazendo essa varredura.

1°- As que vão observar de longe, esperando que o gay em questão solte toda a sua energia e dance como a primeira bailarina do Ballet Bolshoi. Geralmente convida a quem estiver próximo para  uma observação cientifica e analítica.
2°- As amigas. Talvez sejam as piores. É constrangedor um amigo ht querendo liberar a franga, te usando como uma simples justificativa ao fato de dançar como a Beyonce em Single Ladie.

sup_gayAinda não consegui identificar o que verdadeiramente esperam de nós nessas situações. Fiquei imaginando a famosa cena  do Super Homem, em que ele tira a roupa e mostra a fantasia do homem de aço. Será que esperam que façamos o mesmo nessas festinhas? Será que imaginam que andamos com um maiô dourada, peruca e maquiagem por baixo da roupa, só esperando a Gloria Gaynor soltar a voz? Na dúvida, bem faço a bee fechativa e fico fazendo cara blasé! Depois grito: Uóóóó…  Quero a Rihanna! Isso inutilmente, já que sabemos muito bem a “sequência gay anos 70” que virá. Paciência que já começou… “It’s raining men!Aleluia! It’s raining men…”

Pela adoção homoparental

21/04/2009

Iniciou-se uma campanha pela internet contra a lei-burra proposta pelo deputado Olavo Calheiros (PMDB/AL), que visa a proibir a adoção de crianças por casais homossexuais. Está na cara que essa lei possui finalidade eleitoreira, num país em que o eleitorado é majoritariamente heterossexual e boa parte homofóbica. É inconstitucional, gente!!! Para saber mais sobre esse absurdo numa análise especializada leia esse texto aqui, do Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos.

Então, TODOS OS LEITOTES DO BABADO CERTO não podem deixar de participar do abaixo-assinado CLICANDO AQUI!

Boicote ao Doritos, lembram?

20/04/2009
Doritos? Nem morto!

Doritos? Nem morto!

Então beeshosas, lembram da bafafá do caso Doritos/Pepsico? Essa semana o povo só fez barraco nos comentários e ninguém lembrou de falar sobre alguma coisa realmente importante. Pois é, o Conar -órgão regulador da publicidade no Brasil – decidiu pela retirada do comercial homofóbico do ar! Sim, queridas que achavam que não ia dar em nada, vencemos! Tudo bem, que o vídeo já tinha deixado de ser exibido, mas mesmo assim foi uma pequena vitória dos gays e dos blogayros que se uniram para denunciar aquela bizarrice! A Pepsico disse que vai recorrer da decisão e tal. Mas, a gente torce que percam maaaais uma vez. Enquanto isso, acho que dá para comer uns doritosinhos, mas com Coca-cola ou Fanta, pras mais pintosas (Fanta-Uva para as femininas como eu)! hahahaha. Enfim, Somos Babados!!!

Leiam o e-mail que o Conar mandou:

CONAR – RESPOSTA AOS CONSUMIDORES – JULGAMENTO DA REPRESENTAÇÃO 074/09‏

Prezados(as) Srs.(as)

Informamos que as queixas enviadas pelo(a) Srs. (as) – anúncio “DORITOS YMCA”Rep.074/09- foi levada a julgamento pelo Conselho de Ética do CONAR, tendo sido deliberado por maioria de votos, em 1ª instância, a sustação da veiculação do anúncio. O andamento poderá ser acompanhado dentro em breve, pelo site do CONAR (www.conar.org.br ) em Decisões e Casos (resumo das decisões) .

Atenciosamente,

Secretaria Executiva

CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária

Tchynna in Rio: Sexy Rose (continuação)

19/04/2009
Eu sou bonita, absoluta, eu sou Tchynna!

Eu sou bonita, absoluta, eu sou Tchynna!

Beeshas, arranjei um bofe escadalo que me oCUpou a semana toda. Genthy, que boy era aquele. Abafa. Aproveitei que ele viajou e vim terminar de escrever sobre minha viagem ao Rio de Janeiro. Antes que as fofoqueiras daqui saiam gritando, eu NÃO estou namorando! É um flerte, um fast affair. Outra coisa, uma maldosa fez um comentário péssimo esses dias, nem ia responder, mas quero frisar que quando falo de pegação não esqueço de falar de coisas como ecologia, imagina se eu ia esquecer de usar falar sobre camisinha! Nunca defendi a prática do barebacking aqui, até porque nunca fiz parte desse “movimento” – aliás, vou falar mais sobre o tema em outra oportunidade. Feito esse comentário, vamos ao fim da história (to louca pra contar as mais novas)!

Para quem leu o texto anterior, Tchynna estava explorando o sex-shop babadeiro. Depois de gastar minha ficha com o show da Rihanna resolvi aproveitar cada cantinho de lá. Sai da cabine e percebi que alguns olhares de pura lascívia para essa linda trava turbinada. Negociante nata, resolvi ver toda a oferta para depois ver o que levava. Passei por um cabine que estava aberta e uma Nessie ficou me encarando. Encarei a Nessie e já ia gritar “quiquié sua feia” quando vi que a neca dela era enoooorme. Menina, quando a Nessie é necuda a gente DÁ um desconto – se a oferta não fosse grande, eu dava outra coisa também. Vi uma movimentação num canto escuro e lá fui eu. Um beesha nervosa estava pilotando um super aviãozinho (para quem não sabe é quando a bee pega 4 de uma vez. um na boca, um no rabo e dois nas mãos). Fiquei louca, e juntei quatro cafuçus do bem e fiz a minha esquadrilha. Foi babado!

letras mágicas

letras mágicas

Após essa aventura área resolvi dar um descansada e beber um drink no bar. O dj colocou Frozen, da Madonna, para tocar. Um clima de mistério e magia tomou conta do ambiente. Quando percebi estava dentro do Dark Room em transe. Beeshosas, o Dark tava tão lotado que parecia a Fernando Ferrari em obras em horário de pica pico, lou seja, o movimento era apenas de centímetros (pra frente e pra trás). Eu estava perdida. Aquela música. Uhummm, hummm. Me senti numa procissão indiana – tá na moda, né?. O calor foi tomando conta do recinto, aquela marrofa surgindo e plim a música terminou. O cheio de nena entrou nas minhas narinas e eu voltei ao meu corpo – e fugi do Dark na hora!

Eu ainda estava tentando chegar ao bar quando veio um clarão no meus olhos e uma voz ecoou: ” Atenção pintosas vai começar o show das drags”. Sim, o Sexy Rose é um parque de diversões e tem até show de drag. Duas drags suburbanas da melhor qualidade começaram a se apresentar. Figurino minimalista, perucas recicladas e maquiagem sustentável a base de aquarela Faber-Castell, Lindas! As bonitas faziam o show na frente do bar, no solo mesmo, com o povo passando de um lado pra outro. Muita gente vendo e as luzes acessas, a Dark Room (king size) ficou vazia, mas a pequena dark lotou. As drags não paravam, o povo ficando puto com as luzes acessas e eu querendo tombar elas. Um drag passou uma sacolinha para arrecadar uns trocados. Ao passar por mim, joguei meu olhar fuzilante e ela pediu desculpas. Na última apresentação, a drag maaaaais bueiro de todas, rodou tanto, tanto, tanto, mais tanto que quase levantou voo! O melhor é a cara da beesha ofegante figindo que não está tonta e que o cabelo era natural.

corpos em transe

corpos em transe

Finalmente apagaram as luzes e a função começou. As beeshas pareciam estar sedentas mais que nunca e ai, já viu né, foi aquele pega-pra-capar. As motoserras se jogaram no dark room king size e de lá não saiam mais. Só encostavam na parede e empinavam a bundinha. Eu catei um cara alto e todo de preto social. Nem conto, que delícia! Que delícia. Depois dele resolvi ir embora. No balcão um pilha enorme de bolsas e mochilas, o que é o melhor indicativo para saber se o lugar tá bombando ou não. No lado de fora, num barzinho em frente mais cafuçus me olharam, mas isso é outra história. No meu próximo post que sabe se lá quando vou escrever de amanhã, contarei sobre minha ida ao inferninho mais bagaceira do Rio, o nome já diz tudo: Buraco da Lacraia!

Serviço (pra fervidas): Sexy Rose, Rua Alvaro Alvim, 37, loja 6, Centro, Rio de Janeiro. Atrás do Cine Odeon, na Cinelândia. Telefone: 2532-6262. Mais que isso só um link no Google Earth!

Kamerrame… ah, eu quero é rola!

18/04/2009

yaoiAdmito que desde criança eu tinha mor fetiche pelos desenhos japoneses que eu via: Cavaleiro dos Zoodíacos (que diga-se de passagem é muito homoerótico!), Dragon Ball e cia. Hoje, eu estava vendo vídeos pornôs e ví um desses é um anime japones. Li numa ocasião que os japoneses por terem uma criação muito severa e um pudor grande demais preferem fazer seus pornôs em desenho e as situações propostas sempre acontecem sem que um dos personagens queiram representando um ‘eu não queria, mas aconteceu’ que permeia a fantasia de quem é recalcado. Olha o vídeo em questão: é de um cara que acha outro em seu armário nu e todo amarrado e ao sair o sujeito já está todo querendo. Achei estranho e excitante.

Esse gêmero de desenho se chama Yaoi e segundo o Wikipédia é ‘um gênero de publicação que tem o foco em relações homossexuais entre dois homens e tem geralmente o público feminino como alvo‘. Saiba mais aqui.

Amigays

18/04/2009

Todo gay tem ou deveria ter um melhor amigo gay e uma amiga (racha) moderninha. O amigo gay porque tem coisas que só dá para falar com ele. Afinal, com quem mais você poderia falar ‘Ai, gata, como é que você faz a chuca?’ ou  falar sobre conflitos com seu bophe, sobre se tal cara no seu trabalho está te dando mole ou não? Com quem mais você poderia montar o blog gay, hein?!

A amiga racha moderninha o prazer em te ter como amigo é todo dela. A amiga racha precisa de nós para dar norte a vida delas, sabe. Sem contar que elas sempre são as melhores na cama, pois sabem tudo sobre o corpo masculino por saberem todos truques que a amiga bichinha ensinou. Em compensação são ótimas e empolgadas companhia e na boate por algum motivo estranho elas nos ajudam a pegar. É, sempre que eu vou com minha amiga racha chove bophe escândalo na minha horta, não sei porque.

Fica aqui nossa homenagem e nosso carinho a esses dois personagem fundamentais em nossas vidas!

Mais ceninha, Mensagem de auto-ajuda e ‘I have a dream’

18/04/2009
É, nada é para sempre mesmo, Dé.

É, nada é para sempre mesmo, Dé.

Gente, vou começar o post logo assim: Meoo Koo! O blog é meu e falo o que quiser nele! Vou falar da Heaven e essa será a última que faço (se de fato ela virou boate hétero). Beeshas do meu Espírito Santo, parem de tratar uma boate como um patrimônio das bee! Opções tem, público tem, parem de tratar isso como o fim do mundo! Boate é uma empresa: quer e precisa de grana! Por mais que coisas afetivas ocorram lá dentro e encontros e desencontros se dêem não é o fim do mundo, sabe? Outras virão, outras fecharão e assim constatamos que de fato NADA é para sempre (acreditem, nem o Babado Certo!).

Amiga, esconde o cafuçu!

"Amiga, corre. Esconde o cafuçu!"

Saibam, eu tenho um sonho! Muitas de nós tem reclamado da invasão hetero na Move, não é? Sabe qual é minha vontade? Um dia combinarmos de muitas beeshas irmos (em massa) numa boate hetero tipo “The Uó Club” ou “São Firmino” e lá se jogar dar pinta horrores e pegar geral! Dar o susto nas pessoas. Tô até vendo aquelas patricinhas vestidas e penteadas todas iguais com quilos de blush na buchecha desesperadas escondendo os bophes dela!!!! Ia ser Babado e confusão.

A vida em centímetros!

18/04/2009

Ah, a gente é baixa mesmo e nunca negou! No último show de Silvetty , ela perguntos pros bofes e todos tinhas a neca de 19 cm. Nós do Babado Certo num anseio científico e desbravador queremos saber:

Quarta-feira, depois do feriado a getne faz mádia geral da galera. Respondam com sinceridade é tudo secreto, confidencial.

Nos campos

17/04/2009
sem-titulo

Com bola e tudo!

Não entrarei aqui no mérito de um esportista fazer campanha de cerveja. Somente senti falta de umas travas belas e siliconadas, em um desses dribles!Uma pena que Ronaldo deixe de demonstrar outra de suas paixões!

Nós do Babado Certo, acreditamos no poder de superação do brasileiro. Não desistimos nunca!

Dois bons textos

17/04/2009

Ficadica de dois textos muito legais (eu diria polêmicos) sobre assuntos diferentes que passam pela questão da homossexualidade.

O primeiro se refere às animações infantis, tais como Madagascar e Happy Feet, que seriam pró-gay por  tratarem do tema  da aceitação dos pais da orientação sexual dos filhos, esse assunto que é tão complicado para nós.

O outro é uma análise comparativa e irônica do blog Cacadaboa a respeito de se assumir ateu (comparando a assumir-se gay). Recomento!

São daqueles textos que nos faz pensar: ‘poderiam ser meus, mas não são, droga!’.

Recado da Rainha do Miado

16/04/2009

angela-jacksonPelo orkut:

Adorei o post.
Já até comentei. Vai agendando ai o meu especial na Chica no dia 1º de maio viu. Vai ser um show bem legal.
Obrigada também pelo carinho que demonstrou por mim e pelo meu trabalho.

Beijos da Rainha do Miado.

Heaven!?Sei não!

16/04/2009

E daí que não tenho a pretensão de Susan Boyle!

E vocês querendo saber disso né!?o

Divã da madrugada

15/04/2009

 ”Deixa, deixa, deixa, eu dizer o que penso desta vida, preciso demais dasabafar…”

Ando tão reflexivo!
Ando tão reflexivo!

Mesmo com toda a certeza da minha sexualidade, e passado os medos de um inicio de temores de olhares e conversinhas. Ainda fica algo. Algo que não parece ser fácil de lidar e dolorido de assumir que existe.
Me aceito completamente em minha homossexualidade, e tenho apoio da minha família. Minha mãe conheceu meus poucos namorados, e aos poucos a família vai entendendo que gostar de homem não muda o Pedro que existia para eles. Mas… sempre os “mas” da vida! Confesso que tenho certo receio em algumas situações. Entrevista de estágio, emprego, conversar com alguns professores e antigos amigos, e outras situações que acredito que muitos poderiam entender. Acabo me punindo por esses pequenos momentos de “armário”, e me sentindo traindo toda uma ideologia a qual emprego na minha vida. Seria comum esse receio? Isso seria uma forma de preconceito? São tantas as interrogações que aparecem que sempre acabo sem respostas.
Ai vocês me respondem:
-Ai viado, se fosse fácil assim lidar com todos os pontos de interrogação da vida, os psicólogos e analistas morreriam de fome!


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